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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Portugal - a beleza da simplicidade

Mais um vídeo premiado em festivais internacionais. Vídeo promocional sobre Portugal intitulado "A Beleza da Simplicidade" e que foi premiado com medalha de ouro no Festival Internacional de Filmes de Turismo e Ecologia da Sérvia - "SILAFEST 2012", na categoria Melhor Filme de Turismo. "A Beleza da Simplicidade" foi também um dos quatro filmes premiados no Festival Cannes Corporate Media & TV Awards 2012, o maior evento a nível europeu de filmes corporativos. Esta produção do Turismo de Portugal também já tinha sido este ano premiada com uma medalha de ouro no "Tourfilm Riga" 2012, na categoria Filme Comercial, na Letónia, e com medalha de prata no "World Best Films Awards", na categoria Curta-Metragem, em Nova Iorque. O filme "A Beleza da Simplicidade" mostra um país que se distingue pela diversidade paisagística e monumental, pela cultura, pela modernidade e pelas inúmeras experiências que proporciona.

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Vídeo promocional do Porto premiado em festival internacional

Dois meses depois o blogue regressa, esperando que desta vez com maior regularidade. Fico à espera dos vossos comentários.

Recomeçamos com uma boa notícia sobre a cidade do Porto. O pequeno vídeo "Uma Cidade Chamada Porto", realizado pela Filmesdamente foi premiado em 29 de Setembro como o melhor vídeo de promoção turística no 15.ª Film Festival Document Art, realizado na Roménia. Começa com planos do rio Douro e da ponte Luís I, num dia de nevoeiro e chuva miúda tão comuns nesta cidade. A ponte da Arrábida também aparece, assim como vendedores de rua e senhores que varrem o lixo. Há turistas - muitos - e momentos que parecem encenação mas são naturais. É o Porto em 24 horas. 

 Esta não foi a primeira vez que o filme foi distinguido. Já este ano, "Uma Cidade Chamada Porto" conseguiu o segundo lugar na categoria "A Cidade com Vida" nos prémios Portivity, promovidos pela Associação Nacional de Jovens Empresários. 

Vejam de seguida o vídeo premiado.

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terça-feira, 6 de março de 2012

Nascido para viver - um documentário de Joana Pontes para a Fundação Francisco Manuel dos Santos

Um importante documentário para podermos compreender a autêntica revolução que o país operou nas últimas décadas no domínio da mortalidade infantil. Hoje temos um dos melhores indicadores de mortalidade infantil de todo o Mundo. Parabéns a todos os que contribuíram para este feito notável.

Este documentário foi feito com base num estudo da Fundação sobre mortalidade infantil, da autoria de Xavier Barreto e José Pedro Correia, com a coordenação de José Mendes Ribeiro. Foi realizado por Joana Pontes, com produção de Patrícia Faria e montagem de Rui Branquinho.

Há 50 anos, Portugal era o país da Europa com a mais alta taxa de mortalidade. Em 1960, morriam cerca de 77 crianças por cada mil que nasciam.

Em 2010, esse número foi de apenas 3 mortes por cada mil nascimentos. Em 50 anos, Portugal foi um dos Países que mais rapidamente diminuiu a sua Taxa de Mortalidade Infantil, sendo actualmente uma das melhores do mundo. A mortalidade materna quase desapareceu.

Como chegámos até aqui? O que foi preciso mudar para estarmos hoje ao lado dos países mais desenvolvidos? Nascido para viver é um filme que fala deste caminho.

FICHA TÉCNICA

Realização Joana Pontes | Autoria e entrevistas Xavier Barreto, José Pedro Correia | Coordenação de projecto FFMS José Mendes Ribeiro | Produção Patrícia Faria | Pesquisa Maria João Torgal | Miguel Miguel Sales Lopes | Som Armanda Carvalho, Marco Leão, Raquel Jacinto | Montagem Joana Pontes, Rui Branquinho | Misturas João Ganho / O Ganho do Som | Genérico Irma Lúcia Efeitos Especiais | Ilustrações originais do genérico Mário Neves, Direcção-Geral de Saúde, 1956 | Imagens de Arquivo RTP | Locução Pedro Ramos | Tradução Melinda Eltenton | Banda sonora original Rodrigo Leão | Misturas BSO Rodrigo Leão, Tiago Lopes | Acordeão Celina da Piedade


PS: depois de um período bastante longo em que o blogue esteve paralisado, por manifesta falta de tempo da parte do administrador, voltámos esperando que desta vez com maior regularidade.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

A Agricultura em Portugal

Apresento um vídeo com uma reportagem da SIC de 8 de Maio de 2011 sobre os problemas da agricultura portuguesa que foi projectado nas aulas de Geografia A do 11º ano (11ºK). 

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

A globalização não é para todos

Hoje partilho convosco dois vídeos que já passaram por este blogue e que foram apresentados recentemente nas minhas aulas de Geografia C de 12º ano: "Chicken a la Carte", de Ferdinand Dimadura (2005)  e "Offer", um videoclip feito a partir de uma canção de Alanis Morissette, com legendas em português (do Brasil). Ambos os vídeos dão que pensar sobre o mundo em que vivemos em que uns têm tudo e outros nada. Infelizmente, a globalização não é para todos.


Aviso: ambos os vídeos contêm algumas imagens que podem chocar pessoas mais sensíveis (mas é a realidade nua e crua).



quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Iniciativa Green Cork

Vídeo sobre a iniciativa Green Cork - programa de reciclagem de rolhas de cortiça da Quercus, com António Capelo.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Chuva sem água

Este vídeo mostra como um conjunto de pessoas consegue produzir o efeito sonoro de uma grande chuvada. Espectacular!...

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

História do Natal Digital

Agora que o Natal se aproxima fiquem com um vídeo verdadeiramente original. Trata-se da História do Natal numa versão muito livre que associa a quadra natalícia às inovações das Tecnologias de Informação e Comunicação.



É bem verdade, "os tempos mudam mas os sentimentos não!"

sábado, 4 de dezembro de 2010

Convergence - um filme de Martin Scanlon

Mais um pequeno vídeo belíssimo: Convergence, um filme de Martin Scanlon.

É aqui aqui que nós vivemos

Este vídeo é simplesmente fantástico, principalmente para quem gosta de muito de livros, como eu. O vídeo foi produzido pelo Apt Studio e Asylum Films para o 25º aniversário da 4th Estate Publishers.
Bem-vindos à nossa cidade - ao nosso mundo - dos livros. É aqui que nós vivemos.

domingo, 28 de novembro de 2010

A Lisboa anterior ao terramoto de 1755 - apresentação virtual

Estes dois vídeo muito interessantes, produzidos pelo Centro de História da Arte e de Investigação Artística da Universidade de Évora, apresentam uma visão virtual da cidade de Lisboa anterior ao grande terramoto de 1 de Novembro de 1755. É uma recriação fantástica da cidade de Lisboa que vale a pena ver.




O Museu da Cidade (de Lisboa), em conjunto com uma equipa da empresa portuguesa SWD Agency, recriou virtualmente ruas, praças e edifícios emblemáticos da capital antes da destruição provocada pelo sismo de 1755. A três dimensões, estes modelos virtuais, alguns animados em vídeos, transportam-nos para as ruas de Lisboa nas vésperas do terramoto. Ver um exemplo de um vídeo aqui.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

O boom económico da América nos anos 20

Os loucos anos 20 e o boom económico da América nessa década num pequeno vídeo interesssante, sobretudo para quem gosta de História.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Os movimentos de rotação e de translação da Terra e as Estações do Ano

O vídeo que se segue mostra em animação os movimentos de rotação e translação da Terra e a sucessão das estações do ano. Espero que ajude os alunos de Geografia A a entender melhor este assunto. Podem também clicar aqui para acederem a um site com recursos didáticos relacionados com a unidade da Radiação solar.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

O Muro de Berlim

O Muro de Berlim foi uma barreira física, construída pela República Democrática Alemã (Alemanha Oriental) durante a Guerra Fria, que circundava toda a Berlim Ocidental, separando-a da Alemanha Oriental, incluindo Berlim Oriental. Este muro, além de dividir a cidade de Berlim ao meio, simbolizava a divisão do mundo em dois blocos ou partes: um que era constituído pelos países capitalistas encabeçados pelos Estados Unidos e um outro que era constituído pelos países comunistas simpatizantes do regime soviético. Construído na madrugada de 13 de Agosto de 1961, dele faziam parte 66,5 km de gradeamento metálico, 302 torres de observação, 127 redes metálicas electrificadas com alarme e 255 pistas de corrida para ferozes cães de guarda. Este muro provocou a morte a 80 pessoas identificadas, 112 ficaram feridas e milhares aprisionadas nas diversas tentativas de o atravessar.

O Muro de Berlim começou a ser derrubado no dia 9 de Novembro de 1989, acto inicial da reunificação das duas Alemanhas, que formaram finalmente a República Federal da Alemanha, acabando também a divisão do mundo em dois blocos. Muitos apontam este momento também como o fim da Guerra Fria.

O governo de Berlim incentiva a visita do muro derrubado, tendo preparado a reconstrução de trechos do muro. Além da reconstrução de alguns trechos está marcado no chão o percurso que o muro fazia quando estava erguido.

Para saberem mais sobre o Muro de Berlim consultem a Wikipédia em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Muro_de_Berlim

A crise dos mísseis de Cuba

O episódio conhecido como a crise dos mísseis de Cuba, ocorrido em Outubro de 1962, foi um dos momentos de maior tensão da Guerra Fria.

A crise começou quando os soviéticos, em resposta a instalação de mísseis nucleares na Turquia em 1961 e à invasão de Cuba pelos estado-unidenses no mesmo ano, instalou mísseis nucleares em Cuba. Em 14 de Outubro, os Estados Unidos divulgaram fotos de um vôo secreto realizado sobre Cuba apontando cerca de quarenta silos para abrigar mísseis nucleares. Houve enorme tensão entre as duas super-potências pois uma guerra nuclear parecia mais próxima do que nunca. O governo de John F. Kennedy, apesar de suas ofensivas no ano anterior, encarou aquilo como um acto de guerra contra os Estados Unidos.

Nikita Kruschev, o Primeiro-ministro da URSS na época, afirmou que os mísseis nucleares eram apenas defensivos, e que tinham sido lá instalados para dissuadir uma outra tentativa de invasão da ilha, indignando assim ainda mais os americanos. Anteriormente, em 17 de abril de 1961 (logo após o vôo de Yuri Gagarin), o governo Kennedy já tinha tentado um fracassado desembarque na Baía dos Porcos (operação planeada pela CIA, que usou os refugiados da ditadura de Fulgêncio Batista como peões na fracassada tentativa de derrubar o regime cubano). Mas agora a situação era muito mais séria.

Nenhum presidente dos Estados Unidos poderia admitir a existência de mísseis nucleares daquela dimensão a escassos 150 quilómetros do seu território nacional. O presidente Kennedy acautelou Khruschev de que os EUA não teriam dúvidas em usar armas nucleares contra esta iniciativa russa. Ou desativavam os silos e retiravam os mísseis, ou a guerra seria inevitável.

Foram treze dias de suspense mundial devido ao medo de uma possível guerra nuclear, até que em 28 de Outubro Kruschev, após conseguir secretamente uma futura retirada dos mísseis norte-americanos da Turquia, concordou em remover os mísseis de Cuba.

Enquanto os EUA e a URSS negociavam, a população norte-americana tentava defender-se como podia. Nunca antes se tinha comprado tanto cimento e tijolo na história dos EUA depois que John Kennedy ter declarado a verdadeira gravidade da situação pela televisão. Milhares de chefes de família, aterrorizados, trataram de cavar nos seus pátios e jardins pequenos abrigos que possibilitassem a sobrevivência da sua família durante a possível guerra nuclear.

Na década de 1960, havia uma clara tendência para a proliferação dos arsenais nucleares. Por esta razão, e ainda sob o impacto da crise dos mísseis de Cuba, os Estados Unidos, a União Soviética e a Grã-Bretanha assinaram, em 1963, um acordo que proibia testes nucleares na atmosfera, no alto-mar e no espaço (assim, apenas testes subterrâneos poderiam ser legalmente realizados). Em 1968, as duas super-potências e outros 58 países aprovaram o Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares. O objectivo desse acordo era tentar conter a corrida armamentista dentro de um certo limite, com ele, os países que já possuíam artefatos nucleares comprometiam-se a limitar seus arsenais e os países que não os possuiam ficavam proibidos de desenvolvê-los, mas poderiam requisitar dos primeiros tecnologia nuclear para fins pacíficos.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Crise_dos_m%C3%ADsseis_de_cuba

O Bloqueio de Berlim

O Bloqueio de Berlim (de 24 de junho de 1948 a 11 de maio de 1949) tornou-se uma das maiores crises da Guerra Fria, desencadeada quando a União Soviética interrompeu o acesso ferroviário e rodoviário à cidade de Berlim Ocidental. A crise arrefeceu ao ficar claro que a URSS não agiria para impedir a ponte aérea de alimentos e outros géneros organizada e operada pelos Estados Unidos, Reino Unido e França.

Com o término da Segunda Guerra Mundial em 8 de maio de 1945, as tropas soviéticas e ocidentais (americanas, britânicas e francesas) encontravam-se espalhadas pela Europa, aquelas a leste, estas a oeste, formando uma linha divisória arbitrária no centro do continente. Na Conferência de Potsdam, os aliados acordaram dividir a Alemanha derrotada em quatro zonas de ocupação (conforme os princípios previamente definidos na Conferência de Ialta), conceito também aplicado a Berlim, que foi então partilhada em quatro setores. Como Berlim havia ficado bem no centro da zona de ocupação soviética da Alemanha (que viria a tornar-se a Alemanha Oriental), as zonas americana, britânica e francesa em Berlim encontravam-se cercadas por território ocupado pelo Exército Vermelho. Esta situação viria a ser um ponto focal das tensões que levariam à dissolução da aliança sovieto-ocidental formada na Segunda Guerra.

A URSS encerrou o bloqueio à 00h01 de 12 de maio de 1949. Contudo, a ponte aérea continuou a funcionar até 30 de setembro, pois os quatro países ocidentais preferiram criar um stock de suprimentos em Berlim Ocidental para o caso de novo bloqueio soviético.


A Doutrina Truman

No início de 1947, estava dado o passo inicial da política da Guerra Fria, quando os Estados Unidos decidiram substituir a Inglaterra no controlo da região do Mediterrâneo Oriental, principalmente na Grécia e na Turquia, contra o avanço soviético. A justificativa desse intervencionismo consta num discurso de Harry Truman ao Congresso Norte-americano:

"(...) O governo britânico informou-nos de que, em virtude das suas próprias dificuldades, não pode proporcionar por mais tempo a ajuda financeira ou económica que vinha prestando à Turquia. Somos o único país capaz de fornecê-la...
Os povos de certo número de países do mundo tiveram recentemente de aceitar regimes totalitários impostos, à força, contra a sua vontade. O governo dos Estados Unidos tem lavrado amiudados protestos contra a coerção e a intimidação, em flagrante desrespeito ao acordo de Yalta, na Polónia, na Roménia e na Bulgária. Devo também consignar que em certo número de outros países têm ocorrido factos semelhantes.
No momento actual da história do mundo quase todas as nações se vêem na contingência de escolher entre modos alternativos de vida. E a escolha, frequentemente, não é livre.
Um dos modos de vida baseia-se na vontade da maioria e distingue-se pelas instituições livres, pelo governo representativo, pelas eleições livres, pelas garantias de liberdade individual, pela liberdade de palavra e de religião, pela libertação da opressão política.
O segundo modo de vida baseia-se na vontade da minoria, imposta pela força à maioria. Escora-se no terror e na opressão, no controle da imprensa e do rádio, em eleições fixas e na supressão das liberdades pessoais.
Acredito que precisamos ajudar os povos livres a elaborar seus destinos à sua maneira. Acredito que a nossa ajuda deve ser dada, principalmente, através da assistência económica e financeira, essencial à estabilidade económica e aos processos ordenados...
Alem dos fundos, solicito ao Congresso que autorize o envio pessoal civil e militar à Turquia e à Grécia, a pedido desses países, a fim de assistir nas tarefas de reconstrução e com o propósito de supervisionar o emprego da assistência financeira e material que vier a ser fornecido...
Se fraquejarmos na nossa liderança, podemos pôr em perigo a paz do mundo – e poremos seguramente o bem-estar da nossa nação..."

Assim, estava lançada a base da Doutrina Truman. Segundo a qual a URSS apresentava um antagonismo inconciliável com o mundo capitalista, e a sua tendência expansionista só poderia ser contida mediante a hábil e vigente aplicação de uma contra força numa série de pontos geográficos e políticos em constante mudança correspondente às mudanças e manobras das políticas soviéticas. Pela Doutrina Truman, era necessário bloquear o expansionismo soviético ponto a ponto, país por país, em todos os lugares que eles se manifestasse.

De seguida podem visionar um vídeo sobre o discurso de Truman no Congresso norte-americano e que deu origem à chamada "Doutrina Truman".

A Guerra Fria

O vídeo que se segue, falado em castelhano, faz uma síntese do período da Guerra Fria. É muito interessante sobretudo para os alunos de Geografia C do 12º ano.

sábado, 16 de outubro de 2010

Cardiovascular Health - Cardiovascular Continuum

Este vídeo é fantástico, na medida que em que nos mostra de uma forma tão eficaz e em apenas 3 minutos e 40 segundos como podemos reduzir ou aumentar a nossa longevidade, em função das opções que tomamos no nosso dia-a-dia.Um filme sobre como tratamos o nosso coração. Não percam.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Tornado de Fogo



Este vídeo da National Geographic mostra-nos um dos fenómenos atmosféricos mais raros: os tornados de fogo. Este verão aconteceram pelo menos dois no nosso país. É um fenómeno extremamente perigoso.