Um Mundo Global é um espaço de informação,reflexão e comentário de temas geográficos, nacionais e/ou mundiais, mas onde também há espaço para outros pontos de interesse como as temáticas sociais e ambientais, a música, os filmes, a poesia, a fotografia, os cartoons, os livros e as viagens. Todos são bem-vindos e convidados a deixar os seus comentários.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
O preconceito
sábado, 14 de janeiro de 2012
Por que razão os alunos do Leste Europeu têm bom desempenho escolar?
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
A carteira da rivalidade
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Eduardo Galeano - O Direito ao Delírio
terça-feira, 10 de maio de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Eduardo Prado Coelho - Precisa-se de matéria prima para construir um País
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Adolescente de 13 anos esfaqueia mãe que lhe tirou a playstation
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Amigos para sempre
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Linha SOS Professores regista 400 pedidos de ajuda por casos de indisciplina e agressão
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
"Geração Nem Nem" está a aumentar cada vez mais
Fonte: Jornal Digital
sábado, 13 de novembro de 2010
Um mundo, tantas vidas...
Vamos reclamar menos e ajudar mais!...
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
A Professora é Brava
João Miguel Tavares, Correio da Manhã, 31 Outubro de 2010
sábado, 26 de junho de 2010
Stand By Me | Playing For Change | Song Around the World

Playing for Change é um movimento multimédia criado para inspirar, conectar-se, e trazer a paz ao mundo através da música. A ideia para este projecto surgiu de uma crença comum de que a música tem o poder de quebrar barreiras e ultrapassar as distâncias entre as pessoas. Não importa se as pessoas vêm de diferentes origens geográficas, políticas, económicas, espirituais ou ideológicas, a música tem o poder universal de transcender e unir-nos como uma só raça humana. E com esta verdade firmemente fixada nas nossas mentes, estaremos disponíveis para compartilhá-la com o mundo.
Site do movimento: http://playingforchange.com/
sábado, 22 de maio de 2010
O ponto - de Peter Reynolds
Nesta inspiradora e cativante história, Reynolds demonstra o poder de um pequeno encorajamento. Uma narrativa textual e pictórica mínima traduzem a frustração de Vera que amua junto à sua folha em branco no final da aula de desenho: “Eu não sei desenhar!” A professora sabiamente responde: “Tenta fazer uma marca qualquer e vê onde ela te leva.” A renitente rapariga pega num marcador e crava-o na folha fazendo um pequeno ponto. A professora devolve a folha à Vera e pede: “Agora, assina.” Quando a Vera regressa na semana seguinte, encontra o seu desenho assinado pendurado por cima da secretária da professora, o que inspira a potencial artista a voos mais altos. Algumas páginas mais tarde, são-nos revelados os inúmeros pontos da Vera (até mesmo uma pequena escultura com o mesmo motivo) na exposição de arte da escola, onde um rapaz a elogia por ser uma “artista incrível”. Quando ele insiste na ideia de não saber desenhar, a Vera vai emular a professora no seu exemplo de encorajamento. Feitas em aguarela, tinta e chá, as simples e delicadas ilustrações de Reynolds exalam frescura e um tom quase infantil. Oferecendo um raro equilíbrio entre subtileza e hipérbole, este álbum de pequeno formato dará aos jovens artistas mais reticentes o estímulo e o encorajamento necessários à espontaneidade na sua expressão artística. Reynolds consegue exactamente o mesmo que a sua personagem principal: criar um trabalho notável a partir de um início enganadoramente simples.Fonte: http://www.bruaa.pt/o%20ponto.html
Vejam o vídeo que ilustra a história:
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Ainda há muitos por derrubar
Em todos os continentes encontramos diferentes tipos de muros, talvez menos mediáticos e menos marcantes para a História mundial do que o Muro de Berlim, muitos deles “esquecidos” pela Comunidade Internacional, mas igualmente vergonhosos. No continente europeu persistem muros na Irlanda do Norte (nas cidades de Belfast e Derry) e na ilha de Chipre (na capital Nicósia e ao longo da fronteira entre a República do Chipre e a República Turca do Norte do Chipre). Na Ásia, foram ou estão a ser construídos muros que separam Israel da Cisjordânia (Território Palestiniano), a Índia do Paquistão (na região de Caxemira), a Índia do Bangladesh, o Paquistão do Irão, o Iraque do Kuwait e a Coreia do Norte da Coreia do Sul. Em África, os enclaves espanhóis de Melilla e Ceuta estão separadas do território marroquino por muros, tal como o Botswana do Zimbabué. O Saara Ocidental está dividido por um muro que separa a parte ocupada por Marrocos da parte ocupada pela Frente Polisário. No continente americano destaca-se o muro que separa os EUA do México. De seguida será feita uma breve análise de alguns destes muros.
As “Linhas de Paz” da Irlanda do Norte

A primeira destas paredes foi erguida em 1969, após o início dos motins sangrentos (que se prolongariam pela década seguinte), contornando a parte oeste de Belfast, de maioria católica. Ao longo dos anos foram construídos outros muros para separar os bairros católicos dos protestantes. Algumas destas barreiras têm 6 metros de altura. A última das paredes foi construída recentemente, no ano passado, após um período em que aumentaram as tensões entre as duas comunidades.
Existem mais muros noutras cidades da Irlanda do Norte, como é o caso de Derry. Mas é Belfast que concentra a maioria. Os muros da capital somam cinco quilómetros de extensão. A parte inferior é de tijolo, betão ou ferro. A parte superior é constituída normalmente por aço. À noite, grandes portões controlados remotamente pela polícia são fechados e bloqueiam ruas entre comunidades vizinhas de republicanos e unionistas. As duas comunidades usam diferentes paragens de autocarros, diferentes lojas, diferentes hospitais e os filhos frequentam escolas separadas. Desviam-se de bairros e ruas, evitando-se mutuamente. Contudo nos últimos anos, principalmente a partir de 1998, com o Tratado de paz conhecido por Acordo de Belfast (ou Acordo de Sexta-feira Santa), têm sido dados passos positivos no sentido da pacificação entre as duas comunidades da Irlanda do Norte, ainda que persistam dezenas de muros em Belfast, sobretudo nas zonas mais pobres.
A “Linha Verde” de Chipre
Chipre é um país dilacerado, tal como os seus habitantes – dilacerados entre duas identidades nacionais diferentes, divididos entre duas origens étnicas diferentes: os cristãos ortodoxos gregos, maioritários na parte sul da ilha, e os muçulmanos sunitas turcos, maioritários na parte norte. Esta situação é explicada pela sua localização geográfica no Mediterrâneo Oriental, tendo sido ocupada ao longo da sua História por diversos povos, nomeadamente gregos e turcos, que deixaram fortes marcas culturais.
Em Julho de 1974, 14 anos depois da independência do país relativamente à administração britânica, a parte norte da ilha foi invadida e ocupada pelas tropas turcas, abortando uma tentativa de golpe de estado da comunidade grega que tinha o objectivo de anexar a ilha à Grécia. Em 1983, os cipriotas turcos autoproclamaram a “República Turca do Chipre do Norte”, situação que não foi reconhecida pela Comunidade Internacional, à excepção da Turquia. A República de Chipre ficou a partir desta altura limitada à parte sul da ilha. Esta situação levou à criação de uma “Linha Verde” de demarcação dos dois territórios, que atravessa a ilha no sentido transversal, dividindo o centro da capital Nicósia, e separando completamente habitantes das duas comunidades, como aconteceu em Berlim, durante a Guerra Fria. Os capacetes azuis da ONU patrulham a zona-tampão da “linha verde”. A região norte da ilha continua ocupada com dezenas de milhares de soldados turcos. O “muro” da ilha de Chipre tem 188 quilómetros de extensão e 5 metros de altura e é constituído por diversos tipos de materiais como arame farpado, paralelepípedos e até bidões. Os cipriotas turcos construíram e vigiam sozinhos uma fronteira que os cipriotas gregos não reconhecem. Em 2002, sob pressão popular, os cipriotas turcos abriram pontos de passagem: três na capital, duas noutros lugares da ilha. Nos últimos anos tem havido um grande esforço no sentido da reunificação da ilha.
A Zona Desmilitarizada da Coreia
A Zona Desmilitarizada da Coreia é uma faixa de território de segurança com um comprimento de 238 km e uma largura de 4 quilómetros que divide a Coreia do Norte (comunista) da Coreia do Sul (capitalista). Corta a Península, a meio, aproximadamente no Paralelo 38. Esta zona foi criada em 1953, no final da guerra da Coreia, na qual morreram três milhões de pessoas, que terminou num armistício. É a fronteira mais militarizada do mundo e representa a última fronteira criada pela Guerra Fria. Ao longo dos mais de 60 anos de existência foram muitos os incidentes registados nesta fronteira, reflectindo o clima de grande tensão entre as duas Coreias e a bipolarização mundial.A “Barreira de Segurança” de Israel
Em 2002, o governo israelita iniciou a construção da barreira de separação entre Israel e a Cisjordânia alegando como objectivo a protecção de seus cidadãos de ataques terroristas palestinianos. O que para Israel é uma “parede de segurança” é interpretado do lado palestiniano como um muro de “apartheid”, condicionando fortemente a circulação dos cidadãos palestinianos. Grande parte da barreira está construída em pleno território palestiniano, deixando diversas localidades palestinianas do lado israelita da barreira, não respeitando a “linha Verde”, a demarcação estabelecida no armistício de 1949, entre Israel e a Transjordânia, hoje reconhecida internacionalmente como fronteira entre ambos os territórios. Dados da ONU indicam que, até o momento, Israel construiu 413 km dos 709 km planeados para o muro. Em 2004, o Tribunal Internacional de Justiça, de Haia, na Holanda, emitiu um parecer não vinculativo em que considerou que a barreira é ilegal e deve ser removida
O muro entre os EUA e o México – a “Operação Guardião”
A fronteira entre o México e os EUA tem cerca de 3 200 quilómetros. O governo americano construiu um muro de metal num terço da sua extensão, para dificultar a passagem de imigrantes ilegais vindos do México e da América Central. A construção do muro começou em 1991, mas foi em 1994 que os EUA decidiram intensificar a segurança sob a denominada “Operação Guardião”. Em quinze anos, segundo a Comissão Nacional de Direitos Humanos do México, mais de 5,6 mil imigrantes ilegais morreram ao tentar cruzar a fronteira. A maioria, em consequência das altas temperaturas do deserto que separa os dois países. Centenas de famílias ficaram separadas pelo muro que praticamente impede o contacto entre os dois lados. Em alguns pontos da fronteira, além do muro há três cercas de arame que impedem qualquer tipo de contacto entre os dois lados. Com a altura média de 4 ou 5 metros, o muro tem sido equipado recentemente com uma série de dispositivos tecnológicos como detectores infravermelhos, câmaras, radares, torres de controlo e sensores de terra para controlo mais eficiente da fronteira.
Referências bibliográficas:
- GADDIES, John L. (2007), A Guerra Fria, Edições 70
- GILBERT, Martin, (2009), História de Israel, Edições 70
- JUDT, Tony (2006), Pós-Guerra, História da Europa desde 1945, Edições 70
- WIENECKE-JANS, et. al (2006), Geografia do Mundo, Círculo de Leitores
- http://news.bbc.co.uk/2/hi/europe/8342874.stm , [21-11-2009]
- http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/lemonde/2009/11/10/ult580u4026.jhtm, [21-11-2009]
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Linha_de_Demarca%C3%A7%C3%A3o_Militar, [21-11-2009
Nota: Este post transcreve um artigo que escrevi para a Revista de História, nº2, da Escola secundária de Rio Tinto, publicada em Dezembro de 2009. Algumas das imagens que aqui são exibidas são diferentes das que foram publicadas na referida revista.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Na infância as escolas ainda não tinham fechado...

Rosa Lobato Faria, escritora e actriz, faleceu no passado dia 2 de Fevereiro de 2010
Este texto é apenas um excerto de uma autobiografia escrita pela autora há dois anos e publicada no Jornal de Letras. Podem ler mais aqui.
sábado, 1 de maio de 2010
A Devida Comédia - artigo de Miguel Carvalho

Criancinhas
A criancinha quer Playstation. A gente dá.
A criancinha quer estrangular o gato. A gente deixa.
A criancinha berra porque não quer comer a sopa. A gente elimina-a da ementa e acaba tudo emfestim de chocolate.
A criancinha quer bife e batatas fritas. Hambúrgueres muitos. Pizzas, umas tantas. Coca-Colas, às litradas. A gente olha para o lado e ela incha.
A criancinha quer camisola adidas e ténis nike. A gente dá porque a criancinha tem tanto direito como os colegas da escola e é perigoso ser diferente.
A criancinha quer ficar a ver televisão até tarde. A gente senta-a ao nosso lado no sofá e passa-lhe o comando.
A criancinha desata num berreiro no restaurante. A gente faz de conta e o berreiro continua.
Entretanto, a criancinha cresce. Faz-se projecto de homem ou mulher.Desperta.
É então que a criancinha, já mais crescida, começa a pedir mesada, semanada, diária. E gasta metade do orçamento familiar em saídas, roupa da moda, jantares e bares.
A criancinha já estuda. Às vezes passa de ano, outras nem por isso. Mas não se pode pressioná-la porque ela já tem uma vida stressante, de convívio em convívio e de noitada em noitada.
A criancinha cresce a ver Morangos com Açúcar, cheia de pinta e tal, e torna-se mais exigente com os papás. Agora, já não lhe basta que eles estejam por perto. Convém que se comecem a chegar à frente na mota, no popó e numas férias à maneira.
A criancinha, entregue aos seus desejos e sem referências, inicia o processo de independência meramente informal. A rebeldia é de trazer por casa. Responde torto aos papás, põe a avó em sentido, suja e não lava, come e não limpa, desarruma e não arruma, as tarefas domésticas são «uma seca».
Um dia, na escola, o professor dá-lhe um berro, tenta em cinco minutos pôr nos eixos a criancinha que os papás abandonaram à sua sorte, mimo e umbiguismo. A criancinha, já crescidinha, fica traumatizada. Sente-se vítima de violência verbal e etc e tal.
Em casa, faz queixinhas, lamenta-se, chora. Os papás, arrepiados com a violência sobre as criancinhas de que a televisão fala e na dúvida entre a conta de um eventual psiquiatra e o derreter do ordenado em folias de hipermercado, correm para a escola e espetam duas bofetadas bem dadas no professor «que não tem nada que se armar em paizinho, pois quem sabe do meu filho sou eu».
A criancinha cresce. Cresce e cresce. Aos 30 anos, ainda será criancinha, continuará a viver na casa dos papás, a levar a gorda fatia do salário deles. Provavelmente, não terá um emprego. «Mas ao menos não anda para aí a fazer porcarias».
Não é este um fiel retrato da realidade dos bairros sociais, das escolas em zonas problemáticas,das famílias no fio da navalha?
Pois não, bem sei. Estou apenas a antecipar-me. Um dia destes, vão ser os paizinhos a ir parar ao hospital com um pontapé e um murro das criancinhas no olho esquerdo. E então teremos muitos congressos e debates para nos entretermos.
Artigo de Miguel Carvalho publicado na revista Visão online
Eu sei que em muitas famílias as coisas não se passam assim e que os pais assumem a sua responsabilidade de educadores e que orientam os seus filhos da melhor maneira. No entanto, este artigo dá que pensar!...
sexta-feira, 23 de abril de 2010
A França poderá vir a proibir uso de burka e de niqab em todo o espaço público do país

A iniciativa de proibir o uso público da burka (veste que cobre todo o corpo da mulher) surgiu no ano passado, cinco anos depois da proibição do véu islâmico e dos signos religiosos nos centros públicos franceses.
Apesar das reservas jurídicas expressadas pelo Conselho de Estado, que recomendou precaução nesta tomada de decisão, o governo de Sarkozy decidiu avançar com a lei.
Por outro lado, a Bélgica ontem poderia ter-se tornado no primeiro país europeu a proibir o uso de véu integral em todos os espaços públicos, mas a demissão do primeiro-ministro Yves Leterme levou os líderes parlamentares a adiar a votação de uma lei que proíbe o uso de todo o tipo de vestuário que impossibilite a identificação dos cidadãos. Entre as peças banidas estão a burka e o niqab.
Medidas proibitivas começam a ser também discutidas em países como a Áustria e a Holanda.
Fontes:
http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1551138&seccao=Europa
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2010/04/21/em-guerra-contra-burca-sarkozy-quer-proibir-veste-em-locais-publicos-916404176.asp
http://www.ionline.pt/conteudo/56446-projecto-lei-avanca-multas-ate-700-euros-mulheres-que-usem-burka-em-franca
O que é que pensam destas medidas proibitivas que poderão ser adoptadas em alguns países europeus que se confrontam com um elevado número de imigrantes islâmicos que pretendem manter as suas tradições culturais?
Faz sentido proibir o uso de burka ou de niqab em nome da "dignidade da mulher"? Terão os imigrantes o direito de manter as suas tradições, como o uso da burka ou do niqab, ou terão que adaptar-se às regras e aos valores dos países que os acolhem?
Em complemento podem votar na sondagem sobre o assunto, que se encontra no topo do lado direito do blogue.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Campanha 1GOAL da FIFA quer educação para todos

Leiam de seguida o artigo do site da FIFA sobre esta campanha meritória.
Em 2000, num esforço sem precedentes, os líderes políticos de todos os países do mundo e os directores das principais instituições de desenvolvimento uniram-se para adotar os oito Objectivos de Desenvolvimento do Milénio das Nações Unidas e comprometeram-se a suprir as necessidades dos pobres e oferecer educação a todas as crianças até 2015. Desde então, e em função das medidas de governos e cidadãos, aumentou em 40 milhões o número de crianças que podem ir à escola. Mesmo assim, 75 milhões de crianças ainda não têm acesso à educação.
A campanha 1GOAL busca mobilizar a opinião pública para cobrar aos governos as suas promessas e permitir que cada criança tenha o seu lugar numa sala de aula até 2015. A campanha 1GOAL faz parte de uma importante iniciativa educacional global, a "Turma de 2015", lançada na cúpula da ONU em Nova York em setembro de 2008. Entre os que assinaram o lançamento da Turma de 2015 estão Bono, Sir Bob Geldof, Gordon Brown (primeiro-ministro do Reino Unido), Durão Barroso (presidente da Comissão Europeia), Kevin Rudd (primeiro-ministro da Austrália) e a Rainha Rania da Jordânia.
A FIFA uniu-se à Turma de 2015 e apoia a campanha 1GOAL com a promessa do seu presidente, Joseph S. Blatter, de deixar um legado duradouro em prol da educação na África e no resto do mundo. A FIFA apoia a campanha 1GOAL e a meta de oferecer educação básica a todas as crianças do mundo. A educação também é um elemento central da Campanha Oficial do Campionato do Mundo da FIFA 2010, "20 Centros para 2010".
Segundo Blatter, "a FIFA aspira melhorar constantemente o futebol e promovê-lo mundialmente à luz dos seus valores unificadores, educacionais, culturais e humanitários, particularmente através de programas para a juventude e o desenvolvimento". Afirmou também que, "apoiando a campanha 1GOAL e por meio da campanha 20 Centros para 2010, a FIFA contribuirá para levar a educação a todos".
A campanha oficial da Copa do Mundo da FIFA 2010 África do Sul, 20 Centros para 2010, tem o objectivo de construir 20 centros comunitários "Football for Hope" na África do Sul, Mali, Gana, Quénia, Ruanda, Namíbia e outras localidades de África que ainda não foram definidas. Os centros serão direccionados aos problemas sociais locais em áreas prejudicadas e procurarão melhorar os serviços de educação e saúde oferecidos aos jovens. Terão salas para atendimento de saúde e educação informal, espaços comerciais, salões de uso comum para reuniões da comunidade e um campo de futebol com relva sintética.
Em 2010, todos os olhares do mundo estarão voltados à África, e o futebol irá transformar-se no assunto favorito com a chegada de seleções de todos os continentes para competirem pelo troféu. Com o Campionato do Mundo da FIFA África do Sul 2010 e os seus projectos sociais em África, a FIFA compromete-se a contribuir com a educação no continente, promovendo a consciencialização sobre os problemas e necessidades e deixando um duradouro legado por muito tempo após o apito final.
A campanha 1GOAL foi lançada oficialmente no passado dia 20 de Abril no Estádio de Wembley, em Londres, na presença da rainha Rania da Jordânia, do ex-jogador inglês Gary Lineker, do capitão sul-africano Aaron Mokoena, do defesa Silvestre (Arsenal) e do gerente de responsabilidade social corporativa da FIFA, Federico Addiechi, entre outros.
Fonte: http://pt.fifa.com/newscentre/news/newsid=1125731.html







