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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Sobreiro já é a Árvore Nacional

A partir desta quinta-feira, o sobreiro é a Árvore Nacional de Portugal, depois de um projecto de resolução aprovado, por unanimidade, na Assembleia da República e de uma petição pública com 2291 assinaturas. A petição para consagrar o sobreiro (Quercus suber) como um dos símbolos do país foi lançada em Outubro de 2010 pelas associações Árvores de Portugal e Transumância e Natureza. Hoje, passado pouco mais de um ano, o sobreiro conquistou o hemiciclo.

A partir de agora, abater um sobreiro não será apenas abater uma árvore protegida, mas sim, um símbolo nacional.

O sobreiro é espécie protegida pela legislação portuguesa desde 2001. Mas essa protecção não foi suficiente para travar a regressão da árvore em território português, motivada por práticas erradas.

O sobreiro, árvore mediterrânica com mais de 60 milhões de anos, ocupa uma área de cerca de 737.000 hectares dos mais de 3,45 milhões de hectares de floresta em Portugal, segundo o último Inventário Florestal Nacional, de 2006. Hoje é responsável por 10% das exportações nacionais. De momento, a cortiça é um dos produtos mais importantes da economia nacional.

Mas a sua importância não se esgota na cortiça. Esta árvore representa o montado, um dos ecossistemas mais importantes da Europa e as espécies ameaçadas que dele dependem.

Fonte: Público on line

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Severn, a garota que calou o mundo por 6 minutos na Eco 92

Este vídeo, que me foi dado a conhecer pelo Emanuel Rodrigues numa aula de Geografia C do 12ºJ, mostra uma impressionante intervenção  de uma rapariga canadiana de 12 anos  na Cimeira da Terra, também conhecida por ECO92, que se realizou no Rio de Janeiro entre 3 e 14 de junho de 1992. O objetivo principal da Cimeira era encontrar meios que permitam conciliar o desenvolvimento sócio-económico com a conservação e proteção dos ecossistemas da Terra. Severn Cullis-Suzuki  pertencia à  ONG ECO - organização das crianças em defesa do ambiente. A intervenção é fantástica sobretudo tendo em conta a idade de Svern na altura.



Passados quase 20 ano, Severn é uma ativista da defesa do ambiente. É a personagem central do documentário Severn, La Voix de nos Enfants, realizado por Jean-Paul Jaud.

domingo, 31 de julho de 2011

Falta um aspirador para nos salvar do lixo espacial


Todos os anos 500 toneladas de detritos vão para o espaço

Eis mais uma ameaça ao planeta Terra. leiam a notícia do Público de hoje que transcrevo de seguida:


À volta da Terra o espaço já deixou de ser infinito. O último alerta que a tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS, sigla em inglês) viveu foi mais uma prova disso. A 28 de Junho os seis astronautas que vivem na ISS foram obrigados a fugir para as duas naves russas Soiuz que estavam acopladas à estação. A causa da emergência foi um pedaço de lixo espacial que passou a 335 metros de distância do complexo, uma unha negra em termos espaciais que pôs as agências espaciais russa e norte-americana com os cabelos em pé.

Caso tivesse acertado na ISS, o fragmento poderia pôr o fim ao projecto que custou 69,47 mil milhões de euros, seria um estalo na cara das potências espaciais que ainda não tomaram uma acção determinante para resolver um problema, que no limite, pode impedir o acesso ao céu terrestre.

Esta nem sequer foi a primeira vez em que a ISS se arriscou a ser atingida pelos detritos esquecidos da exploração espacial. Primeiro em Março depois em Dezembro de 2009, dois fragmentos ameaçaram as expedições. O primeiro passou a 352 quilómetros de distância, o segundo a apenas um quilómetro e quase sem aviso.

O problema é que no espaço as velocidades destes objectos são de milhares de quilómetros por hora. Uma esfera de alumínio de dez centímetros que atinge um aparelho tem uma força explosiva equivalente a sete quilos de TNT, segundo a NASA.

Quem pensou na construção do complexo teve em conta estes detritos. “Os principais módulos da estação têm escudos e podem proteger a estação de objectos entre um e 1,4 centímetros de tamanho”, explicou por telefone ao PÚBLICO Heiner Klinkrad, responsável pelo Gabinete de Detritos Espacial da Agência Espacial Europeia (ESA, sigla em inglês). No caso de ser material com maior tamanho a aproximar-se da estação, que se encontra a 350 quilómetros de altitude em relação à Terra, é necessário fazer um desvio da rota, o que já aconteceu 12 vezes no passado, adiantou Klinkrad.

Infelizmente, o detrito que originou a emergência de há um mês foi detectado muito próximo da ISS, o que impossibilitou fazer-se uma manobra de evasão a tempo. O objecto rasou a estação como nunca outro o tinha feito. O próximo pode atingi-la.

O mais antigo aparelho que está no espaço é um satélite que orbita à volta da Terra há mais de 53 anos. O Vanguard 1 foi lançado em Março de 1958 pelos Estados Unidos e deixou de comunicar em 1964. Está numa rota entre os 654 e 3969 quilómetros de altitude e pensa-se que só vai cair na Terra dentro de 2000 anos.

Hoje, o Vanguard é um dos 11.000 objectos com mais de dez centímetros que andam à volta da Terra. Este número sobe para 100.000 objectos que têm um tamanho entre um e dez centímetros e escala para muitos milhões no caso de detritos mais pequenos do que um centímetro.

Segundo a ESA existem cerca de 30 mil objectos a serem seguidos pelos telescópios terrestres. “Dos 16.000 objectos [que se conhece a origem da sua órbita] pouco mais de 1000 são naves operacionais”, disse Klinkrad. Dos 28.000 objectos enviados para o espaço desde o Sputnik, 19.000 já caíram na Terra, o resto está em órbita e equivale a 6300 toneladas de lixo. São satélites que não funcionam, material necessário para o lançamento de naves, detritos, químicos, que se foram acumulando ao longo do tempo.

Setenta por cento deste material está abaixo dos 2000 quilómetros de altitude. No início da era espacial, a NASA e depois as outras agências espaciais, viam o redor da Terra como um saco sem fundo. Que se não era infinito, pelo menos era vasto o suficiente para dois objectos não colidirem um com o outro.

Este conceito chamado de big sky theory , teoria do céu grande (numa tradução livre do inglês) foi abalado em 2009 quando se deu a colisão entre o Iridium-33, um satélite de comunicações dos EUA que estava activo, e o Kosmos-2251, um aparelho russo inactivo há mais de dez anos. Quem quiser, pode ver a representação virtual do que se passou no YouTube : o Iridium choca contra o Kosmos a 790 quilómetros de altura, por cima da Sibéria, produzindo 2100 novos fragmentos que se espalham ao longo de uma altitude entre os 600 e 1300 quilómetros.

É o segundo maior aumento absoluto de fragmentos que se deu na história espacial. O primeiro foi o satélite chinês Fengyun-1C que em 2007 foi destruído pelos chineses, numa demonstração de poderio militar que resultou em 3000 fragmentos novinhos em folha para navegarem pelo espaço. “No passado, um acontecimento que produzia 400 ou 500 fragmentos, já era grande, mas estes dois foram os maiores que alguma vez vimos”, explicou o responsável da ESA.A colisão de 2009 já tinha sido antecipada há mais de 30 anos por Donald Kessler, o antigo cientista norte-americano da NASA, que em 1978 escreveu um artigo em que profetizava este fenómeno. A acumulação de aparelhos espaciais e detritos faria com que mais cedo ou mais tarde começasse a haver colisões entre objectos. “O resultado seria um aumento exponencial do número de objectos ao longo do tempo”, escreveu na altura. O que “criaria uma cintura de detritos à volta da Terra”.

A ideia de uma cascata de acontecimentos em que as colisões produziriam novos detritos que aumentariam as probabilidades de novas colisões, ficou com o nome de síndrome de Kessler. O cientista, que se reformou em 1996, antecipou no artigo de 1978 que o início desta cascata de acontecimentos seria daí a 30 ou 40 anos. “Eu sabia que alguma coisa acabaria por acontecer”, disse Kessler à revista Wired, num artigo de 2010, depois da colisão do Iridium.

“Provavelmente estamos a ver o início de uma situação de descontrolo”, defendeu Heiner Klinkrad, que explica que o choque do Iridium fez duplicar a hipótese da colisão de satélites da Agência Espacial Europeia que estão em órbitas naquelas altitudes.

Em 2010, depois de mais de uma década de discussão que envolveu as 12 potências espaciais, as Nações Unidas lançaram um documento com directrizes para controlar o problema dos detritos espaciais. O documento tem uma série de normas que já são seguidas na maior parte das vezes pelas agências espaciais.

São medidas simples para reduzir o número de objectos nas órbitas utilizadas e passam por ordenar os satélites em fim de vida a descerem para órbitas mais próximas da Terra, de modo a colidirem mais rapidamente. No caso de estarem mais distantes, são comandados para ficarem em órbitas ainda mais afastadas, que funcionam como um cemitério. Outra recomendação passa por obrigar os aparelhos a expelir todo o combustível no final de vida para evitar explosões e produção de fragmentos. Mas estas medidas não são suficientes.

“Mesmo que reduzíssemos perfeitamente o número de fragmentos produzidos, e a melhor forma de fazê-lo seria pararmos todos os lançamentos espaciais, a previsão diz-nos que a massa que já existe em órbita é suficiente para causar o sindroma de Kessler”, explicou Klinkrad. “O que temos de fazer é retirar o material de órbita”, acrescentou.

Nos últimos anos têm surgido ideias para retirar este lixo de órbita como lasers que empurrem os objectos, nano satélites que puxam os detritos para a Terra, entre outras mais complexas. Segundo o responsável da ESA a implementação destas técnicas é “cara”.

“As pessoas estão de acordo com a mitigação, de que existe um problema, o próximo passo é retirar o lixo de órbita e ainda não há um acordo nisso”, disse Klinkrad. E não é só um desafio técnico, explica: “Não se pode chegar a um aparelho de outro país e retirá-lo de órbita, é uma questão em aberto a ser discutida.”

Entretanto, o lixo acumula-se. Todos os anos mais 500 toneladas de material são lançadas para o espaço. Embora as órbitas onde estão os satélites de telecomunicações o perigo não seja imediato, mais abaixo, o cenário é bem diferente, como demonstra a última emergência da ISS. “Se não retirarmos os detritos, há regiões que correm um risco inaceitável de terem missões.”

Fonte: Público on Line

quinta-feira, 30 de junho de 2011

O arquipélago das Berlengas já é Reserva Mundial da Biosfera



A UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação Ciência e Cultura - atribuiu hoje a classificação de Reserva Mundial da Biosfera ao arquipélago das Berlengas, que se localiza a cerca de 20 quilómetros de Peniche.

As Berlengas são a quinta Reserva Mundial da Biosfera do país, depois das ilhas do Corvo, Flores e Graciosa (Açores) e do Paul do Boquilobo (na bacia hidrográfica do Tejo).

As Berlengas já estão classificadas desde 1981 como Reserva Natural.

A importância da conservação desta área natural à escala Europeia foi reconhecida em 1997, ao ser classificada como Sítio da Rede Natura 2000 ao abrigo da Directiva Habitats.

Em 1999 foi classificada como Zona de Protecção Especial para as Aves Selvagens ao abrigo da Directiva Aves.

Além destes estatutos, encontra-se ainda classificada pelo Conselho da Europa como Reserva Biogenética.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Este ano há 271 praias com Bandeira Azul


Este ano, a bandeira azul vai estar hasteada em 271 praias portuguesas, um número recorde nos 25 anos de existência da Associação Bandeira Azul da Europa.

Este ano há a registar a entrada de 12 novas praias, de 28 regressos e de 10 praias que deixaram de ter a bandeira azul.

O Algarve continua a ser a zona com mais bandeiras azuis (74), seguida da região Norte (63), do Tejo (45), do Alentejo (22) e do Centro (18).

A região autónoma dos Açores foi contemplada com 33 bandeiras azuis e a da Madeira com 14.

O Programa da Bandeira Azul da Europa iniciou-se à escala europeia, em 1987, integrada no programa do Ano Europeu do Ambiente. Esta iniciativa da FEE, com o apoio da Comissão Europeia, tem como objectivo, elevar o grau de consciencialização dos cidadãos em geral, e dos decisores em particular, para a necessidade de se proteger o ambiente marinho e costeiro e incentivar a realização de acções conducentes à resolução dos problemas aí existentes.

A bandeira azul é uma distinção atribuída anualmente pela Fundação para a Educação Ambiental (FEE) a praias (marítimas e fluviais) e marinas que cumpram um conjunto de requisitos de qualidade ambiental, segurança, bem-estar, infra-estruturas de apoio, informação aos utentes e sensibilização ambiental. As praias e marinas distinguidas ficam autorizadas a ostentar a bandeira oferecida pela FEE durante a época balnear. Pode, portanto, ser considerada um símbolo de garantia de qualidade de uma praia ou marina.

Os critérios de atribuição da bandeira azul incluem diversos parâmetros em categorias como:
  • qualidade da água,
  • informação e educação ambiental,
  • conservação do meio-ambiente local,
  • segurança, serviços e infra-estruturas de apoio
Apesar dos critérios terem evoluído de ano para ano, tornando-se cada vez mais exigentes, o número de praias e marinas distinguidas não tem parado de aumentar.

Em primeira instância um júri nacional aprova uma lista de praias e portos que obedeçam aos critérios e que se candidatem. Depois as candidaturas são enviadas e submetidas, a um júri internacional, composto por elementos da FEE e de um representante da Comissão Europeia.

 
A lista de praias com bandeira azul é a seguinte:

NORTE

Caminha: Caminha, Moledo, Vila Praia de Âncora

Viana do Castelo: Afife, Arda, Paço, Carreço, Norte, Cabedelo, Amorosa, Castelo de Neiva

Esposende: Suave Mar, Marinhas Cepães, Fão-Ofir, Apúlia,

Matosinhos: Funtão, Angeiras Sul, Pedras Brancas, Pedras do Corgo, Agudela, Quebrada, Marreco, Matosinhos, Memória, Cabo do Mundo, Aterro, Azul, Senhora - Boa Nova, Leça da Palmeira

Porto: Homem do Leme, Gondarém, Foz

Vila Nova de Gaia: Lavadores, Salgueiros, Canide Norte, Canide Sul, Marbelo, Madalena Norte, Madalena Sul, Valadares Norte, Valadares Sul, Dunas Mar, Francelos, Francemar, Sãozinha, Senhor da Pedra, Miramar, Mar e Sol, Aguda, Granja

Espinho: Frente Azul, Espinho-Baía, Espinho Rua 37, Silvalde, Paramos
Macedo de Cavaleiros: Fraga da Pegada - Albufeira do Azibo, Ribeira - Albufeira do Azibo

Vila do Conde: Frente Urbana Norte, Frente Urbana Sul, Mindelo, Vila Chã, Labruge.

Freixo de Espada à Cinta: Rio Douro - Congida

CENTRO

Ovar: Esmoriz, Cortegaça, Furadouro

Sever do Vouga: Quinta do Barco

Aveiro: São Jacinto

Ílhavo: Barra, Costa Nova

Vagos: Vagueira, Areão

Mira: Poço da Cruz, Mira

Cantanhede: Tocha
Figueira da Foz: Quiaios, Relógio, Cova Gala, Leirosa

Pombal: Osso da Baleia

Leiria: Pedrógão-Centro

TEJO

Nazaré: Nazaré

Alcobaça: Paredes de Vitória, S. Martinho do Porto

Caldas da Rainha: Praia do Mar
Peniche: Baleal Norte, Baleal-Sul, Cova de Alfarroba, Gambôa, Medão - Supertubos, Consolação

Lourinhã: Areia Branca, Porto Dinheiro

Torres Vedras: Santa Rita Norte, Santa Rita Sul, Navio, Centro - Santa Cruz, Formosa, Mirante - Santa Cruz, Azul, Santa Helena
Mafra: Porto da Calada, São Lourenço, Ribeira de Ilhas, Baleia, Foz do Lizandro

Cascais: Avencas, Guincho, Crismina, Rainha, Conceição, Tamariz, Poça, S. Pedro do Estoril, Parede, Carcavelos, Duquesa, Moitas

Almada: CDS - Stº António, Mata, Sereia, S. João da Caparica

Sesimbra: Moinho de Baixo - Meco

Abrantes: Aldeia do Mato

Guarda: Valhelhas

Mação: Carvoeiro


ALENTEJO

Sesimbra: Ouro

Setúbal: Figueirinha

Grândola: Tróia-Mar, Bico das Lulas, Tróia-Galé, Atlântica, Comporta, Carvalhal, Pego, Aberta-Nova

Santiago do Cacém: Costa de Stº André, Fonte do Cortiço

Sines: Vasco da Gama, S. Torpes, Morgavel, Vieirinha, Grande de Porto Covo, Ilha do Pessegueiro

Odemira: Furnas, Almograve, Zambujeira do Mar, Carvalhal


ALGARVE

Aljezur: Odeceixe-Mar, Arrifana, Monte Clérigo

Vila do Bispo: Cordoama, Castelejo, Mareta, Martinhal, Ingrina, Zavial, Salema, Almádena - Cabanas Velha, Burgau

Lagos: Luz, Porto de Mós, Camilo, D.Ana, Batata, Meia Praia

Portimão: Alvor Poente, Alvor Nascente-Três Irmãos, Vau, Três Castelos, Rocha

Lagoa: Caneiros, Ferragudo, Carvoeiro, Vale de Centeanes, Sra. Da Rocha, Vale do Olival

Silves: Armação de Pera, Praia Grande Poente

Albufeira: Salgados, Galé Oeste, Galé-Leste, Manuel Lourenço, Evaristo, S. Rafael, Arrifes, Aveiros, Oura, Oura Leste, Maria Luísa, Stª Eulália, Olhos d"água, Coelha, Castelo, Belharucas, Falésia-Açoteias, Falésia-Alfamar, Rocha Baixinha Oeste, Rocha Baixinha Leste

Loulé: Loulé Velho, Vilamoura, Quarteira, Vale de Lobo, Ancão, Garrão Poente (Duna), Garrão Nascente, Quinta do Lago

Faro: Faro-Mar, Barreta, Ilha do Farol-Mar, Culatra-Mar

Olhão: Fuseta-Ria, Fuseta-Mar, Armona Mar

Tavira: Barril, Terra Estreita, Ilha de Tavira - Mar, Cabanas - Mar

Vila Real Stº António: Manta Rota, Lota, Monte Gordo, Santo António


AÇORES:

Faial:

Horta: Almoxarife, Varadouro, Porto Pim

São Jorge

Velas: Preguiça

Terceira

Angra do heroísmo: Cinco Ribeiras, Negrito, Silveira, Salga, Prainha (Angra), Baía do Refugo

Praia da Vitória: Escaleiras, Praínha, Praia Grande, Porto Martins, Biscoitos, Riviera

São Miguel

Lagoa: Porto da Caloura, Zona Balnear de Lagoa

Ponta Delgada: Milícias, Pópulo, Poços de S. Vicente Ferreira, Poças Sul dos Mosteiros

Ribeira Grande: Areal de Santa Bárbara

Santa Cruz da Graciosa: Calheta, Praia
Vila Franca de Campo: Vinha da Areia, Praínha de Água D"Alto, Corpo Santo, Água D"Alto

Povoação: Praia do Fogo

Santa Maria

Vila do Porto: Anjos, Formosa, Maia


MADEIRA

Funchal: Barreirinha, Clube Naval do Funchal, Ponta Gorda - Poças do Governador, Poças do Gomes - Doca do Cavacas, Formosa

Ponta do Sol: Madalena do Mar, Ponta do Sol

Porto Moniz: Porto Moniz

Santa Cruz: Palmeiras, Roca Mar, Galo Mar, Garajau

Santana: Ribeira do Faial

S. Vicente: Ponta Delgada

Porto Santo: Fontinha, Ribeiro Salgado


MARINAS:

Tejo: Porto de Recreio Oeiras, Parque das Nações

Alentejo: Tróia, Porto de Recreio Sines, Amieira

Algarve: Lagos, Portimão, Vilamoura, Albufeira

Madeira: Funchal

Açores: Horta, Ponta Delgada, Angra do Heroísmo, Marina da Vila (Vila Franca do Campo)

Para conhecerem o site da associação Bandeira Azul da Europa e conhecerem as praias contempladas com este galardão e a respectiva localização geográfica cliquem no link que se segue:

sexta-feira, 22 de abril de 2011

22 de Abril - Dia da Terra


(Se clicarem na imagem podem visualizar a sua animação)

 
Quercus enumera 7 pecados ambientais de Portugal no dia da Terra

A Quercus, Associação Nacional de Conservação da Natureza, anunciou, no dia da Terra, os 7 pecados ambientais com que Portugal se depara.

Identificados como pecados de insustentabilidade, estes são os principais problemas relacionados com o ambiente que Portugal apresenta:

1. O Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável caiu no esquecimento

A cimeira das Nações Unidas sobre o Ambiente e Desenvolvimento realizou-se há 8 meses, e o prometido Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável ainda não ganhou forma. Mais uma vez as promessas do governo, continuam somente a ser promessas e sem implicações práticas.

2. A remodelação ao financiamento das autarquias não é o correcto

Numa fase em que o Governo decidiu alterar as taxas do Imposto de Selo e a contribuição autárquica é necessário ponderar o método de distribuição do financiamento público. Não se deve construir inconscientemente, há que ter em conta valores naturais e paisagísticos.

3. Portugal consume cada vez mais energia

Vivendo em tempo de crise, Portugal apresenta valores preocupantes, tendo em conta que estamos em recessão económica e continuamos a aumentar a intensidade energética do país. Isto significa que para além de estarmos a gastar muito mais energia do que era suposto para a nossa face de desenvolvimento económico, estamos também a desperdiçar, cada vez mais, energia e recursos.

4. Excesso de tráfico em circulação

O excesso de carros e transportes em circulação origina: mais gasto energético, mais emissões, mais ruído e mais congestionamento.
Portugal é um dos cinco países que está na rota para uma insustentabilidade no sector dos transportes, tendo também concentrações de poluentes muito acima da média do que é permitido pela legislação europeia.

5. Portugal desperdiça por ano 3 100 000 000 000 litros de água

Portugal consegue desperdiçar por ano vários milhões de litros de água. Apesar de existir um Programa Nacional para o Uso Eficiente de Água, este só teve parte teórico, pois nunca foi aplicado. É necessário que na agricultura, na indústria e no consumo privado, se faça um uso eficiente e sustentável da água.

6. A Conservação da Natureza ainda não passou à parte prática

Apesar de já ter sido elaborada uma Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e da Biodiversidade, muitos dos seus objectivos ainda continuam por concretizar. Os Planos de Ordenamento do Território das áreas protegidas continuam por implementar, bem como, ainda existem muitas áreas da Rede Natura 2000 por ordenar.

7. Reciclagem ainda longe dos hábitos portugueses

Reutiliza-se menos que o desejável, recicla-se menos que o esperado e no final de contas instalam-se mais incineradoras.
A reutilização de embalagens com tara de retorno verifica-se menos, e a reciclagem urbana ainda não apresenta valores significativos para o ambiente. Por sua vez, a última opção desejável é aquele que se procura mais, a incineração, ou seja, a queima de resíduos.

Posto isto, é tempo de reflectir sobre o ambiente e aquilo que será o nosso futuro próximo. Estas opções calham a todos, e todos temos que contribuir.

Tenha um papel activo para uma vida mais verde.


Vejam de seguida um pequeno vídeo especial dedicado ao Dia da Terra realizado pelo Discovery Channel.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Resíduos de S. Pedro da Cova são perigosos para a saúde pública

Foto: Adriano Miranda

Hoje a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte informou que os resíduos depositados mas antigas minas de São Pedro da Cova, em Gondomar, são perigosos para a saúde pública e devem ser removidos imediatamente.

As análises concluíram que os níveis de chumbo estão muito acima do limite permitido por lei e os resíduos só poderiam ser depositados num aterro próprio e depois de tratamento. O Laboratório Nacional de Engenharia Civil recomenda a remoção imediata dos resíduos para tratamento e posterior colocação num aterro próprio. A quantidade de resíduos depositados respeita a lei – são 50 mil toneladas e não 320 mil, como tem sido defendido.

Segundo o Jornal Público, a junta de freguesia de São Pedro da Cova já reclamou o apuramento imediato de responsabilidade, não poupando acusações ao ministério liderado na altura pelo actual primeiro-ministro, José Sócrates: “O Ministério do Ambiente tem de ser responsabilizado”, salientou o presidente da junta, Daniel Vieira. “É preciso admitir que consequências tem a presença destes resíduos para a qualidade da água e para a saúde dos cidadãos”, acrescentou.

Os resíduos depositados a céu aberto nas antigas minas de São Pedro da Cova, entre Maio de 2001 e Março de 2002, foram transferidos da Antiga Siderurgia Nacional da Maia.

Fonte: Público on line

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Iniciativa Green Cork

Vídeo sobre a iniciativa Green Cork - programa de reciclagem de rolhas de cortiça da Quercus, com António Capelo.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Butacamob - Porto, 20 de Novembro


No próximo Sábado, dia 20 de Novembro, pelas 11 horas, na Rua de Santa Catarina (Porto) vai decorrer o Evento Oficial de Lançamento da Semana, com a promoção do BatucaMob.

O BatucaMob é um evento que decorrerá no mesmo dia (20/11) à mesma hora (11h) em vários países europeus (Espanha – Barcelona, França – Paris, Bélgica – Bruxelas, Portugal – Porto e muitos outros). O objectivo deste flashmob é reunir o máximo de pessoas e através do ritmo consciencializar para o conceito da Prevenção de Resíduos, sendo que a acção decorrerá temporariamente e depois os participantes dispersarão.

A Lipor divulga hoje o Vídeo promocional do Evento de Lançamento. Pode ser visualizado em:


Traga um instrumento musical reutilizado e venha fazer barulho pela Prevenção!

Vá à Página no Evento no Facebook e adira a este Movimento. O Ambiente agradece! Lá encontra também dicas de como fazer instrumentos musicais a partir da reutilização de materiais:

A Semana Europeia da Prevenção de Resíduos é um projecto de 3 anos e tem o apoio do Programa LIFE+ da Comissão Europeia até 2011 e de vários parceiros. É organizada por autoridades públicas que detêm competência no domínio da prevenção de resíduos. No território onde exercem a sua autoridade, actuam como organizadores, assegurando a recolha das inscrições e a validação dos projectos propostos pelas diversas categorias de proponentes. Em Portugal, o organizador oficial da Semana é a APA – Agência Portuguesa do Ambiente.

A Lipor tem registadas cerca de 200 acções que serão dinamizadas durante toda a Semana em todos os Municípios da Lipor e abrangendo diferentes públicos-alvo, mas a mesma entidade terá também acções próprias. Pode consultar o programa completo em: http://www.eunaofacolixo.com/

Para mais informações:
Departamento de Educação, Comunicação e Relações Institucionais
Tel. 22 977 0100

Fonte: Porto Lazer

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Rio Danúbio atingido pela onda tóxica húngara

A onda de poluição causada pelo derrame de lamas industriais de uma unidade de processamento de alumínio na Hungria chegou esta quinta-feira ao rio Danúbio — o segundo mais longo da Europa.

Durante a manhã, a água descarregada pelo rio Raba no Danúbio mostrava-se mais alcalina do que o normal, com o pH a atingir 9,3, numa escala de 0 a 14. À tarde começaram a aparecer peixes mortos na confluência do Raba com o Danúbio. Os peixes “não resistem a um pH de 9,1”, disse Tibor Dobson, chefe regional dos serviços anticatástrofes da Hungria, citado pela Agência France Presse.

Dois dias depois do rebentamento da barragem de lamas alcalinas contendo compostos metálicos — causando quatro mortes, três desaparecimentos e 150 feridos —, os danos ecológicos começam a tornar-se mais visíveis. Cerca de um milhão de metros cúbicos de lamas foram projectados primeiro para a ribeira de Torna, com um pH de 13,5, tendo daí atingido o rio Marcal, depois o Raba e, agora, o Danúbio.

“Todo o ecossistema do rio Marcal foi destruído, pois a alcalinidade matou tudo”, disse Tibor Dobson à agência húngara de notícias MTI. A recuperação deverá demorar três a cinco anos, segundo Gabor Figeczky, da organização ambientalista WWF na Hungria. Pescadores recolhiam, ontem, peixes mortos do Marcal.

Nas vilas mais atingidas pela onda tóxica, a situação está muito longe de regressar ao normal. Em visita a Kolontar, a primeira localidade atingida e onde morreram quatro pessoas, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, disse que será impossível reocupar algumas zonas mais afectadas. “Será provavelmente necessário abrir um novo território para os habitantes e fechar esta parte da vila para sempre, porque é impossível viver aqui”, disse.

Representantes da empresa MAL Zrt, proprietária da unidade de fabrico de alumínio onde ocorreu o acidente, estiveram também em Kolontar, mas foram mal recebidos pela população. “Creio que a MAL fez tudo o que podia para aliviar os danos. Teremos de esperar pelo fim das investigações para determinar responsabilidades precisas”, disse Jozsef Deak, director da MAL, a um grupo de residentes, através do sistema de som de um carro de polícia. “Por que não tira os seus sapatos e volta a pé para a sua fábrica, pela porcaria que causou?”, disse um residente, citado pela agência Reuters.

A empresa está a concluir a construção de um dique de emergência, para evitar novos derrames do depósito de lamas. A MAL disponibilizou ainda cerca de 109 mil euros como auxílio de emergência para as três localidades mais afectadas e pagou as despesas dos funerais das vítimas. Por ora, a MAL classifica o acidente como um “desastre natural”, dizendo que nada fazia prever o rompimento da barragem. A seguradora da empresa está a fazer um levantamento dos danos provocados.

Fonte: http://www.publico.pt/Mundo/rio-danubio-atingido-pela-onda-toxica-hungara_1459954

Vejam de seguida um pequeno vídeo que reporta a onda tóxica na Hungria.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

O Fundo da Linha

O oceano profundo é o maior ecossistema do planeta, porém, continua amplamente inexplorado. Quanto mais desvendamos os seus mistérios, mais descobrimos o quão único este mundo estranho realmente é. No etanto a actividade piscatória está a pôr em causa os ecossistemas dos fundos marinhos. Vejam este vídeo muito preocupante da Greenpeace.



segunda-feira, 3 de maio de 2010

Maré negra no Golfo do México: uma impressionante catástrofe ambiental


A explosão na plataforma petrolífera Deepwater Horizon, a 20 de Abril, causou o afundamento da estrutura e deixou em aberto, a 1500 metros de profundidade, um poço que liberta diariamente o equivalente a mil barris de petróleo. A poluição tem potencial para causar danos a praias, ilhas e uma costa que tem um ecossistema frágil. Especialmente o delta do rio Mississípi.

O Presidente Barack Obama disse ontem que a maré negra, que já chegou ao Luisiana, é uma catástrofe “talvez sem precedentes”.

“Penso que os americanos já se deram conta, especialmente as pessoas que vivem aqui, que estamos a ser confrontados com uma catástrofe ecológica que talvez não tenha precedentes”, declarou Obama em Venice, uma das comunidades costeiras mais ameaçadas pela maré negra causada pela explosão de uma plataforma petrolífera a 20 de Abril.

“Enquanto Presidente dos Estados Unidos, não pouparei esforços para responder a esta crise”, prometeu, salientando que esta catástrofe deverá a “prolongar-se por muito tempo” e a “ameaçar os meios de subsistência de milhares de americanos”.

Obama defendeu a sua administração, criticada pela lentidão na sua reacção. “O Governo federal lançou e coordenou uma intervenção onde todos os agentes estão envolvidos, sem descanso, desde o primeiro dia”.

O Presidente apontou o dedo ao grupo britânico BP, que explorava a plataforma Deepwater Horizon, estrutura localizada a 70 quilómetros do litoral da Luisiana. Todos os dias, as fugas na plataforma, que se afundou a 22 de Abril, libertam no mar cerca de 800 mil litros de petróleo. “As coisas devem ficar bem claras: a BP é a responsável por esta fuga. A BP vai pagar por isso”, disse aos jornalistas.

A BP garantiu hoje que vai pagar todos os custos da maré negra, incluindo a limpeza e as indemnizações aos lesados. A empresa vai pagar “todos os custos de limpeza necessários e apropriados”, assim como todos os pedidos “legítimos e objectivos” de indemnização por perdas ou danos causados pela maré negra.

Enquanto isso, a BP diz estar a fazer “absolutamente tudo” o que pode para “eliminar a fuga na fonte e conter o impacto ambiental da maré negra”.

A agência de meteorologia norte-americana NOAA informou que a mancha negra se está a dirigir para as costas do Alabama e Florida, incluindo as ilhas Chandeleur, ao largo da ponta mais a Sul do Luisiana.

Fonte: Público on line


quinta-feira, 22 de abril de 2010

sábado, 27 de fevereiro de 2010

" Nos enfants nous accuseront "

"...esta geração de crianças será a primeira na história da humanidade que não vai ter uma melhoria nas condições de vida e um aumento na expectativa de vida..."

Para ver e pensar...

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Tragédia na Madeira: Um desastre já anunciado há dois anos

Esta Reportagem, que vos apresento em duas partes, foi para o ar na RTP no programa Biosfera em Abril de 2008. Enfim, tenho muita pena que os políticos continuem a ignorar as chamadas de atenção dos especialistas. Se calhar podia ter-se evitado tantas mortes.

Parte 1


Parte 2


Versão de 5 minutos

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

O que nos deixam as empresas que fecham

As empresas fecham ou desaparecem, mas os produtos que fabricaram e colocaram no mercado vão sobreviver por muito, muito tempo: alguns materiais podem demorar até um milhão de anos a ser decompostos pelo nosso planeta…

Campanha “Bankrupt Companies” do WWF Brasil.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Anunciada a lista dos 25 primatas mais ameaçados de extinção


Tamarim-cabeça-de-algodão (Russell A. Mittermeier/Conservation International)


Existem mais de 630 espécies de primatas e, destas, mais de 300 estão ameaçadas de extinção. Mas, entre estas, a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) escolheu as 25 mesmo à beira do desaparecimento: cinco vivem em Madagáscar, seis em África, 11 na Ásia e três na América Central e do Sul.

Na lista encontra-se o langur-de-cabeça-dourada, que apenas vive na ilha de Cat Ba (Vietname) e que se resume a uns 60 a 70 indivíduos. Também o lémure-desportivo-do-norte, de Madagáscar, se limita hoje a menos de 100 exemplares. A este mesmo número se resume ainda o sifaca-sedoso, igualmente de Madagáscar. Com poucos mais elementos (à volta de 110) conta o gibão-de-crista-negra, no Vietname.

Também um dos nossos primos mais próximos - o orangotango de Samatra, que deverá ter cerca de 7000 indivíduos - faz parte deste relatório, intitulado Primatas em Perigo: Os 25 Primatas mais Ameaçados do Mundo, 2008-2010. Em África, o galago-anão-do-rondo, da Tanzânia, com umas orelhas e olhos imensas, é outra das espécies em sério risco. O macaco-diana-de-roloway (Costa do Marfim e Gana), o gorila-do-rio-cruz (Camarões e Nigéria) ou o cólobo-vermelho-do-rio-tana (Quénia) foram outros escolhidos.

O tamarim-cabeça-de-algodão, existente só na Colômbia, também não está em boas condições. Os seus tufos de pêlo branco dão-lhe uma aparência que o torna muito procurado como animal de estimação, conduzindo ao seu declínio rápido.

Fonte: http://www.publico.pt/Ciências/anunciada-a-lista-dos-25-primatas-mais-ameacados-de-extincao_1423450

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A Renault está a desenvolver novos carros eléctricos

Hoje apresento-vos, a partir de uma sugestão da Ana Rita Amaral do 12ºI, e em complemento à actividade desenvolvida na aula de hoje, um vídeo de um anúncio comercial da Renault Portugal, lançado no dia 1 de Janeiro de 2010, advertindo para problemas mundiais como o aquecimento global, dando a conhecer os novos veículos eléctricos da marca.

Ficamos, então, a aguardar, com alguma expectativa, o aparecimento dos novos carros eléctricos no mercado português.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Dez espécies tornam-se símbolo da ameaça climática


A raposa do Árctico, o coala e o peixe-palhaço estão entre as dez espécies escolhidas para representar os impactos das alterações climáticas na biodiversidade, revelou a UICN (União Mundial para a Conservação).

A lista das espécies que mais têm a perder com o aquecimento global, apresentada esta manhã durante a conferência de Copenhaga, inclui nomes bem conhecidos de todos, como o pinguim-imperador, o coala, a baleia-branca e o peixe-palhaço. O grupo fica completo com a raposa do Árctico, o salmão, a foca-anelada, a tartaruga de couro, a árvore africana Aloe dichotoma e a espécie de coral Acropora cervicornis.

“Algumas das nossas espécies favoritas estão ameaçadas por causa das emissões de dióxido de carbono”, comentou Wendy Foden, co-autora do relatório “Species and Climate Change”.

Entre as espécies com um futuro mais negro estão aquelas que vivem nas zonas polares. A foca-anelada vê-se obrigada a deslocar-se cada vez mais para Norte, à medida que o gelo no mar, do qual depende para cuidar das suas crias, vai recuando. O pinguim-imperador, adaptado às condições rigorosas da Antárctica, vive o mesmo problema.

A tundra no Árctico, onde vive uma espécie de raposa de pelagem branca, está a regredir à medida que temperaturas mais elevadas transformam este habitat em floresta.

Mas as ameaças também se sentem no mar. A baleia-branca enfrenta maior pressão das actividades humanas porque o desaparecimento do gelo no mar abre zonas outrora inacessíveis.

Os impactos climáticos não se limitam aos Pólos. Nos trópicos, os corais Acropora cervicornis estão ameaçados pela subida da temperatura das águas. Muitos não resistem ao fenómeno conhecido como branqueamento, quando oceanos mais ácidos, em resultado da absorção de cada vez mais dióxido de carbono, enfraquecem as estruturas dos recifes de coral.

Também o peixe-palhaço, mais conhecido pelo filme “À procura de Nemo”, é uma das vítimas de um clima em mudança. As águas mais ácidas diminuem as suas capacidades para encontrar as anémonas das quais dependem para se refugiarem de predadores.

O salmão vive com níveis de oxigénio na água mais baixos e o coala australiano está ameaçado pela má nutrição, devido ao declínio da qualidade nutricional dos eucaliptos, dos quais se alimenta. As tartarugas de couro estão a perder os habitats onde põem os ovos e a árvore Aloe dichotoma, do deserto da Namíbia ao Sul do continente africano, sofre com períodos de seca acentuada.

“Várias das espécies deste relatório já constam da Lista Vermelha da UICN devido a outras ameaças, como a destruição dos habitats ou caça ilegal. Mas outras rapidamente entrarão nessa lista por causa das alterações climáticas”, salientou Jean-Christophe Vié, da UICN.

Fonte: http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1413849

Breathingearth.net - um site com um mapa interessante


Hoje apresento-vos um site muito interessante que vale a pena dar uma vista de olhos Dá para ficar com uma boa visão global da situação do mundo.


O endereço é: http://www.breathingearth.net/


Deixem ficar o mapa aberto uns minutos e depois leiam a informação global.

Passem o rato por cima de cada país...

Mapa impressionante!... Além de indicar quantos nascem e morrem no mundo a cada instante, indica a população de cada país e as emissões de CO2, colocando o cursor em cima de cada país. É impressionante o movimento na China e na India...

Se verificarem bem, constatarão que a população da Europa não se consegue substituir. Em contrapartida, a África e a Ásia não param de aumentar.

Clicar no link abaixo:

http://www.breathingearth.net/