Eis o vídeo de homenagem ao fime Aniki Bóbó, de Manuel de Oliveira, que faz uma mistura interessante das imagens do filme original, rodado em 1942 na Ribeira do Porto e interpretado por crianças dessa zona da cidade, com imagens recentes rodadas em bairros sociais da cidade e com jovens desses mesmos bairros - o passado e o presente!
Um Mundo Global é um espaço de informação,reflexão e comentário de temas geográficos, nacionais e/ou mundiais, mas onde também há espaço para outros pontos de interesse como as temáticas sociais e ambientais, a música, os filmes, a poesia, a fotografia, os cartoons, os livros e as viagens. Todos são bem-vindos e convidados a deixar os seus comentários.
domingo, 6 de julho de 2008
Homenagem a Aniki Bóbó
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Colômbia: Ingrid Betancourt e três réféns americanos resgatados pelo Exército

sábado, 28 de junho de 2008
Dia do Diploma

O "Dia do Diploma" deverá ocorrer no dia 12 de Setembro de 2008.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
A Chama Olímpica

quarta-feira, 18 de junho de 2008
Cinema sobre Consumo Responsável

A Reviravolta convida, a todos os interessados, no dia 28 de Junho, Sábado, a assistirem a uma sessão de Cinema sobre Consumo Responsável no Porto, na Casa do Infante, na Rua da Alfândega, às 14 horas.
Após o visionamento, podem participar num pequeno debate sobre o consumo responsável.
Um momento único e uma excelente oportunidade de sensibilizar a sociedade para uma nova forma de encarar o consumo e o que isso pode significar em termos locais, globais e ambientais.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Exames do 12º ano - 2008

sábado, 14 de junho de 2008
Irlanda - Vitória do "não" ao Tratado de Lisboa

Tratado de Lisboa
Líderes da UE prometem seguir em frente apesar do "não" irlandês
14.06.2008 Isabel Arriaga e Cunha, Bruxelas
Fonte:
domingo, 8 de junho de 2008
Governo brasileiro revela imagens de tribo indígena isolada
Podem visionar um vídeo com uma reportagem de uma televisão brasileira sobre este acontecimento.
Milhões de zimbabweanos em risco devido à suspensão das actividades humanitárias

São os generais quem mais ajuda Mugabe a resistir
As Forças Armadas do Zimbabwe, cujo potencial mobilizável está avaliado em três milhões de homens e mulheres dos 16 aos 49 anos, montaram um autêntico golpe e reduziram o Presidente Robert Mugabe a uma mera figura decorativa, declarou ontem um diplomata ocidental citado pelo editor diplomático do matutino britânico Daily Telegraph, David Blair. De acordo com essa teoria, o apertado círculo de "securocratas", constituído por oficiais generais como Constantine Chiwenga, Augustine Chihuri, Perence Shiri e Paul Zimondi, que formam uma espécie de junta militar, estarão agora a dirigir o quotidiano do país, pelo que Mugabe se pode dar ao luxo de viajar quando bem entende. E é por isso mesmo que nos últimos dias ele esteve em Roma, a participar na cimeira da FAO. Os generais estão a arquitectar uma campanha de terror para suprimir o Movimento para a Mudança Democrática (MDC), de Morgan Tsvangirai, primeiro classificado na primeira volta das presidenciais, em 29 de Março, e garantir que a ZANU-Frente Patriótica poderá continuar no poder depois da segunda volta, no dia 27 de Junho, disse aquele diplomata, para quem o Comando Conjunto de Operações é que é agora o verdadeiro poder. Ao longo de 28 anos de independência, os antigos companheiros de Mugabe na luta contra a Frente Rodesiana, de Ian Smith, acumularam uma fortuna consideráve, designadamente quando ficaram com fazendas confiscadas a agricultores de origem europeia.
Hillary Clinton anuncia fim da campanha e apoio a Obama

Baile de Finalista 2008

Blogue "Um Mundo Global" - Balanço II (a opinião do professor)

quarta-feira, 4 de junho de 2008
Blogue "Um Mundo Global" - balanço de um ano (lectivo) de actividade

Gostava que, neste balanço que vos proponho agora, se pronunciassem sobre o blogue, os seus conteúdos, o interesse que sentiram por ele, a vossa participação e sobre tudo aquilo que vos apetecer dizer.
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Capital da Índia sob cerco

quinta-feira, 29 de maio de 2008
Israel - 60 anos

Parque Nacional dos Picos de Europa
China suspende temporariamente política de filho único

A política chinesa do filho único, apoiada pela organização mundial anti-vida "International Planned Parenthood Federation" (IPPF) e pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), foi alvo de numerosas críticas de organismos internacionais por constituir uma violação sistemática dos direitos humanos, ao ponto de o Congresso americano ter retido contribuições à UNFPA.
O Comité de População e Planeamento Familiar de Chengdu, capital de Sichuan, a região mais devastada pelo sismo, anunciou que as famílias que desejem ter outro filho, podem "solicitar um certificado".
Actualmente o governo obriga aos casais chineses que têm mais de um filho a pagar uma forte multa pela lei do "filho único". Segundo a nova política temporária, aqueles que perderam um filho "ilegal" já não terão que pagar multa pelo mesmo.
Se a família perdeu um filho "legal" e além disso tinha um "ilegal" menor de 18 anos, poderá registá-lo agora como "legal", e o menor adquire direitos como a educação gratuita.
O governo assinalou ainda que as famílias que desejem podem adoptar órfãos do terremoto poderão fazê-lo, sem limite estabelecido. Segundo indicações oficiais, o terramoto e suas réplicas deixou cerca de 4 mil crianças órfãs.
Podem visionar neste vídeo imagens das consequências do sismo.
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Cem países reunidos na Irlanda acordam na proibição de armas de fragmentação, sem a presença dos EUA
Sydney Pollack, o actor que saltou para trás das câmaras
Rede Nacional de Consumo Responsável

A sociedade de consumo actual promove grandes desequilíbrios sociais e ambientais, traduzidos nas imagens que diariamente nos entram em casa pelos meios de comunicação social. Todos os nossos gestos e opções diárias afectam não só a nossa vida mas a vida de outras pessoas e põem em causa a sustentabilidade do planeta.
Portugal: Maus tratos policiais e violência doméstica denunciados no relatório da Amnistia Internacional

segunda-feira, 26 de maio de 2008
1º Prémio de Fotojornalismo Visão / BES - Augusto Brázio

sábado, 24 de maio de 2008
Coldplay - Violet Hill (Dancing Politicians)
sexta-feira, 23 de maio de 2008
"Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull" - Trailer

Fiquem com o trailer do filme.
A Pobreza em Portugal entre 1995 e 2000

Eis algumas conclusões do estudo:
- mais de metade dos agregados familiares (52,4%), em Portugal, viveram numa situação vulnerável à pobreza pelo menos durante o ano;
- 61% dos pobres não têm condições para manter a casa quente (entre os não-pobres, há 36% que dizem o mesmo);
- 12% não tem banheira ou chuveiro;
- 10% não têm sequer retrete;
- cerca de 40% da pop. portuguesa experimentava, em 2004, alguma forma de privação (18,3% entre a pop. não-pobre confronta-se com a falta de dinheiro para chegar ao fim do mês);
- 9 em cada 10 portugueses que caíram na pobreza tinham no máximo o 3º ciclo do ensino básico e apenas 2% o ensino superior;
- 23,8% dos menores de 17 anos estavam em situação de pobreza;
- mais de metade dos reformados do país são pobres.
Fonte: Público, 23/05/08
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Portugal é o país da UE com mais desigualdades na distribuição de rendimentos

Jorge Sampaio - A crise alimentar é um factor de agravamento da luta contra a tuberculose / A tuberculose no Porto e em Portugal

Vejam um vídeo com uma reportagem da SIC sobre a iniciativa do Dr. Jorge Sampaio aqui.
Fonte: http://sic.aeiou.pt/online/noticias/vida/20080506+Jorge+Sampaio+lanca+alerta.htm (06/05/08)
Taxa de tuberculose no Porto idêntica à do terceiro mundo
Human Rights Watch denuncia detenção de mais de 500 menores no Iraque, pelas forças norte-americanas

Quénia: Multidão enfurecida queima vivas 11 pessoas acusadas de bruxaria
Mulheres da tribo masai, no Quénia. Uma multidão descontrolada queimou vivas onze mulheres acusadas de bruxaria em um povoado do Quéniaquarta-feira, 21 de maio de 2008
Arestides Sousa Mendes

As suas atitudes tinham o cheiro do perfume cuja marca a lei portuguesa só viria a reconhecer tardiamente. Ainda assim, aos olhos dos poucos que um dia ouviram falar de Sousa Mendes, a mais viva recordação que resta deste "salvador de vidas" português é a punição desumana que lhe foi atribuida: Salazar e seus discípulos condenaram-no à "pena de um ano de inactividade" com direito apenas a "metade do vencimento da categoria", tendo sido colocado "na disponibilidade aguardando aposentação", situação da qual só viria a se livrar com a morte, mais de 13 anos depois.
Quando os Nazis invadiram a França em 1940, Aristides de Sousa Mendes, o cônsul português em Bordéus, contrariando as ordens de Salazar, assinou vistas para fugitivos. Assim conseguiu salvar milhares de vidas, antes de ser afastado do cargo pelo ditador.
Em 1940, dado o avanço das tropas alemãs de Norte para Sul e de Leste para Oeste, só Portugal era porta de saída segura para um algures a salvo dos desígnios de Hitler. Eis porque, solicitando um visto, acorriam ao consulado português de Bordéus inúmeros refugiados, sobretudo judeus. Mas a 13 de Novembro de 1939 já Salazar proibira, por circular, todo o corpo diplomático português de conceder vistos a várias categorias de pessoas, inclusive a "judeus expulsos dos seus países de origem ou daqueles donde provêm".
Aristides começou por ignorar a circular para, depois de instado a fazê-lo, a desrespeitar totalmente. Passava vistos a quantos lho solicitassem. Quando a 8 de Julho de 1940, já sem mais hipóteses de transgressão, regressou a Portugal. Tinha salvo milhares de vidas, assinando vistos de dia e de noite, até à exaustão física.
Nada na biografia de Aristides, até então, fazia prever este acto. Com 55 anos à data dos acontecimentos, casado e pai de 14 filhos, servia o "salazarismo (fascismo) tal como antes servira a I República. Era de tradiçao monárquica e católico. Foi simplesmente comovido pela aflição de "toda aquela gente" que não "podia deixar de me impressionar vivamente", como ele disse no seu processo de defesa em Agosto de 1940, que agiu.
Regressando a Portugal, Aristides foi dado como culpado no inquérito disciplinar e despromovido. Salazar reformá-lo-ia compulsivamente com uma pensão mínima. Os recursos de Aristides para os tribunais seriam em vão. Sem dinheiro, Aristides era socorrido pelo irmão e pela comunidade judia portuguesa.
Salazar e seus discípulos condenaram-no à "pena de um ano de inactividade" com direito apenas a "metade do vencimento da categoria", tendo sido colocado "na disponibilidade aguardando aposentação", situação da qual só viria a se livrar com a morte, mais de 13 anos depois.
Do recheado solar da família, em Cabanas de Viriato (Viseu), tudo ia sendo vendido. Os filhos de Aristides iam-se dispersando, a mulher Angelina, morreu em 1948 , e ele casou novamente mais tarde.
No dia 3 de Abril de 1954, Aristides morre de uma trombose cerebral e de uma pneumonia no Hospital da Ordem Terceira em Lisboa. Embora o epitáfio na sua lápide reconheça os méritos de Aristides com as palavras "Quem salva uma vida, salva o mundo", a sua morte não veria qualquer comentário ou informação na imprensa portuguesa.
Seria assim ignorado pelo país.
Ter-se-ia de esperar 34 anos para que Aristides fosse justamente reintegrado e louvado oficialmente em Portugal: Em 1988 na Assembleia da República, o Dr. Jaime Gama, pediu a reabilitação e reintegração póstuma de Aristides no corpo diplomático, o que foi concedido por unanimidade pelos partidos com assento na altura.
Mas desde 1967, Aristides é o único português que faz parte dos "Righteous Among the Nations" (Justo entre as Naçoes), no Yad Vashem Memorial em Israel.
Ele bem o merece, porque "quem salva uma vida, salva o mundo".
Fonte: http://www.sousamendes.com/zindex.htm (adaptado)
A catástrofe de Myanmar e a comunidade internacional

- Nada e deixar que a situação melhor com o tempo?
- Deveria haver uma intervençao da Comunidade internacional? De que forma?
terça-feira, 20 de maio de 2008
Milhares fogem de motins xenófobos em Joanesburgo

Casas incendiadas, pessoas mortas à pancada, uma pelo menos queimada viva; multidões em fúria, de pedras e paus na mão; mulheres, homens e crianças a procurar refúgio em centros sociais, esquadras da polícia e igrejas; milhares de estrangeiros a fugir dentro da África do Sul depois de aqui terem procurado refúgio, fugidos do Zimbabwe. Serão seis mil pessoas em fuga, segundo a BBC on-line. A violência começou há uma semana no bairro de Alexandra, perto do centro de Joanesburgo, onde morreram duas pesssoas, mas estendeu-se no fim-de-semana a outros townships nos arredores da cidade. Apesar do forte dispositivo de segurança, os motins recomeçaram ontem às primeiras horas da manhã. O balanço avançado pela polícia era ontem de 22 mortes e 217 detenções. Os principais alvos da violência xenófoba dos gangs vivem nesses townships, subúrbios de Joanesburgo, e são os mais três milhões de zimbabweanos que emigraram para a África do Sul, muitos deles nos últimos anos para fugir à crise económica e política no seu país. Imigrantes de Moçambique e do Malawi também têm sido al-vos. Entre as vítimas, haverá pelo me-nos dois moçambicanos. As forças policiais e de segurança dispõem de "recursos suficientes" e por isso "não se espera que a situação saia fora de controlo", disse ao PÚBLICO o analista e director do Instituto para os Estudos de Segurança, em Pretória, Jakkie Cilliers. Mas a África do Sul, país escolhido para acolher o Campeonato Mundial de Futebol de 2010, atravessa uma crise "grave" que "está a alastrar", reconhece. Repórteres escreveram, no fim-de-semana, que o centro de Joanesburgo estava temporariamente transformado em "zona de guerra" e os Médicos sem Fronteiras falaram de "uma situação típica de refugiados". A situação foi condenada pelo Presidente Thabo Mbeki e pelo seu rival que assumiu a liderança do Congresso Nacional Africano (ANC) em Dezembro, Jacob Zuma, que foi vice-presidente de Mbeki. Mas ambos são acusados de nada terem feito para prevenir a situação. O Presidente sul-africano anunciou a constituição de um grupo de trabalho para analisar a violência, mas não escapou às fortes críticas dos principais jornais por ter optado pelo diálogo com o re-gime do Presidente Robert Mugabe, quando isso em nada ajudou a impedir a grave crise económica e política no Zimbabwe. O país entrou em colapso e muitos zimbabweanos emigraram, a maioria dos quais para a África do Sul. "Se o Presidente Mbeki e o seu vice Jacob Zuma tivessem agido, há nove meses, não estaríamos onde estamos hoje", escrevia ontem o Times da África do Sul, no seu editorial. E fazendo eco da condenação geral da violência, o Cape Argus evocou também em editorial o "coro de repúdio, o consenso de que [esta violência] envergonha o país". O Governo também é apontado por não ter levado a sério o problema da xenofobia no país e por não ter resolvido os problemas mais prementes das populações mais pobres. A pobreza extrema e o medo de ficar de fora num país onde o desemprego chega aos 40 por cento estarão na origem desta ira, que toma a forma de "ódio" - a palavra correu ontem as primeiras páginas dos jornais sul-africanos. Mas este é um fenómeno com história. "Historicamente, o apartheid não só separou a comunidade branca da comunidade negra, mas também isolou a África do Sul do resto do continente, o que criou entre os sul-africanos um sentimento xenófobo", diz Jakkie Cilliers. Para este investigador sul-africano, os motins "reflectem o falhanço das políticas do Governo sul--africano em matéria de política externa, com "um apoio a Robert Mugabe no Zimbabwe" e quanto às políticas internas, económicas e sociais. O Zimbabwe é pois outro elemento-chave: os zimbabweanos, que recentemente afluíram em massa para a África do Sul, estão mais bem preparados para competir no mercado. O país teve, pelo menos até agora, um bom sistema de ensino, melhor que o sul-africano, explica Cilliers. "Os zimbabweanos constituem uma ameaça na medida em que podem competir com os sul-africanos." Os moçambicanos, enquanto imigrantes ilegais, também são vistos como uma ameaça, embora diferente. "Como todos os imigrantes ilegais em qualquer país, estão dispostos a aceitar qualquer emprego e qualquer salário." São "os mais pobres dos pobres" que protagonizam esta violência, diz. O que começou por ser "algo de inesperado", alastrou. E isso aconteceu pelos altos níveis de frustração, ira e medo de uma grande parte da população. "As pessoas pobres vêem que há muito dinheiro mas não vêem mudanças nas suas vidas."
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Porto Vivo, SRU - Sociedade de Reabilitação urbana da Baixa Portuense S.A.
Amanhã, na aula de Geografia C, temos o prazer de receber o Sr. engenheiro Rui Quelhas, que virá falar à turma sobre a reabilitação urbana da "Baixa" do Porto. O Sr. engenheiro Rui Quelhas é administrador da Porto Vivo, SRU - Sociedade de Reabilitação Urbana da Baixa Portuense SA.A Porto Vivo, SRU - Sociedade de Reabilitação Urbana da Baixa Portuense S.A., é uma empresa de capitais públicos, do Estado (I.N.H.) e da Câmara Municipal do Porto, que tem como missão conduzir o processo de reabilitação urbana da Baixa Portuense, à luz do Decreto-Lei 104/2004 , de 7 de Maio.
Constituída a 27 de Novembro de 2004, à Porto Vivo, SRU cabe o papel de orientar o processo, elaborar a estratégia de intervenção e actuar como mediador entre proprietários e investidores, entre proprietários e arrendatários e, em caso de necessidade, tomar a seu cargo a operação de reabilitação, com os meios legais que lhe foram conferidos.
•A re-habitação da Baixa do Porto;
Para além destas metas foi ainda possível delimitar uma Zona de Intervenção Prioritária (ZIP) bem como elaborar estratégias e definir pólos e fileiras de desenvolvimento sustentável e identificar actores e alternativas.
A Zona de Intervenção Prioritária, identificada na figura, compreende uma área com cerca de 500 hectares, cujos limites extremos são, grosso modo , a sul, o rio Douro, a norte, a Praça do Marquês/Constituição, a oeste, a Rua da Restauração/Carvalhosa e, a leste, o Bonfim.
A Z.I.P. engloba o Centro Histórico do Porto (classificado como Património da Humanidade), a Baixa tradicional e áreas substanciais das freguesias do Bonfim, Santo Ildefonso, Massarelos e Cedofeita, correspondentes ao crescimento da cidade nos séculos XVIII e XIX.

