O vídeo que se segue mostra em animação os movimentos de rotação e translação da Terra e a sucessão das estações do ano. Espero que ajude os alunos de Geografia A a entender melhor este assunto. Podem também clicar aqui para acederem a um site com recursos didáticos relacionados com a unidade da Radiação solar.
Um Mundo Global é um espaço de informação,reflexão e comentário de temas geográficos, nacionais e/ou mundiais, mas onde também há espaço para outros pontos de interesse como as temáticas sociais e ambientais, a música, os filmes, a poesia, a fotografia, os cartoons, os livros e as viagens. Todos são bem-vindos e convidados a deixar os seus comentários.
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Jogos didácticos de Geografia
Acabei de descobrir um site (http://edumed.no.sapo.pt/) de apoio aos alunos de Geografia. Para poderem treinar algumas das matérias de geografia A podem clicar nos seguintes links:
Jogo dos países da UE: http://edumed.no.sapo.pt/JogoPaiUE.htm (este jogo também interessa aos alunos de Geografia C)
Jogo das Coordenadas Geográficas: http://edumed.no.sapo.pt/JogoCooGeo.htm
Jogo da Rosa dos Ventos: http://edumed.no.sapo.pt/JogoRosVen.htm
Jogo das escalas de Portugal: http://edumed.no.sapo.pt/JogoEscPor.htm
Jogo dos distritos: http://edumed.no.sapo.pt/JogoDisPor.htm
Jogo do Arquipélago dos Açores: http://edumed.no.sapo.pt/JogoArqAco.htm
Jogo do Arquipélago da Madeira: http://edumed.no.sapo.pt/JogoArqMad.htm
Jogo dos Círculos e Pólos: http://edumed.no.sapo.pt/JogoCirPol.htm
Também podem praticar exercícios relativos às Coordenadas geográficas no Quiz do site: http://www.percursos.net/caun6coordgeog.htm
Pratiquem para poderem melhorar os vossos resultados na disciplina.
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Jogos Didácticos
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Exame de Geografia A de 11º ano - 2ª Fase
Hoje decorreu o exame nacional de Geografia A de 11º ano. Mais uma vez, tal como já tinha ocorrido na primeira fase, continha algumas perguntas, no mínimo, estranhas como a 3 do Grupo I e algumas do Grupo VI. A pergunta 2 do Grupo II pareceu-me mal formulada, sobretudo tendo em conta a figura 2 que serve de base a todo o Grupo. Os critérios de classificação da pergunta 4 do Grupo V pareceram-me demasiado exigentes no que toca a certos pormenores da evolução dos movimentos migratórios em determinados anos.
Quem faz estes exames devia elaborar provas mais previsíveis, ou seja, mais de acordo com o trabalho desenvolvido pelos professores e alunos ao longo dos dois anos e centrar as questões nos conteúdos que são essenciais e que normalmente são mais trabalhados / aprofundados. Questionar assuntos que são acessórios ou até periféricos aos programa é desonesto e põe em causa não só o trabalho dos professores mas também o esforço e dedicação dos alunos. Desculpem o meu desabafo.
Podem ver o exame aqui e os critérios de classificação aqui.
Quem faz estes exames devia elaborar provas mais previsíveis, ou seja, mais de acordo com o trabalho desenvolvido pelos professores e alunos ao longo dos dois anos e centrar as questões nos conteúdos que são essenciais e que normalmente são mais trabalhados / aprofundados. Questionar assuntos que são acessórios ou até periféricos aos programa é desonesto e põe em causa não só o trabalho dos professores mas também o esforço e dedicação dos alunos. Desculpem o meu desabafo.
Podem ver o exame aqui e os critérios de classificação aqui.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Saíram os resultados dos exames nacionais: os resultados de Geografia A da ESRT melhoraram e ficaram acima da média nacional

Saíram finalmente os resultados da 1ª fase dos exames nacionais. Este ano os resultados de Geografia A dos alunos da Escola Secundária de Rio Tinto subiram consideravelmente em relação aos do ano passado. A média geral subiu de 10,09, em 2009 para 11,7, este ano. Este valor é superior à media nacional que ficou pelos 11,0. Boas notícias portanto! Só foi pena que alguns alunos tivessem registado quebras significativas relativamente à classificação de frequência. Em compensação, muitos alunos conseguiram manter a nota de frequência e alguns até obtiveram neste exame classificações superiores à avaliação interna.
Para terem uma visão do que se passou nas outras disciplinas leiam a notícia do Público on Line de hoje:
Resultados da 1.ª fase dos exames por disciplina
Um quarto dos alunos reprovou a Física e Química A
Um quarto dos alunos que fizeram o exame nacional de Física e Química A reprovou. Foi a esta disciplina, a que se submeteram 35.826 alunos, que a média nacional foi a mais baixa: 81 pontos (numa escala de 0 a 200), e de 85 para os alunos internos, ou seja, para aqueles que estiveram inscritos na escola e fizeram a disciplina. Os alunos internos, na maior parte das provas, obtêm melhores resultados do que os que se autopropõem a exame. O Ministério da Educação divulgou hoje os resultados da 1.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário.
Entre as médias negativas, inferiores a 100 pontos (ou dez valores), estão, mais quatro disciplinas: a Geometria Descritiva A com média de 82 valores (89 para os alunos internos), onde reprovaram 17 por cento dos 8840 estudantes; a Matemática B, realizada por 6629 examinandos, com média de 87 (113 para os alunos internos); a Matemática Aplicada às Ciências Sociais em que a média dos 8844 alunos foi de 95 pontos (101 para os internos), tendo reprovado 12 por cento dos alunos; a Biologia e Geologia com 96 pontos de média total (98 pontos para os alunos internos) a que chumbou dez por cento dos 38.949 alunos.
Quanto à Matemática A, feita por 38.082 estudantes, a média é de 108 (122 para os alunos internos) e a taxa de reprovação desceu dois pontos de 15 para 13 por cento - a média nacional subiu de 100 para 108 pontos.
O exame nacional mais concorrido foi o de Português (639) com 66.958 provas realizadas e cuja média nacional desceu de 111 para 101 pontos, subindo a percentagem de alunos reprovados de quatro para seis por cento.
Houve uma subida das médias nacionais em dez disciplinas - de destacar os 146 pontos de média a Português Língua não materna (839) -, onze cadeiras viram as suas notas descer. Entre os dois novos exames introduzidos - Alemão (801) e Espanhol (847), com 168 e 123 pontos respectivamente, os alunos auto-propostos fizeram subir a média nacional, uma situação mais rara porque, de maneira global, o valor da média do total destes alunos situa-se entre o 0,1 e o 1 valor abaixo dos resultados alcançados pelos alunos internos.
Segundo o Ministério da Educação a 1.ª fase dos exames "decorreu com total normalidade, à semelhança do que se tem verificado em anos anteriores". As classificações "consolidam uma tendência de estabilidade dos resultados". Ao todo foram avaliadas 24 disciplinas e foram realizadas 264.581 provas menos 1600 testes do que no ano anterior.
Fonte: http://www.publico.pt/Educação/um-quarto-dos-alunos-reprovou-a-fisica-e-quimica-a_1445833
Para consultarem os dados a nível nacional cliquem aqui.
Para terem uma visão do que se passou nas outras disciplinas leiam a notícia do Público on Line de hoje:
Resultados da 1.ª fase dos exames por disciplina
Um quarto dos alunos reprovou a Física e Química A
Um quarto dos alunos que fizeram o exame nacional de Física e Química A reprovou. Foi a esta disciplina, a que se submeteram 35.826 alunos, que a média nacional foi a mais baixa: 81 pontos (numa escala de 0 a 200), e de 85 para os alunos internos, ou seja, para aqueles que estiveram inscritos na escola e fizeram a disciplina. Os alunos internos, na maior parte das provas, obtêm melhores resultados do que os que se autopropõem a exame. O Ministério da Educação divulgou hoje os resultados da 1.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário.
Entre as médias negativas, inferiores a 100 pontos (ou dez valores), estão, mais quatro disciplinas: a Geometria Descritiva A com média de 82 valores (89 para os alunos internos), onde reprovaram 17 por cento dos 8840 estudantes; a Matemática B, realizada por 6629 examinandos, com média de 87 (113 para os alunos internos); a Matemática Aplicada às Ciências Sociais em que a média dos 8844 alunos foi de 95 pontos (101 para os internos), tendo reprovado 12 por cento dos alunos; a Biologia e Geologia com 96 pontos de média total (98 pontos para os alunos internos) a que chumbou dez por cento dos 38.949 alunos.
Quanto à Matemática A, feita por 38.082 estudantes, a média é de 108 (122 para os alunos internos) e a taxa de reprovação desceu dois pontos de 15 para 13 por cento - a média nacional subiu de 100 para 108 pontos.
O exame nacional mais concorrido foi o de Português (639) com 66.958 provas realizadas e cuja média nacional desceu de 111 para 101 pontos, subindo a percentagem de alunos reprovados de quatro para seis por cento.
Houve uma subida das médias nacionais em dez disciplinas - de destacar os 146 pontos de média a Português Língua não materna (839) -, onze cadeiras viram as suas notas descer. Entre os dois novos exames introduzidos - Alemão (801) e Espanhol (847), com 168 e 123 pontos respectivamente, os alunos auto-propostos fizeram subir a média nacional, uma situação mais rara porque, de maneira global, o valor da média do total destes alunos situa-se entre o 0,1 e o 1 valor abaixo dos resultados alcançados pelos alunos internos.
Segundo o Ministério da Educação a 1.ª fase dos exames "decorreu com total normalidade, à semelhança do que se tem verificado em anos anteriores". As classificações "consolidam uma tendência de estabilidade dos resultados". Ao todo foram avaliadas 24 disciplinas e foram realizadas 264.581 provas menos 1600 testes do que no ano anterior.
Fonte: http://www.publico.pt/Educação/um-quarto-dos-alunos-reprovou-a-fisica-e-quimica-a_1445833
Para consultarem os dados a nível nacional cliquem aqui.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Exame de Geografia A 2010 - 1ª Fase
Hoje decorreu a o exame de Geografia A (10º/11º ano) da 1ª Fase. O exame, na minha opinião, sendo menos difícil do que o do ano lectivo anterior (1ª Fase), especialmente na parte referente às questões de escolha múltipla, não deixou de apresentar bastantes dificuldades aos alunos.
O grupo V estruturado a partir da figura 5, que reproduz uma carta sinóptica, pode criar alguma dificuldade de análise visto que o nosso país encontra-se, na figura, praticamente à mesma distância de um centro de baixas pressões e de um centro de altas pressões. Ainda que a imagem de satélite da figura 6 mostre um país sem nuvens (o que permite associar a situação meteorológica a um centro de altas pressões), a grande proximidade de um centro de baixas pressões do sul do país pode causar nos alunos alguma confusão na interpretação da pergunta 1 do mesmo grupo. É pena que não escolham para os exames imagens de situações barométricas mais evidentes.
Também estranhei a pergunta 3 do grupo V em que se pede para os alunos referirem as "duas condições meteorológicas que, além da temperatura baixa, proporcionam a formação de geada". Penso que a formação de geada não é propriamente um conteúdo destacado pelo programa da disciplina. A maioria dos professores de Geografia A abordam o fenómeno da geada de um modo superficial, não me parecendo muito adequado o destaque dado pelo exame ao assunto.
A pergunta 1 do grupo VI também deixa-me algumas reticências.
De seguida podem conhecer a prova e os respectivos critérios de classificação.
O grupo V estruturado a partir da figura 5, que reproduz uma carta sinóptica, pode criar alguma dificuldade de análise visto que o nosso país encontra-se, na figura, praticamente à mesma distância de um centro de baixas pressões e de um centro de altas pressões. Ainda que a imagem de satélite da figura 6 mostre um país sem nuvens (o que permite associar a situação meteorológica a um centro de altas pressões), a grande proximidade de um centro de baixas pressões do sul do país pode causar nos alunos alguma confusão na interpretação da pergunta 1 do mesmo grupo. É pena que não escolham para os exames imagens de situações barométricas mais evidentes.
Também estranhei a pergunta 3 do grupo V em que se pede para os alunos referirem as "duas condições meteorológicas que, além da temperatura baixa, proporcionam a formação de geada". Penso que a formação de geada não é propriamente um conteúdo destacado pelo programa da disciplina. A maioria dos professores de Geografia A abordam o fenómeno da geada de um modo superficial, não me parecendo muito adequado o destaque dado pelo exame ao assunto.
A pergunta 1 do grupo VI também deixa-me algumas reticências.
De seguida podem conhecer a prova e os respectivos critérios de classificação.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Exames de Geografia - provas e critérios de classificação de 2006 a 2009
Para ajudar os alunos que se preparam para fazer o exame de Geografia A, fiz uma compilação de links que permitirão aos alunos aceder a todas as provas e respectivos critérios de classificação desde 2006 até 2009, incluíndo a primeira e a segunda fase em cada ano.
Até aos exames de 2007, o link dá acesso simultaneamente à prova e aos critérios de classificação. A partir de 2008, têm que clicar separadamente os links que dão acesso exclusivamente ou à prova ou aos critérios de classificação. Espero que vos seja útil.
Tenham muito cuidado com as questões de escolha múltipla que são, normalmente, as mais difíceis e valem no total 10 valores (5 pontos x 20 perguntas).
Desejo a todos um bom trabalho e bons resultados nos exames, especialmente para os meus alunos do 11ªG da ESRT. Não me deixem ficar mal. OK.?
Até aos exames de 2007, o link dá acesso simultaneamente à prova e aos critérios de classificação. A partir de 2008, têm que clicar separadamente os links que dão acesso exclusivamente ou à prova ou aos critérios de classificação. Espero que vos seja útil.
Tenham muito cuidado com as questões de escolha múltipla que são, normalmente, as mais difíceis e valem no total 10 valores (5 pontos x 20 perguntas).
Desejo a todos um bom trabalho e bons resultados nos exames, especialmente para os meus alunos do 11ªG da ESRT. Não me deixem ficar mal. OK.?
2006 (1ª fase)
2o06 (2ª fase)
2007 (1ª fase)
2007 (2ª fase)
2008 (1ª fase) Prova critérios
2008 (2ª fase) Prova critérios
2009 (1ª Fase) Prova critérios
2009 (2ª fase) Prova critérios
quinta-feira, 10 de junho de 2010
ESRT - Calendário das aulas de apoio aos exames nacionais de Geografia A (11ºano)
9 - Quarta
9:05 /10:55 - 11ºG (Prof. Eduardo Vales)
14 - Segunda
9:05/10:55 – 11ºG (Prof. Eduardo Vales)
10:10 / 11:50 - 11º H (Prof.ª Carmelina Moura)
15 - Terça
10:10 -/ 12:00 - 11º H (Prof.ª Carmelina Moura)
9:05/10:55 – 11ºG (Prof. Eduardo Vales)
21 - Segunda
11:30/13:30 - 11º H (Prof.ª Carmelina Moura)
Apareçam!...
9:05 /10:55 - 11ºG (Prof. Eduardo Vales)
14 - Segunda
9:05/10:55 – 11ºG (Prof. Eduardo Vales)
10:10 / 11:50 - 11º H (Prof.ª Carmelina Moura)
15 - Terça
10:10 -/ 12:00 - 11º H (Prof.ª Carmelina Moura)
9:05/10:55 – 11ºG (Prof. Eduardo Vales)
21 - Segunda
11:30/13:30 - 11º H (Prof.ª Carmelina Moura)
Apareçam!...
sábado, 30 de janeiro de 2010
Exames e Provas de Aferição - prazos de inscrição e calendário

O Ministério da Educação já definiu os prazos para inscrição nas provas de exame nacionais, exames e provas de equivalência à frequência, bem como o calendário para a realização dos exames nacionais, dos ensinos básico e secundário, no ano lectivo de 2009/2010.
Prazos de inscrição nos exames do ensino básico
Os alunos do 9.º ano são automaticamente inscritos nos exames nacionais de Língua Portuguesa e de Matemática pelos serviços de administração escolar.
Para os alunos autopropostos, a inscrição nos exames nacionais de Língua Portuguesa e de Matemática do 9.º ano e nos exames de equivalência à frequência do 3.º ciclo decorre de 22 de Fevereiro a 3 de Março.
Devem inscrever-se dentro do mesmo prazo os alunos dos cursos de educação e formação, dos percursos curriculares alternativos e outros que, estando dispensados dos exames, pretendam prosseguir estudos nos cursos científico-humanísticos, bem como os alunos do 2.º ciclo, fora da escolaridade obrigatória (18 anos), como autopropostos, nos exames de equivalência à frequência.
Os alunos dos 8.º e 9.º anos que tenham iniciado o ano lectivo de 2009/2010 com 15 ou mais anos, que anulem a matrícula após 3 de Março, inscrevem-se nos dois dias úteis a seguir à data da anulação.
Os alunos dos 8.º e 9.º anos que completem 15 anos até 31 de Agosto de 2010, reprovem na avaliação sumativa final e se candidatem aos exames como autopropostos inscrevem-se no dia útil a seguir ao da afixação das pautas de avaliação do 3.º período.
A inscrição para a época de Setembro nos exames de equivalência à frequência dos alunos autopropostos dos 2.º e 3.º ciclos que, tendo realizado os exames na fase de Junho, não concluíram o ciclo de estudos decorre de 16 a 20 de Julho, desde que a sua realização lhes permita a certificação da conclusão do ciclo.
Calendário dos exames do ensino básico
Os exames nacionais do 3.º ciclo realizam-se numa fase única com duas chamadas. Na primeira chamada, que é obrigatória, o exame de Língua Portuguesa realiza-se no dia 16 de Junho, e o de Matemática, no dia 18 de Junho. Na segunda chamada, destinada a situações excepcionais, estes exames realizam-se, respectivamente, nos dias 23 e 25 de Junho.
A primeira chamada do exame de Português Língua não Materna - nível iniciação e nível intermédio, destinada a avaliar os alunos de acordo com o seu nível de proficiência linguística, realiza-se no dia 16 de Junho, e a segunda chamada, no dia 14 de Julho.
Os exames de equivalência à frequência dos 2.º e 3.º ciclos realizam-se em Junho e em Setembro, com uma só chamada, que decorre entre 16 de Junho e 2 de Julho para o 3.º ciclo; 25 de Junho e 7 de Julho para o 2.º ciclo; 1 e 7 de Setembro para os 2.º e 3.º ciclos.
As pautas referentes às classificações da primeira e da segunda chamada dos exames nacionais de Língua Portuguesa e de Matemática são afixadas a 13 de Julho.
As pautas relativas às classificações dos exames de equivalência às restantes disciplinas devem ser afixadas até ao dia 14 de Julho, sendo as da segunda fase divulgadas até ao dia 13 de Setembro.
Prazos de inscrição nos exames nacionais e nas provas de equivalência à frequência do ensino secundário
Os prazos de inscrição para admissão à primeira fase dos exames nacionais do ensino secundário decorrem nos seguintes períodos: o prazo normal, de 22 de Fevereiro a 3 de Março; o prazo suplementar, a 4 e 5 de Março. As inscrições para a segunda fase dos exames decorrem a 9 e a 12 de Julho.
A inscrição nas provas de equivalência à frequência decorre nos mesmos prazos, com excepção dos alunos que anularem a matrícula até ao 5.º dia de aulas do 3.º período, que ocorrerá nos termos do regulamento de exames, a divulgar oportunamente.
Calendário dos exames nacionais e das provas de equivalência à frequência do ensino secundário
A primeira fase dos exames nacionais das disciplinas dos cursos do ensino secundário decorre de 16 a 23 de Junho. A segunda fase decorre de 14 a 19 de Julho.
As provas de equivalência à frequência, a realizar em chamada única, devem ter estes prazos como referência.
As pautas referentes à primeira fase dos exames e das provas de equivalência à frequência do ensino secundário são afixadas no dia 8 de Julho, sendo as da segunda fase divulgadas no dia 30 de Julho.
Os resultados dos processos de reapreciação das provas e dos exames são afixados, para a primeira fase, em 12 de Agosto e, para a segunda fase, em 30 de Agosto.
Para mais informações, consultar o despacho publicado no Diário da República.
Os exames de Geografia A têm o seguinte calendário: 1ªfase: 22 de Junho, às 9h; 2º Fase: 15 de Julho, às 9h.
Fonte: http://www.min-edu.pt/np3/np3/4567.html
Prazos de inscrição nos exames do ensino básico
Os alunos do 9.º ano são automaticamente inscritos nos exames nacionais de Língua Portuguesa e de Matemática pelos serviços de administração escolar.
Para os alunos autopropostos, a inscrição nos exames nacionais de Língua Portuguesa e de Matemática do 9.º ano e nos exames de equivalência à frequência do 3.º ciclo decorre de 22 de Fevereiro a 3 de Março.
Devem inscrever-se dentro do mesmo prazo os alunos dos cursos de educação e formação, dos percursos curriculares alternativos e outros que, estando dispensados dos exames, pretendam prosseguir estudos nos cursos científico-humanísticos, bem como os alunos do 2.º ciclo, fora da escolaridade obrigatória (18 anos), como autopropostos, nos exames de equivalência à frequência.
Os alunos dos 8.º e 9.º anos que tenham iniciado o ano lectivo de 2009/2010 com 15 ou mais anos, que anulem a matrícula após 3 de Março, inscrevem-se nos dois dias úteis a seguir à data da anulação.
Os alunos dos 8.º e 9.º anos que completem 15 anos até 31 de Agosto de 2010, reprovem na avaliação sumativa final e se candidatem aos exames como autopropostos inscrevem-se no dia útil a seguir ao da afixação das pautas de avaliação do 3.º período.
A inscrição para a época de Setembro nos exames de equivalência à frequência dos alunos autopropostos dos 2.º e 3.º ciclos que, tendo realizado os exames na fase de Junho, não concluíram o ciclo de estudos decorre de 16 a 20 de Julho, desde que a sua realização lhes permita a certificação da conclusão do ciclo.
Calendário dos exames do ensino básico
Os exames nacionais do 3.º ciclo realizam-se numa fase única com duas chamadas. Na primeira chamada, que é obrigatória, o exame de Língua Portuguesa realiza-se no dia 16 de Junho, e o de Matemática, no dia 18 de Junho. Na segunda chamada, destinada a situações excepcionais, estes exames realizam-se, respectivamente, nos dias 23 e 25 de Junho.
A primeira chamada do exame de Português Língua não Materna - nível iniciação e nível intermédio, destinada a avaliar os alunos de acordo com o seu nível de proficiência linguística, realiza-se no dia 16 de Junho, e a segunda chamada, no dia 14 de Julho.
Os exames de equivalência à frequência dos 2.º e 3.º ciclos realizam-se em Junho e em Setembro, com uma só chamada, que decorre entre 16 de Junho e 2 de Julho para o 3.º ciclo; 25 de Junho e 7 de Julho para o 2.º ciclo; 1 e 7 de Setembro para os 2.º e 3.º ciclos.
As pautas referentes às classificações da primeira e da segunda chamada dos exames nacionais de Língua Portuguesa e de Matemática são afixadas a 13 de Julho.
As pautas relativas às classificações dos exames de equivalência às restantes disciplinas devem ser afixadas até ao dia 14 de Julho, sendo as da segunda fase divulgadas até ao dia 13 de Setembro.
Prazos de inscrição nos exames nacionais e nas provas de equivalência à frequência do ensino secundário
Os prazos de inscrição para admissão à primeira fase dos exames nacionais do ensino secundário decorrem nos seguintes períodos: o prazo normal, de 22 de Fevereiro a 3 de Março; o prazo suplementar, a 4 e 5 de Março. As inscrições para a segunda fase dos exames decorrem a 9 e a 12 de Julho.
A inscrição nas provas de equivalência à frequência decorre nos mesmos prazos, com excepção dos alunos que anularem a matrícula até ao 5.º dia de aulas do 3.º período, que ocorrerá nos termos do regulamento de exames, a divulgar oportunamente.
Calendário dos exames nacionais e das provas de equivalência à frequência do ensino secundário
A primeira fase dos exames nacionais das disciplinas dos cursos do ensino secundário decorre de 16 a 23 de Junho. A segunda fase decorre de 14 a 19 de Julho.
As provas de equivalência à frequência, a realizar em chamada única, devem ter estes prazos como referência.
As pautas referentes à primeira fase dos exames e das provas de equivalência à frequência do ensino secundário são afixadas no dia 8 de Julho, sendo as da segunda fase divulgadas no dia 30 de Julho.
Os resultados dos processos de reapreciação das provas e dos exames são afixados, para a primeira fase, em 12 de Agosto e, para a segunda fase, em 30 de Agosto.
Para mais informações, consultar o despacho publicado no Diário da República.
Os exames de Geografia A têm o seguinte calendário: 1ªfase: 22 de Junho, às 9h; 2º Fase: 15 de Julho, às 9h.
Fonte: http://www.min-edu.pt/np3/np3/4567.html
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Turismo em Espaço Rural
A propósito do tema do Turismo em Espaço Rural de Geografia A, 11º ano, mostro-vos alguns vídeos alusivos ao tema.
As Aldeias de Xisto - um novo produto turístico português
Reportagem da Sic - Casa grande - Turismo Rural na Serra da Estrela
Turismo Rural Monte da Pedra
Roteiro de fim de semana - Aldeia da Mata Pequena
As Aldeias de Xisto - um novo produto turístico português
Reportagem da Sic - Casa grande - Turismo Rural na Serra da Estrela
Turismo Rural Monte da Pedra
Roteiro de fim de semana - Aldeia da Mata Pequena
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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Vila Real: Mil euros para bebés ou casais que se fixem na freguesia de Vila Cova
Aldeia de Vila Cova, distrito de Vila RealO problema da desertificação do interior, do envelhecimento demográfico e da baixa taxa de natalidade está a preocupar cada vez mais. A Junta de Freguesia de Vila Cova, Vila Real, anunciou hoje que vai atribuir mil euros a cada bebé que nasça ou a um casal que se fixe na freguesia, uma medida que quer combater a desertificação de uma aldeia onde ninguém nasce há três anos.
Vejam a notícia publicada hoje no Público on line:
Vejam a notícia publicada hoje no Público on line:
Maurício Carvalho disse à Agência Lusa que as medidas de incentivo à natalidade e à fixação de pessoas na freguesia começam a ser implementadas a partir de sexta-feira, 1 de Janeiro de 2010.
“Estas medidas têm como objectivo atrair pessoas que vivam em outras aldeias ou até nas cidades para virem residir em Vila Cova”, salientou.
O autarca referiu ainda que “o último bebé que nasceu na freguesia foi já há três anos”.
Adiantou, no entanto, que o subsídio de natalidade “vai ser entregue pela primeira vez em 2010”.
Encravada na serra do Marão, a freguesia de Vila Cova, composta pelas aldeias de Vila Cova e Mascozelo, acolhe cerca de 200 habitantes espalhados por 80 fogos.
Maurício Carvalho diz que a aposta da junta é “na qualidade de vida” dos seus habitantes e, por isso, a freguesia dispõe de uma rede wireless para que todos tenham acesso gratuito à Internet.
O autarca referiu ainda que a junta vai propor à Assembleia de Compartes de Vila Cova, que gere os baldios, que comparticipe na conta de luz dos habitantes.
É que, segundo referiu, os rendimentos da Assembleia de Compartes provêem exclusivamente do parque eólico instalado nos terrenos da freguesia.
“E em breve irá ter mais um parque com 14 aerogeradores”, sublinhou.
Por isso mesmo, a ideia da junta é que “cada habitação que tenha um contador de electricidade seja financiada pela Assembleia de Compartes com uma taxa fixa anual”.
“Será mais uma forma de contribuir para que as pessoas aqui se fixem”, salientou.
Fonte: http://www.publico.pt/Sociedade/vila-real-mil-euros-para-bebes-ou-casais-que-se-fixem-na-freguesia-de-vila-cova_1415897
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Temperatura em Portugal aumentou 1,2 graus desde 1930

A temperatura média em Portugal aumentou 1,2 graus desde 1930, segundo dados do Instituto de Meteorologia. Hoje (dia 8 de Dezembro de 2009) em Copenhaga, a Organização Mundial de Meteorologia divulgou que a década de 2000 a 2009 deverá ser “a mais quente já alguma vez registada”.
A temperatura média em Portugal subiu 1,2 graus desde 1930. Antes disso demorara um século para aumentar 0,8 graus.
“Estamos a bater recordes sucessivos de Verões mais quentes, ondas de calor mais prolongadas. Nos últimos 30 anos houve uma curva ascendente nas temperaturas médias”, disse Adérito Serrão, presidente do Instituto de Meteorologia (IM).
“Tudo o que ultrapassa os dois graus [de aumento da temperatura] em relação a 1990 tem consequências com irreversibilidade nos ecossistemas e poderá gerar catástrofes, como aconteceram já no passado, mas com mais intensidade”, acrescentou.
O Instituto de Meteorologia tem um projecto em parceria com a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa para estudar cenários climáticos e medir os seus impactos no continente. “Temos que actuar ao nível da adaptação. É necessário estimar o que vai acontecer para que os vários sectores tenham medidas adequadas às alterações climáticas. Tudo o que estiver na mão do Homem deve ser tentado e conseguido”.
O IM dispõe também de um observatório de secas que antecipa situações de falta de água para que os serviços tomem medidas de precaução. As previsões já apontam para uma diminuição da frequência das chuvas, para um aumento das temperaturas médias e dos valores extremos.
Década 2000 a 2009 deverá ser a mais quente desde que há registo
Hoje, a Organização Mundial de Meteorologia (OMM) revelou na conferência de Copenhaga que a década de 2000 a 2009 será, provavelmente, “a mais quente já alguma vez registada”.
Para o ano 2009, os dados provisórios indicam que deverá ser o quinto mais quente, em termos de temperaturas médias à superfície do planeta. Michel Jarraud, secretário-geral da OMM adiantou que os resultados definitivos deverão ser anunciados em Março de 2010.
De momento, 2009 já é o terceiro ano mais quente alguma vez registado na Austrália. A China viveu a pior seca dos seus últimos 30 anos. E no final de Julho, numerosas cidades canadianas, como Vancouver e Vitcória, registaram as temperaturas mais elevadas da sua história.
“Vivemos uma tendência de aquecimento, não temos dúvidas quanto a isso. Mas não podemos fazer previsões para o próximo ano”, explicou, quando questionado pelos jornalistas.
Também o britânico Met Office Hadley Centre revelou hoje os seus dados. Segundo este instituto, as temperaturas médias globais têm vindo a aumentar desde 1850, com uma aceleração a partir de 1970. Esta conclusão baseou-se nos dados recolhidos em 1500 estações meteorológicas espalhadas por todo o mundo, utilizadas para monitorizar o clima.
Os representantes de 192 países estão reunidos na capital dinamarquesa, até 18 de Dezembro, para concluírem um acordo mundial de luta contra o aquecimento global. O objectivo maior é limitar o aumento da temperatura nos dois graus, em relação aos níveis pré-industriais.
Fonte: http://static.publico.clix.pt/copenhaga/noticia.aspx?id=1413032
A temperatura média em Portugal subiu 1,2 graus desde 1930. Antes disso demorara um século para aumentar 0,8 graus.
“Estamos a bater recordes sucessivos de Verões mais quentes, ondas de calor mais prolongadas. Nos últimos 30 anos houve uma curva ascendente nas temperaturas médias”, disse Adérito Serrão, presidente do Instituto de Meteorologia (IM).
“Tudo o que ultrapassa os dois graus [de aumento da temperatura] em relação a 1990 tem consequências com irreversibilidade nos ecossistemas e poderá gerar catástrofes, como aconteceram já no passado, mas com mais intensidade”, acrescentou.
O Instituto de Meteorologia tem um projecto em parceria com a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa para estudar cenários climáticos e medir os seus impactos no continente. “Temos que actuar ao nível da adaptação. É necessário estimar o que vai acontecer para que os vários sectores tenham medidas adequadas às alterações climáticas. Tudo o que estiver na mão do Homem deve ser tentado e conseguido”.
O IM dispõe também de um observatório de secas que antecipa situações de falta de água para que os serviços tomem medidas de precaução. As previsões já apontam para uma diminuição da frequência das chuvas, para um aumento das temperaturas médias e dos valores extremos.
Década 2000 a 2009 deverá ser a mais quente desde que há registo
Hoje, a Organização Mundial de Meteorologia (OMM) revelou na conferência de Copenhaga que a década de 2000 a 2009 será, provavelmente, “a mais quente já alguma vez registada”.
Para o ano 2009, os dados provisórios indicam que deverá ser o quinto mais quente, em termos de temperaturas médias à superfície do planeta. Michel Jarraud, secretário-geral da OMM adiantou que os resultados definitivos deverão ser anunciados em Março de 2010.
De momento, 2009 já é o terceiro ano mais quente alguma vez registado na Austrália. A China viveu a pior seca dos seus últimos 30 anos. E no final de Julho, numerosas cidades canadianas, como Vancouver e Vitcória, registaram as temperaturas mais elevadas da sua história.
“Vivemos uma tendência de aquecimento, não temos dúvidas quanto a isso. Mas não podemos fazer previsões para o próximo ano”, explicou, quando questionado pelos jornalistas.
Também o britânico Met Office Hadley Centre revelou hoje os seus dados. Segundo este instituto, as temperaturas médias globais têm vindo a aumentar desde 1850, com uma aceleração a partir de 1970. Esta conclusão baseou-se nos dados recolhidos em 1500 estações meteorológicas espalhadas por todo o mundo, utilizadas para monitorizar o clima.
Os representantes de 192 países estão reunidos na capital dinamarquesa, até 18 de Dezembro, para concluírem um acordo mundial de luta contra o aquecimento global. O objectivo maior é limitar o aumento da temperatura nos dois graus, em relação aos níveis pré-industriais.
Fonte: http://static.publico.clix.pt/copenhaga/noticia.aspx?id=1413032
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Preparação para os exames nacionais de Geografia A

Pensando especificamente nos alunos do 11º ano de Geografia A que vão ter exame nacional no final do ano lectivo, têm aqui dois links ao site do GAVE que poderão ser muito úteis para a se prepararem para o referido exame.
Os links são os seguintes:
http://bi.gave.min-edu.pt/bi/es/966/ (banco de questões)
http://www.gave.min-edu.pt/np3/103.html (enunciados e os critérios de classificação dos exames nacionais dos anos anteriores).
Assim, já podem ir treinando as questões de exame que poderão encontrar nos dois endereços.
A competitividade dos trabalhadores portugueses é inferior a 30 por cento da média europeia

Um relatório da Associação Industrial portuguesa (AIP) revela mais uma vez um facto que é extremamente penalizador para a competitividade das empresas portuguesas e para a economia nacional: a produtividade em Portugal é 30 por cento inferior à da média europeia.
Para Jorge Rocha de Matos, presidente da associação, este indicador envergonha Portugal.
Este é um assunto deveras preocupante para o futuro do país. É a nossa sobrevivência enquanto povo e nação que está em causa. Não se esqueçam que o futuro começa hoje e é na própria Escola que deve começar a mudança de mentalidades. Todos nós devemos ser mais produtivos. Os alunos deveriam aproveitar melhor o seu percurso escolar, aproveitar melhor o trabalho desenvolvido pelos professores e desenvolver ao máximo as suas capacidades e competências de modo a que, num futuro muito próximo, possam ser mais úteis ao país e contribuir para a inversão desta situação. O atraso do nosso país não pode ser encarado como uma fatalidade. Todos podemos contribuir para um país melhor e mais competitivo.
Para Jorge Rocha de Matos, presidente da associação, este indicador envergonha Portugal.
Este é um assunto deveras preocupante para o futuro do país. É a nossa sobrevivência enquanto povo e nação que está em causa. Não se esqueçam que o futuro começa hoje e é na própria Escola que deve começar a mudança de mentalidades. Todos nós devemos ser mais produtivos. Os alunos deveriam aproveitar melhor o seu percurso escolar, aproveitar melhor o trabalho desenvolvido pelos professores e desenvolver ao máximo as suas capacidades e competências de modo a que, num futuro muito próximo, possam ser mais úteis ao país e contribuir para a inversão desta situação. O atraso do nosso país não pode ser encarado como uma fatalidade. Todos podemos contribuir para um país melhor e mais competitivo.
Vejam agora a notícia da TSF on line publicada ontem:
O indicador de produtividade apresenta um valor de 70,8 por cento da média da União Europeia em 2008, o que significa que Portugal produz em média menos 30 por cento do que os restantes países europeus.
«Este é sem duvida o indicador mais critico e que nos envergonha, pois nenhum país consegue afirmar-se competitivamente, crescer e desenvolver-se de forma sustentada sem que a produtividade aumente significativamente», disse o presidente da AIP, frisando que alterar esta situação é um «desafio colectivo» que Portugal deve abraçar.
No que diz respeito à educação e à formação, o relatório da competitividade diz que Portugal está muito aquém da meta estabelecida para 2010 pelo plano tecnológico. Em 2008, apenas 54,3 por cento dos jovens completaram o ensino secundário.
A eficiência energética merece também nota negativa, aparecendo na cauda da Europa.
Perante estes dados, Jorge Rocha de Matos defendeu que é urgente uma convergência entre empresários e o Estado, por considerar que a resposta necessária não pode passar unicamente pelos empresários ou pela administração pública.
Na opinião do responsável da AIP, essa convergência é essencial para conseguir aproximar Portugal da União Europeia.
Apesar de as questões essenciais terem nota negativa neste relatório, há também a salientar dados positivos, como um aumento do número de licenciados em ciências e tecnologia e, pela primeira vez, um excelente destaque a fontes renovareis no consumo de electricidade.
O documento destaca ainda que pela primeira vez Portugal está na lista dos países moderadamente inovadores.
Fonte: http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1417251
Vejam agora uma reportagem da RTP alusiva ao mesmo assunto.
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quarta-feira, 11 de novembro de 2009
População portuguesa é a que envelhece mais depressa na UE

Segundo um relatório apresentado hoje no Parlamento europeu em Bruxelas pelo Instituto de polítia Familiar (IFP) Portugal é o país da União Europeia em que a população está a envelhecer mais depressa. Esta é mais uma situação deveras preocupante para o nosso país e para os outros países da UE, que pode pôr em causa o nosso futuro.
Vejam agora a notícia do Público on line publicada hoje:
A organização refere que as pessoas com mais de 65 anos passaram de 11,2 por cento em 1980 para 17,4 por cento em 2008. Imediatamente atrás de Portugal segue a Espanha, segundo o mesmo documento, que adianta que uma em cada cinco pessoas tem mais de 65 anos em Portugal, Itália, Alemanha, Grécia e Suécia. A Irlanda é o país com a população mais jovem, com uma média de 35,1 anos. Em Portugal, a média é de 40,5.
Também a par da Espanha e da Itália, no âmbito da União Europeia a 15, Portugal é referido como o país que oferece menos assistência às famílias (1,2 por cento do Produto Interno Bruto - PIB), estando abaixo da média europeia, que é de 2,1 por cento do PIB. Os valores dos benefícios sociais para as famílias variam entre 23 e 2158 euros no espaço comunitário. Mas dentro dos 15, Portugal (151 euros anuais por pessoa, dados de 2006) e Espanha (212 euros) são apontados como os que menos dão assistência.
Portugal, tal como seis outros países, é indicado como tendo restrições nos rendimentos que impedem um grande número de famílias de receber benefícios directos para as crianças. O IPF também caracteriza como “nível crítico” a taxa de nascimento de 1,34, embora acima da Eslováquia, que tem o valor mais baixo da UE (1,25).
"Inverno demográfico"
A Europa está "imersa num nunca visto Inverno Demográfico", refere o mesmo instituto, ao lembrar o défice anual de nascimentos, o aumento dos abortos e a “explosão” de divórcios.
O relatório refere o aumento de idosos em relação aos menores de 14 anos, o decréscimo de 775 mil nascimentos anuais numa comparação com dados de há 26 anos (menos 12,5 por cento), a realização de 1,2 milhões de abortos, a descida de mais de 725 mil casamentos por ano e um milhão de divórcios. "O aborto e o cancro são as principais causas de morte", assinalou. A cada 27 segundos há um aborto nos 27 e a cada três minutos uma rapariga jovem interrompe uma gravidez, refere o relatório.
"Desde 1990 houve 28 milhões de abortos na União Europeia. Tantos como a população de Malta, Luxemburgo, Chipre, Estónia, Eslovénia, Letónia, Lituânia, Irlanda, Finlândia e Eslováquia", lê-se. Para o IPF, é necessário redireccionar as políticas da família dos países da União Europeia, de forma a encará-las como "um grupo social, económico, educativo e emocional” e não apenas “individualmente".
O relatório sublinha que tem sido a imigração a principal alavanca para o crescimento da população nos 27 e adianta que a Europa é cada vez mais um velho continente: há 85 milhões de idosos contra 78,5 milhões de jovens abaixo dos 14 anos. A média de idades fixa-se nos 40,3 anos, um aumento de três anos em 15 anos.
O IPF refere que se a pirâmide demográfica continuar a inverter-se, em 2050 a população europeia perderá 27,3 milhões de pessoas, caindo para 472 milhões, e a Alemanha será o país mais afectado. O documento também refere que uma em cada três crianças nasce fora do casamento, em especial na França e Reino Unido. O documento refere ainda haver 43 por cento de pessoas não casadas contra 45 que contraíram matrimónio.
"Há mais de um milhão de divórcios, o equivalente a um colapso de casamento a cada 30 segundos. Mais de 10,3 milhões de divórcios em 10 anos (1997-2007) na EU dos 27 afectou mais de 17 milhões de crianças", lê-se. Por outro lado, duas em três famílias não têm crianças. Em média, os agregados familiares têm 2,4 elementos. Entre os apoios, defende-se, num prazo de cinco anos, o gasto de 2,5 por cento do PIB para a Família, 125 euros mensais para crianças e durante nove meses para as grávidas.
Fonte: http://www.publico.pt/Sociedade/populacao-portuguesa-e-a-que-envelhece-mais-depressa-na-ue_1409358
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Movimento acusa Espanha de não cumprir caudais mínimos do Tejo

O movimento Protejo, constituído por meio milhar de cidadãos e 21 organizações ambientalistas e de defesa do Tejo, sustenta que Espanha não cumpriu os caudais mínimos previstos na convenção celebrada entre os dois países ibéricos e que, no último ano hidrológico, entraram no Tejo português menos 236 hectómetros cúbicos (hm3) do que o mínimo estabelecido.
O porta-voz do movimento diz que, em Outubro, o Tejo português registou "o valor mensal mais baixo da última década", com graves consequências para os ecossistemas e as povoações ribeirinhas do Médio Tejo. Paulo Constantino contraria declarações do presidente do Instituto da Água (Inag), que referiu que os 20 hm3 de água que Espanha pretende desviar para o Parque Natural de Tablas de Daimiel não terão implicações em Portugal. O transvase agora aprovado pelo Governo espanhol envolve 66,9 hm3, que deverão ser desviados da cabeceira do Tejo.
Diz o dirigente do movimento que a medida também é contestada por muitas organizações não governamentais espanholas, que defendem que o incêndio que afecta há meses a turfa do parque de Tablas de Daimiel deve ser apagado com água de poços e da barragem de Peñarroya, "não permitindo que se saqueie a cabeceira do Tejo".
O Protejo tem dados dos caudais que passaram no Tejo na zona do Fratel no ano hidrológico de 2008/2009 que demonstram que "Espanha não cumpriu" os 2700 hm3 estabelecidos como mínimo na convenção de albufeira. Paulo Constantino diz que as autoridades espanholas deixaram "passar" apenas 2464 hm3 "devido à diminuição de caudais provocada pelos transvases para outras bacias hidrográficas de água falsamente catalogada por Espanha como "excedentária"".
E sustenta que a situação não pode ser atribuída a problemas de seca ou de falta de água. "Havia água para cumprir a convenção, mas Espanha preferiu transvasá-la para o regadio e consumo habitacional da região de Múrcia", prossegue o porta-voz do movimento, afirmando que no último ano hidrológico o país vizinho transvasou 296 hm3 de água do Tejo para as bacias do Segura e do Guadiana, mais do que suficientes para cumprir a convenção.
"Tejo não pode ser um bar aberto"
Paulo Constantino considera "lamentável que, apesar do incumprimento no ano hidrológico de 2008/2009 e da alegada promessa de reposição de água feitas pelos representantes espanhóis à comissão da convenção de albufeira, Espanha continue a realizar transvases no primeiro trimestre do presente ano hidrológico".
O dirigente do movimento sublinha ainda que o Tejo "não pode ser um bar aberto" e que não se pode aceitar "que Espanha use e abuse da água do Tejo a seu belo prazer, algo que seria inaceitável em qualquer outro rio do mundo, ainda para mais num rio internacional".
Fonte: http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1408900
O porta-voz do movimento diz que, em Outubro, o Tejo português registou "o valor mensal mais baixo da última década", com graves consequências para os ecossistemas e as povoações ribeirinhas do Médio Tejo. Paulo Constantino contraria declarações do presidente do Instituto da Água (Inag), que referiu que os 20 hm3 de água que Espanha pretende desviar para o Parque Natural de Tablas de Daimiel não terão implicações em Portugal. O transvase agora aprovado pelo Governo espanhol envolve 66,9 hm3, que deverão ser desviados da cabeceira do Tejo.
Diz o dirigente do movimento que a medida também é contestada por muitas organizações não governamentais espanholas, que defendem que o incêndio que afecta há meses a turfa do parque de Tablas de Daimiel deve ser apagado com água de poços e da barragem de Peñarroya, "não permitindo que se saqueie a cabeceira do Tejo".
O Protejo tem dados dos caudais que passaram no Tejo na zona do Fratel no ano hidrológico de 2008/2009 que demonstram que "Espanha não cumpriu" os 2700 hm3 estabelecidos como mínimo na convenção de albufeira. Paulo Constantino diz que as autoridades espanholas deixaram "passar" apenas 2464 hm3 "devido à diminuição de caudais provocada pelos transvases para outras bacias hidrográficas de água falsamente catalogada por Espanha como "excedentária"".
E sustenta que a situação não pode ser atribuída a problemas de seca ou de falta de água. "Havia água para cumprir a convenção, mas Espanha preferiu transvasá-la para o regadio e consumo habitacional da região de Múrcia", prossegue o porta-voz do movimento, afirmando que no último ano hidrológico o país vizinho transvasou 296 hm3 de água do Tejo para as bacias do Segura e do Guadiana, mais do que suficientes para cumprir a convenção.
"Tejo não pode ser um bar aberto"
Paulo Constantino considera "lamentável que, apesar do incumprimento no ano hidrológico de 2008/2009 e da alegada promessa de reposição de água feitas pelos representantes espanhóis à comissão da convenção de albufeira, Espanha continue a realizar transvases no primeiro trimestre do presente ano hidrológico".
O dirigente do movimento sublinha ainda que o Tejo "não pode ser um bar aberto" e que não se pode aceitar "que Espanha use e abuse da água do Tejo a seu belo prazer, algo que seria inaceitável em qualquer outro rio do mundo, ainda para mais num rio internacional".
Fonte: http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1408900
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terça-feira, 14 de julho de 2009
Exame de Geografia A - 2ª Fase

Hoje foi feito o exame nacional de Geografia A (2ª fase). Na minha opinião foi muito mais fácil que o da 1ª fase. Os grupos de escolha múltipla foram de um modo geral fáceis, ainda que uma ou outra fosse um tanto ou quanto difícil, com alguma subjectividade. As perguntas abertas foram claramente mais fáceis e algumas até incrivelmente fáceis, como aquelas do grupo dedicado à demografia.
Infelizmente foram muito poucos os alunos que fizeram o exame nesta fase. A esmagadora maioria dos alunos da Escola Secundária de Rio Tinto fez o exame da 1ª fase, tendo sido prejudicados por um exame bastante mais difícil, como já foi referido em postagens anteriores. Não foi justo para estes alunos.
Para todos os alunos que agora iniciam as suas férias, desejo que estas sejam muito boas, que se divirtam e que descansem o suficiente para enfrentar com força e determinação o próximo ano lectivo, seja na Escola Secundária ou na Faculdade.
Para os alunos que concluiram o secundário, especialmente para os do 12ºH da ESRT, os meus parabéns e o desejo que entrem na Faculdade e que sejam felizes nessa nova fase do vosso percurso escolar. E, já agora, não se esqueçam do professor de Geografia C e do blogue. Passem por cá, sempre que puderem, e deixem os vossos comentários. Ficarei muito feliz!
Da minha parte, vou continuar a trabalhar na Escola até ao fim do mês. Até lá continuarei a "alimentar" o blogue ainda que com menor frequência pois o trabalho é mais do que muito nesta altura do ano: planificar o próximo ano lectivo e organizar as turmas do 10º ano, como é habitual.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Resultados dos exames nacionais de Geografia A de 2009 - 1ª Fase

Como já devem saber, já estão afixados na Escola os resultados dos exames nacionais do ensino secundário (1ª Fase).
No que se refere ao exame de Geografia A, e numa primeira impressão, dá para concluir que os resultados dos alunos, não tendo sido propriamente famosos, também não foram, no cômputo geral, um desastre. Para ser sincero, tive algum receio que tivessem sido piores, dado o grau de dificuldade da prova, principalmente de algumas questões de escolha múltipla e de uma ou outra questão aberta com critérios de classificação, no mínimo, "manhosos".
Alguns alunos conseguiram aguentar-se muito bem, mantendo a média da classificação interna. A maioria teve quebras ligeiras previsíveis. Outros, infelizmente, tiveram quebras significativas, que os penalizaram na média final da disciplina.
Com a realização do exame de geografia A, num total de 45 alunos internos da ESRT, 15 mantiveram a classificação interna, 27 desceram um valor e 3 desceram 2 valores. Cinco alunos reprovaram à disciplina. Todos eles tinham uma classificação interna de 10 valores.
A média dos resultados dos alunos internos da ESRT no exame de Geografia A foi de 10,2, o que é um pouco decepcionante, até porque a média nacional terá sido de 11,3.
Para tomarem conhecimento dos resultados médios (a todas as disciplinas) a nível nacional dos exames da 1ª fase cliquem aqui. Podem ainda ler aqui a análise do jornal Público dos resultados dos exames.
Se tiverem vontade, comentem os vossos resultados nos exames nacionais. Podem fazer referência aos resultados obtidos nos exames das outras disciplinas do 11º e 12º ano.
sábado, 27 de junho de 2009
Parecer sobre a prova de Geografia A da 1ª Fase pela Associação de Professores de Geografia

Como o prometido é devido, aqui fica o parecer da Associação de Professores de Geografia (APROFGEO) relativo à prova de exame de Geografia A da 1ª Fase de 2009. Como poderão constatar, o Parecer é muito crítico em relação a determinados aspectos da prova, nomeadamente a utilização de conceitos que não fazem parte do programa (diagrama triângular, albedo, ...), o maior ênfase nos conteúdos do 10º ano (mais facilmente esquecidos pelos alunos) em detrimento dos conteúdos do 11º ano (mais frescos na memória dos alunos) e, ainda, alguns critérios de classificação pouco correctos, tendo em conta o conteúdo das respectivas perguntas, nomeadamente na já tristemente famosa questão V 1.
PARECER SOBRE A PROVA DE EXAME DA 1ª FASE
GEOGRAFIA A PONTO 719 2008/2009
Aspectos positivos:
Como no ano passado, a prova está de acordo com as instruções de exame (1) quanto à estrutura e quanto às competências testadas. As instruções são suficientemente apelativas e estão bem organizadas. (2) Em relação aos documentos introdutórios, as fotografias, os mapas e os gráficos são bem legíveis. Os dois itens mais cotados, especialmente o do grupo V, favorecem a articulação de saberes. Os critérios gerais de classificação são claros e suficientes e, nos critérios específicos de classificação que dispõem da ressalva «ou outras consideradas relevantes» facilita o trabalho dos correctores.
A prova apresenta diversidade quanto ao grau de dificuldade exigido e o tempo atribuído é suficiente para a sua resolução.
Embora com distinto grau de dificuldade, as duas grandes áreas metropolitanas do País são abordadas (grupos IV e VI), ou seja, há um grupo dedicado «ao Norte» e outros dedicado «ao Sul».
Aspectos negativos:
Grupo I
Não se entende a inclusão de um diagrama triangular – grafismo com que poucos alunos estarão familiarizados – logo na introdução do 1º grupo, uma vez que todos os itens desse grupo podem ser respondidos sem o referido gráfico; mas se fosse esse o caso – a interpretação do gráfico ser imprescindível para responder a qualquer dos itens – seria extremamente penalizante para a larga maioria dos alunos uma vez que se trata de um tipo de gráfico de difícil leitura e que não é explicitamente referido no Programa (nas competências essenciais do Ensino Básico que deverão estar adquiridas é referido «ler gráficos lineares, de barras e sectogramas; (…) construir gráficos lineares e de barras; » posteriormente, nenhum tipo de gráfico é descriminado).
Grupo V
Grupo VI
No item 2, para os alunos não familiarizados com Lisboa, a avenida da Liberdade, face às características que apresenta na figura, fica no CBD e não «na expansão do CBD» como é referido no respectivo critério específico de classificação; de igual modo, desconhecerão se é ou não uma área «de grande prestígio», uma vez que a existência de muitas das marcas patentes na referida avenida ocorrem também em grandes centros comerciais de outras cidades ou noutras áreas dessa cidade; no item 3 as possíveis respostas exemplificadas são todas características físicas da habitação o que não é explicitado na formulação do item; apenas o articulado «ou outras consideradas relevantes» permite tornear essa limitação.
Quanto ao item 4, existe uma grande diferença no que é exigível e exigido (em temos dos critérios específicos de classificação) quanto ao primeiro aspecto do item «a fixação das indústrias na periferia da cidade» e quanto ao segundo - «a permanência de indústrias no interior da cidade». Nos respectivos critérios de classificação enquanto para o primeiro aspecto eles são detalhados, para o seguinte tornam-se demasiado vagos «características dos seus produtos» (que características?) e não são referidos quaisquer factores de localização para as indústrias de consumo diário «oficinas de reparação». No entanto, se um/a aluno/a responder completamente a um dos aspectos e incompletamente ao outro a cotação a atribuir é idêntica, independentemente do aspecto que é mais significativo. E nestes itens a que são atribuídos 20 pontos não há a ressalva «ou outras consideradas relevantes». Ou seja, a elaboração da resposta relativa a um destes itens - em que se pretende avaliar também a competência na expressão escrita - poderá ser seriamente penalizada pela abordagem «deficiente» de um dos dois aspectos
considerados, pelo que deveria existir um grande cuidado para que fossem completamente equivalentes em grau de dificuldade/ pertinência. Tal não se verifica no item 4. De igual modo, nada na formulação do item indica ao aluno quantos aspectos/características terá de referir. Só quando se tem acesso aos critérios específicos de classificação é que se constata que era preciso referir, neste caso, cinco aspectos diferentes, independentemente de a explicação ficar dada com a abordagem de dois, três ou quatro. É, assim, de prever que classificações globais da prova com nível elevado dificilmente ocorrerão.
Como no ano passado, continua a não haver qualquer menção às Regiões Autónomas.
considerados, pelo que deveria existir um grande cuidado para que fossem completamente equivalentes em grau de dificuldade/ pertinência. Tal não se verifica no item 4. De igual modo, nada na formulação do item indica ao aluno quantos aspectos/características terá de referir. Só quando se tem acesso aos critérios específicos de classificação é que se constata que era preciso referir, neste caso, cinco aspectos diferentes, independentemente de a explicação ficar dada com a abordagem de dois, três ou quatro. É, assim, de prever que classificações globais da prova com nível elevado dificilmente ocorrerão.
Como no ano passado, continua a não haver qualquer menção às Regiões Autónomas.
Remate:
Trata-se, novamente, de uma prova acessível, com excepção do grupo relativo à radiação solar que privilegia conhecimentos/conceitos de Física em detrimento dos de Geografia de Portugal. Assim, os alunos que melhor compreenderam o que lhes foi proposto pelo Programa de Geografia A são penalizados pela inclusão de conteúdos menos significativos para a compreensão
da disciplina, pela existência de itens de escolha múltipla em que as respostas são óbvias ou pelas poucas oportunidades de avaliação de competências que impliquem a operacionalização ao nível da transferência. Ao contrário da prova desta fase, no ano passado, não há uma componente de ordenamento do território significativa, o que se lamenta.
Notas:
(1) Discordamos, no entanto, da valorização dos conteúdos do 10º ano decorrente da obrigatoriedade da inclusão do tema sobre a população que é leccionado no 10º ano: com este, a prova passa a ter três grupos do 10º ano e apenas dois do 11º.
(2) Mas ao serem informados de que, «se escrever mais do que uma resposta a um mesmo item, apenas é classificada a resposta apresentada em primeiro lugar.», os alunos são encorajados a «acertar» num item de escolha múltipla, quando não são capazes de escolher apenas uma única resposta. Lamenta-se, por isso, o abandono da instrução «É atribuída a cotação de zero pontos aos itens em que apresente: - mais do que uma opção (ainda que elas esteja incluída a opção correcta) …» que vinha vigorando nos anos anteriores à alteração do formato das instruções.
22 de Junho de 2009
Associação de Professores de Geografia (APROFGEO)
Fonte: http://www.aprofgeo.pt/moodle/file.php/1/docs/ParecerGeografia_1fase.pdf
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Há dúvidas nos critérios de correcção do exame de Geografia A - 1ª Fase

Tal como já tinha referido no dia 19 deste mês, a questão 1 do grupo V não me parece bem formulada. E depois de ter tido conhecimento dos critérios de classificação as minhas dúvidas ainda aumentaram mais.
Hoje, 27 de Junho, saiu no jornal público uma notícia que vem dar-me razão. Os critérios de classificação referentes a essa pergunta não estão totalmente correctos. Passo a trancrever a notícia:
Uma das respostas certificadas em Geografia não estará correcta
O Gave recusa-se a comentar parecer que o PÚBLICO pediu a um climatologista e diz que não há erro. Professores falam em resposta "inadequada"Uma das respostas contidas nos critérios de correcção do exame de Geografia, realizado dia 19 por 18.264 alunos dos 11.º e 12.º anos, "não está correcta", confirmou ao PÚBLICO o climatologista e professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Carlos da Câmara. A Associação de Professores de Geografia já tinha feito saber, no seu parecer ao exame, que a resposta apresentada para o item 1 do Grupo V, a propósito do balanço energético do sistema Terra-Atmosfera, é "remota" face a uma das duas ilustrações para que remete a pergunta. O Gabinete de Avaliação Educacional (Gave) discorda. Numa nota enviada ao PÚBLICO, afirma-se que não existe erro. Acrescenta-se também que no parecer emitido pela Associação de Professores de Geografia "não se encontra qualquer referência a erro científico ou outro", mas não é feita qualquer menção ao problema levantado pela associação, que se poderá resumir assim: poderá a "redução da radiação ultravioleta" ser apresentada como um dos efeitos da nebulosidade? É uma resposta "inadequada", confirmou ontem ao PÚBLICO a presidente da associação, Emília Lemos. Dos quatro erros, lapsos ou gafes - a designação tem variado segundo o interlocutor - detectados nas provas da primeira fase dos exames nacionais do secundário, o de Geografia, a confirmar-se, será o mais gravoso, pois tem resultados na correcção da prova, o que não acontece com os registados nas provas de Biologia e Geologia, História e Física e Química. Carlos Câmara, que foi também presidente do Instituto de Meteorologia, não tem dúvidas: "No que respeita ao item 1 do grupo V, a questão parece querer abordar o papel geral das nuvens no balanço radiativo do sistema Terra-Atmosfera, ainda que a figura 5B se reporte a um caso particular de nuvens. Assim, nos critérios de correcção não está correcta a expressão 'redução da radiação ultravioleta'". Para apoiar esta sua conclusão, o climatologista cita um artigo publicado na revista da American Geophysical Union, onde se faz "um balanço 'sério' do estado da arte no que respeita ao papel das nuvens no balanço da radiação ultravioleta" e se conclui que as nuvens tanto podem ter um efeito redutor como ampliador da radiação ultravioleta. Há vários outros estudos no mesmo sentido, acrescenta Câmara, que frisa: "Nos critérios de correcção deveria, pois, ler-se 'redução/aumento da radiação ultravioleta (consoante o tipo de nuvem)'." "Parece-me que, pela sua relevância, se deveria explicitamente mencionar um outro processo: 'contribuição positiva ou negativa (consoante o tipo de nuvem) para o efeito de estufa'", acrescenta. O investigador considera também que neste grupo V existe uma "mistura de conceitos" de energia e radiação.
Questionado pelo PÚBLICO, o Gave respondeu o seguinte: "Quanto ao parecer de um 'especialista', 'professor universitário', verifica-se que a abordagem que este segue introduz considerações que se encontram muito para além do programa da disciplina e, consequentemente, do que se pode exigir a um aluno do ensino secundário. Por essa razão, o referido parecer - no que diz respeito à sua substância - não nos merece qualquer comentário."Num outro texto enviado ao PÚBLICO, o presidente do Gave, Pinto Ferreira, destacou a "exigência" e "complexidade" da tarefa de elaboração das provas, que classifica como "árdua". "As provas são elaboradas por equipas de professores [...] lideradas por um coordenador - que também é um professor [...]. Uma equipa de auditores científicos - professores universitários - analisa as provas em diversas ocasiões. As provas passam ainda pelas auditorias linguística, gráfica e de avaliação", descreve Pinto Ferreira. "Em sede de auditoria linguística pode ser sugerida uma forma de formular um item que parece menos prolixa do que a proposta" e "uma auditoria científica subsequente pode demonstrar que, embora a formulação seja mais simples, o item ficou prejudicado do ponto de vista de conteúdo", exemplifica, para explicar por que é que "as provas passam várias vezes pelo mesmo crivo de análise" e, "não raras vezes, uma questão proposta inicialmente é definitivamente abandonada".
É, no mínimo, lamentável que situações como esta continuem a acontecer no nosso país e que prejudicam tanto o trabalho e sucesso dos aunos como também o dos professores.
Quando saírem os resultados dos exames de Geografia A devem ter em conta estes argumentos no caso de terem sido prejudicados nesta questão e pretenderem pedir a reapreciação da vossa prova.
No post seguinte será apresentado o parecer a Associação de Professores de Geografia reltivo a toda a prova da 1ª Fase de geografia A.
domingo, 7 de junho de 2009
Calendário das aulas de apoio para o exame de Geografia A
Dia 9 (terça), às 8:30h - sala D30;
Dia 15 (segunda), às 8:30h - sala B54;
Dia 15 (segunda), às 13:30h - sala B54;
Dia 17 (quarta), às 8:30h - sala B53 ;
Dia 18 (quinta), às 8:30h - sala B53.
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