Fiquem com a voz pop, refrescante e diversificada da australiana Gabriella Cilmi e com o seu primeiro grande êxito "Sweet About Me".
Site oficial de Gabriella Cilmi: http://www.gabriellacilmi.com/
Um Mundo Global é um espaço de informação,reflexão e comentário de temas geográficos, nacionais e/ou mundiais, mas onde também há espaço para outros pontos de interesse como as temáticas sociais e ambientais, a música, os filmes, a poesia, a fotografia, os cartoons, os livros e as viagens. Todos são bem-vindos e convidados a deixar os seus comentários.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Lisboa é a capital da economia portuguesa

A região da capital é a única do País onde a produção supera a média europeia em termos de PIB ‘per capita’
A região de Lisboa é a única onde cada habitante produziu mais do que a média dos países da União Europeia em 2007. Ainda assim, essa produção foi umpouco menor do que no ano anterior, de acordocomdados do Instituto Nacional de Estatística (INE).“Em2006 e 2007, apenas a região de Lisboa superou a média europeia do Produto Interno Bruto (PIB) per capita avaliado em paridades de poder de compra”, revela o INE. Esta instituição acrescenta que em 2007 oPIB per capita na região de Lisboa era igual a 106% do registado pela média das economias da UE. E em 2006, o PIB por habitante desta região atingiu os 107%. Em termos de todo o país, porém, o PIB per capita português representa apenas 76,4% do registado ao nível médio europeu, em 2007 (100%). Em sentido oposto à região de Lisboa estão o Norte, Centro e os Açores, que apresentam um PIB per capita de 61% , 65% e 73%, respectivamente. Estas três regiões estão, portanto, muito abaixo das percentagens verificadas a nível nacional (os referidos 76,4%) e, assim, mais longe da UE. Apesar de Lisboa se encontrar numa situação mais favorável, as taxas de crescimento reais por regiões,em 2007, revelam que Lisboa está a perder algum terreno face à média nacional. Isto porque,“em 2007, registou-se um aumento real inferior à média nacional (1,9%) em Lisboa (1,5%) e no Alentejo (1,5%) e na Madeira (1,6%)”, afirma o INE. Com crescimentos da produção superiores à média nacional estiveram os Açores (2%), Centro (2,2%), Norte (2,4%) e Algarve (2,5%). Açores e Madeira destacaram-se com as maiores taxas de investimento. (Global Notícias)
Fonte: http://www.globalnoticias.pt/gnpdf.pdf
Portugal, apesar de ter recebido tantos fundos comunitários, continua a ser um país "a duas velocidades"
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Jornalista iraquiano atira sapatos a Geoge W. Bush
Mais uma situação caricata com George W. Bush que, curiosamente, está em forma revelando excelentes reflexos!
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Pais portugueses são dos que mais vigiam acesso dos filhos à Internet

As novas tecnologias estão definitivamente entre os mais novos: 75 por cento das crianças da União Europeia entre os seis e os 17 anos têm acesso à Internet e 50 por cento com dez anos já têm telemóvel. Motivos suficientes para 60 por cento dos pais estarem preocupados com os aliciamentos de que os filhos podem ser vítimas e 54 por cento recearem abusos sexuais ou outras intimidações. Contudo, os comportamentos entre os pais são bem diferentes, revelando-se os portugueses os mais controladores, apesar de serem dos que menos sabem usar os aparelhos. É em Portugal que encontramos alguns dos dados mais díspares, de acordo com um inquérito do Eurobarómetro divulgado ontem. Somos o quinto país onde os pais menos acedem à Internet (65 por cento) e o segundo em que o fazem com menos frequência (32 por cento), ao lado de Malta, Roménia, Chipre e Grécia. Os nórdicos (Dinamarca, Finlândia, Suécia, Holanda e Reino Unido) são os países onde os pais estão mais familiarizados com esta tecnologia. A Finlândia surge no topo da lista com 94 por cento das crianças a usar Internet, situando-se Portugal no final da lista, como o quarto país onde os mais novos menos usam esta tecnologia (68 por cento), apenas seguido pela Grécia e Chipre (empatados com 50 por cento) e pela Itália (45 por cento). De acordo com o Eurobarómetro é possível estabelecer uma relação entre o não uso e algumas características sócio-demográficas: pais mais velhos, com menos nível de escolarização e que trabalhem no sector primário ou que estejam em casa mantêm-se mais longe das tecnologias. Por seu lado, os que vivem em metrópoles ou zonas urbanas e que são trabalhadores activos, preferencialmente por conta própria, usam mais a Internet. O número de pessoas que nunca navegou é superior entre as mães e estes dados influenciam o acesso dos filhos. No entanto, a nível europeu cerca de 50 por cento dos pais asseguram que falam com os filhos sobre o uso destas tecnologias e 92 por cento não deixa que as crianças revelem informações pessoais ou falem com pessoas que não conhecem na realidade (83 por cento). Mas a nível dos 27 Estados-membros, apenas 59 por cento dos pais usam filtros ou software de vigilância e 64 por cento dos que não usam justifica a decisão com “confiança nos filhos”. Ainda assim, 14 por cento admite não saber como usar estas formas de protecção. Estes programas são mais comuns no Reino Unido, Irlanda, Alemanha e França mas Portugal (22º lugar) acredita pouco na sua eficácia e admite não saber bem como usar. Em entrevista ao PÚBLICO, Cristina Ponte, professora da Universidade Nova de Lisboa e coordenadora do projecto “UE Kids Online”, mostrou-se surpreendida com os dados do Eurobarómetro e apontou algumas contradições: “Os países do sul são os mais controladores e ao mesmo tempo os que menos sabem usar as novas tecnologias. Não sei se não corresponde mais a um desejo de controlo do que a uma realidade”. Para Cristina Ponte é, também, natural que nos países nórdicos haja menos controlo pois é uma “cultura que respeita mais a intimidade da criança”. E acrescentou: “O controlo e um ambiente de desconfiança não trazem vantagens”. Falar sobre o que os filhos fazem na Internet é o comportamento mais comum na UE. Mesmo assim Reino Unido (87), Espanha (85), Alemanha (85), Irlanda (84) e Portugal (80) são os que mais tomam esta atitude preventiva. Quanto ao “estar por perto” quando os filhos navegam a atitude é mais comum na Irlanda (79), Itália, Espanha e Polónia (74), Reino Unido (70) e Portugal (68). No entanto, Portugal é líder no número de pais que se sentam com os filhos quando estes estão ligados à Internet (60 por cento), ficando o segundo lugar para Espanha (57) e o terceiro para o Reino Unido (49).
“Mãe controladora”
Portugal volta a ficar à frente no número de pais que verificam os sites visitados pelos filhos (60 por cento), seguido da Alemanha (55), Espanha (54) e Itália (50). Entrar no email dos filhos, ler as mensagens ou verificar os grupos sociais a que pertencem é também mais comum no nosso país: 50 por cento. A atitude é também frequente em Chipre, Alemanha, Irlanda e Reino Unido, Espanha e Itália. O “controlador” é em geral a mãe ou os pais mais velhos. Os alvos são os filhos mais novos, verificando-se que entre os 15 e os 17 anos quase já não há controlo, enquanto entre os seis e os dez 84 por cento estão proibidos de visitar “chats”. A Lituânia e a Estónia são os menos severos. Cristina Ponte lembrou que os inquéritos foram feitos via telefone durante o mês de Outubro, numa “num ambiente de Magalhães”, em que se falou muito dos computadores para crianças, o que “pode ter influenciado as respostas”. E acrescentou: “No estudo de 2006 os pais portugueses apareciam como dos mais afastados e acho que o cenário não mudou assim tanto”. Para a docente se a pergunta deveria ter sido mais generalizada e deveriam ter sido os próprios pais a apontar o que os preocupa da Internet. Sobre o conteúdo a que os filhos têm acesso, as imagens violentas ou sexualmente explícitas são as que preocupam muito a maioria dos pais europeus (65), seguidas pelo “grooming” (aliciamento) com 60 por cento, o “bullying” (violência física ou psicológica) com 54 por cento. Já a revelação de dados pessoais preocupa muito apenas 25 por cento dos progenitores. Portugal, França, Espanha e Chipre são os mais preocupados com o conteúdo inapropriado. No entanto, verifica-se que os pais que não usam a Internet são os que mais temem os riscos. Consoante a idade dos filhos verifica-se também um decréscimo da preocupação, sendo até aos 14 anos que há mais vigilância. A preocupação com suicídio, anorexia e autoflagelação é também maior em Portugal que nos outros países (75 por cento), verificando-se a mesma percentagem em relação ao isolamento. A Dinamarca e a Suécia são os menos preocupados, seguidos pelos britânicos e austríacos, apesar de as taxas de suicídio serem mais elevadas nestes países. Cerca de 89 por cento dos pais portugueses estão também preocupados com o aliciamento, os segundos depois de França (90). Os dados mais baixos estão, uma vez mais, na Áustria (47), Suécia (46), Dinamarca (45) e Reino Unido (41). O medo de isolamento é também comum em França, Grécia e Chipre e pouco usual na Dinamarca e Suécia.Com o objectivo de reforçar a segurança dos filhos, encontra-se também uma tendência expressiva para associar regras ao uso da Internet, como não fazer compras online, não falar com desconhecidos ou limitar o tempo. Cerca de um terço dos pais contactados assegura mesmo que não deixa os filhos fazerem downloads ou utilizarem música, filmes e jogos. Trinta e oito por cento das crianças estão também impedidas de ter conta de email. Uma vez mais, ao lado da Itália e Irlanda, Portugal é dos países que impõe mais regras, sendo a República Checa, a Estónia e a Letónia as menos restritivas. As regras são mais comuns para os filhos mais novos mas não se verificou diferenciação entre rapazes e raparigas.
Primeiros a proibir compras online
Ainda que sejamos os décimos a não colocar nenhumas restrições somos os primeiros a proibir compras online (93 por cento) e os sextos a proibir que as crianças falem com pessoas que não conhecem pessoalmente (88). A limitar o tempo de navegação somos os quintos (84) e proibir perfis em determinados sites os primeiros (77), a par com Itália. Cerca de 45 por cento dos progenitores proíbem ainda o download ou uso de músicas, filmes e jogos (segundo lugar) e 50 por cento proíbem mesmo uma endereço electrónico (terceiro lugar). Em caso de problemas as opiniões são unânimes: 90 por cento dos pais contactaria a polícia e apenas 30 associações dedicadas a conteúdos inapropriados online. Para os progenitores muitos riscos poderiam ser acautelados com mais educação sobre o tema nas escolas (88) ou em encontros providos pelos governos, ONG e autoridades locais (70). Portugal, Irlanda, Malta, Chipre e Grécia são os países que mais apoiam as aulas sobre o assunto integradas na escola, que não conseguem muita credibilidade junto da Dinamarca, República Checa, Áustria, Estónia e Eslováquia. Os portugueses encontram-se sempre nos três primeiros lugares quando se fala de mais campanhas e organismos para contactar sobre o tema.Sobre o facto de os portugueses defenderem mais acções nas escolas relacionadas com a Internet, Cristina Ponte garante que é uma atitude de “certa desresponsabilização” e garantiu que se as aulas forem organizadas “eles não vão lá”. Ainda assim defendeu que neste momento importa explorar mais a base de dados dos inquéritos portugueses para daí serem retiradas conclusões.No que diz respeito a telemóveis duas em cada três crianças tem telemóvel, verificando-se uma média de 50 por cento aos dez anos e de 94 por cento entre os 15 e os 17 anos. Cerca de 50 por cento das crianças europeias têm telemóvel sem acesso à Internet, 11 com acesso, e três têm mas os pais não sabem se tem ou não acesso. As crianças francesas, espanholas e gregas são as que menos telemóveis têm, seguidas do Reino Unido. A Estónia, Lituânia e Letónia são os países onde os aparelhos mais proliferam entre os mais novos. Portugal surge em 22º lugar. O inquérito foi feito em Outubro a 12750 pais dos 27 Estados-membros com filhos entre os seis e os 17 anos. A média de inquéritos foi de 500 por país, excepto Chipre, Luxemburgo e Malta que tiveram cerca de 250 por razões de dimensão.
Os pais têm mesmo motivos para estarem preocupados com o que os seus filhos fazem quando estão ligados à Internet? Quais são, de facto, os principais perigos da Internet para as crianças e jovens? O que devem fazer os pais para proteger os seus filhos dos perigos da Internet?
Did You Know 2.0
Mais algumas estatísticas mundiais deste Mundo cada vez mais globalizado.
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Genocídio do Ruanda
Foi no dia 6 de Abril de 1994, que a humanidade assistiu a um dos maiores horrores de que há memória. No Ruanda, tensões étnicas entre os hutu e os tutsi deram origem à violência e ao vasto derramamento de sangue, em sequência do agravamento de um conflito de décadas.No início da década de 90, o conflito entre as duas tribos (hutu e tutsi) aumentava a cada minuto. Até que a 6 de Abril de 1994, a morte dos Presidentes Juvenal Habyarimana, do Ruanda, e Cyprien Ntaryamira, do Burundi, num inexplicável acidente de avião, quando este se aproximava de Kigali (capital do Ruanda), significou o acender do rastilho de uma guerra civil muito sangrenta.
Os extremistas hutu usaram o acidente como pretexto para chegarem ao poder e tentaram aniquilar a população tutsi e os hutu moderados. Resultado: entre Abril e Julho de 1994, morreram mais de 800 mil pessoas, no maior genocídio que alguma vez aconteceu em África.
O genocídio levou ao êxodo massivo da população tutsi que não tinha outra alternativa senão fugir do país. Calcula-se que mais de dois milhões de ruandeses abandonaram o território, procurando refúgio em países vizinhos e que dentro do país, o deslocados foram mais de 1,5 milhões de pessoas. A guerra civil afectou directamente mais de metade da população ruandesa que tinha cerca de sete milhões de habitantes.
O jornalista da TSF, Emídio Fernando, esteve no Ruanda em Fevereiro de 1996, e contou ao JornalismoPortoNet aquilo que encontrou: “no Ruanda pude presenciar a um êxodo bíblico de pessoas a entrar e sair no país assim que os tutsi chegaram ao poder". Segundo o jornalista, “nessa altura os tutsi tentaram vingar-se do que os hutu lhes fizeram durante o genocídio".
Sem condições sanitárias suficientes, milhões de refugiados ruandeses morreram vítimas de doenças como a cólera e a sida.
Os extremistas hutu usaram o acidente como pretexto para chegarem ao poder e tentaram aniquilar a população tutsi e os hutu moderados. Resultado: entre Abril e Julho de 1994, morreram mais de 800 mil pessoas, no maior genocídio que alguma vez aconteceu em África.
O genocídio levou ao êxodo massivo da população tutsi que não tinha outra alternativa senão fugir do país. Calcula-se que mais de dois milhões de ruandeses abandonaram o território, procurando refúgio em países vizinhos e que dentro do país, o deslocados foram mais de 1,5 milhões de pessoas. A guerra civil afectou directamente mais de metade da população ruandesa que tinha cerca de sete milhões de habitantes.
O jornalista da TSF, Emídio Fernando, esteve no Ruanda em Fevereiro de 1996, e contou ao JornalismoPortoNet aquilo que encontrou: “no Ruanda pude presenciar a um êxodo bíblico de pessoas a entrar e sair no país assim que os tutsi chegaram ao poder". Segundo o jornalista, “nessa altura os tutsi tentaram vingar-se do que os hutu lhes fizeram durante o genocídio".
Sem condições sanitárias suficientes, milhões de refugiados ruandeses morreram vítimas de doenças como a cólera e a sida.
Dez anos depois…
Dez anos passaram e a memória do genocídio ainda está bem presente nas mentes de todos os ruandeses, sejam eles hutus ou tutsis. O repórter revela mesmo que as feridas do massacre estão bem presentes: “não conheci uma única pessoa no Ruanda que não tivesse tido um familiar morto à catanada".
O Ruanda é um país traumatizado pela guerra civil, destruído na maior parte das suas infra-estruturas sociais, económicas e políticas que tenta agora recuperar. No entanto, a reconciliação étnica é algo em que Emídio Fernando não acredita. “Os hutus e os tutsi não se misturam e assim é difícil que se consiga estabelecer uma democracia".
Outro problema que afecta a população ruandesa é a Sida. A doença tem-se propagado por todo o continente africano, no entanto, tem tido maior incidência na região dos Grandes Lagos, onde também se encontra a República do Ruanda. “A Sida é um problema muito grave, pois até as classes dirigentes, pessoas que realmente fazem funcionar um país, foram atingidas pela doença. Assim, o futuro de países como o Ruanda encontra-se muito indefinido", disse Emídio Fernando.
Bruno Amorim, 06.04.2004
Fonte: http://jpn.icicom.up.pt/2004/04/06/genocidio_no_ruanda_foi_ha_10_anos.html
Podem visionar a seguir um vídeo com o trailer do filme "Hotel Ruanda", de 2004, dirigido por Terry George e interpretado por Don Cheadle, Nick Nolte, Joaquin Phoenix, Desmond Dube e Sophie Okonedo. O filme é uma co-produção de Itália, Reino Unido e África do Sul, e relata a história real de Paul Rusesabagina, que foi capaz de salvar a vida de 1268 pessoas durante o genocídio de Ruanda em 1994. Logo depois das primeiras exibições, sua história foi imediatamente comparada com a de Oskar Schindler.
O filme será apresentado ao 12ºH, no dia 15 de Dezembro, no auditório da Escola, durante as aulas de Geografia C e História A.
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30 Seconds to Mars - Beautiful lie
O momento musical do dia é uma proposta da Andreia Macedo do 12º H e vem mesmo a propósito do "post" anterior: "Beautiful lie", dos 30 Seconds to Mars que chama a atenção para os efeitos do aquecimento global nas regiões polares.
UE: 27 chegam a acordo para plano para redução das emissões de CO2

Objectivo é reduzir emissões em 20 por cento até 2020
Os chefes de Estado e de Governo da União Europeia chegaram hoje a acordo sobre o plano para reduzir as emissões de dióxido de carbono em 20 por cento até 2020, na sequência de uma proposta de compromisso apresentada pela presidência francesa.“Há um acordo para as alterações climáticas”, adiantaram às agências diplomatas envolvidos nas discussões em curso no Conselho Europeu. O texto final da reunião deverá ser conhecido em breve.O acordo detalha a forma como o plano proposto pela Comissão Europeia para a redução das emissões de CO2, face aos níveis de 1990, será aplicado e os esforços a realizar, por país e sector de actividade. Igualmente abrangido pelo acordo está a proposta de, até 2020, garantir que 20 por cento da energia na UE produzida a partir de fontes renováveis. Um dos principais pilares da proposta de Bruxelas passava pela imposição feita à indústria de, a partir de 2013, adquirir em leilão licenças para a emissão de CO2, actualmente concedidas gratuitamente. A ideia era contestada pela Alemanha, Polónia e Itália e o compromisso apresentado por Paris prevê que as indústrias fortemente expostas à concorrência externa podem continuar a adquirir estas licenças de forma gratuita se virem os seus custos de produção aumentar mais de cinco por cento. Prevê-se que esta isenção abranja alguns dos sectores mais poluentes como o aço, cimento ou papel, sendo que os restantes terão apenas de comprar 70 por cento do total de licenças. Uma outra alteração refere-se ao mecanismo de solidariedade, que previa que os países mais ricos deveriam ceder dez por cento das licenças de emissão aos mais pobres, industrialmente menos desenvolvidos. Em alternativa, a Alemanha propôs que seja o orçamento comunitário a comparticipar, entre 2014 e 2020, a aposta nas energias alternativas dos países de Leste, num montante estimado em 40 mil milhões de euros. Falando no final do encontro, o Presidente francês, Nicolas Sarkozy, classificou este acordo, que terá ainda de ser aprovado pelo Parlamento Europeu, de “histórico”. “Não há um continente no mundo que se tenha dotado de regras assim tão restritas como as que nós adoptámos hoje por unanimidade”. Contudo, ainda antes de ser conhecido o acordo final, várias organizações ambientais denunciaram o “fracasso” da UE em estabelecer metas audazes, sublinhando que só com uma redução entre 25 e 40 por cento das emissões até 2020 (por comparação aos níveis de 1990) será possível combater as alterações climáticas. (Público)
Será que este objectivo da UE de reduzir as emissões de dióxido de carbono em todo o espaço comunitário em 20 por cento até 2020 é concretizável, especialmente numa época de crise económica e financeira que atravessamos?
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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Os 100 anos de Manoel de Oliveira - Parabéns!

Hoje, dia 11 de Dezembro de 2008, o realizador de Cinema Manoel de Oliveira faz 100 anos. Está de parabéns e continua a ser o cineasta mais velho do Mundo ainda em actividade. Neste momento está a filmar mais uma cena do seu último filme baseado num conto de Eça de Queiróz "Singularidades De Uma Rapariga Loira". Goste-se ou não do tipo de filmes que Oliveira dirige, é um facto indiscutivel que constitui uma das personalidades mais importantes da cultura portuguesa de todos os tempos.
Para conhecerem melhor a obra de Manoel de Oliveira cliquem aqui e poderão aceder a um dossier completo sobre a obra deste Homem do cinema, organizado por Rita Azevedo Gomes.
Como uma amostra da obra de Manoel de Oliveira podem visionar a seguir um excerto de um dos seus primeiros filmes (na minha opinião um dos mais belos): "Aniki-Bobó" de 1942 , rodado na Ribeira da cidade do Porto e interpretado por crianças da mesma zona da cidade.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Declaração Universal dos Direitos Humanos completa 60 anos

Há 60 anos, no dia 10 de dezembro de 1948, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovava em Paris a Declaração Universal dos Direitos Humanos, texto fundador que rege o direito internacional desde a Segunda Guerra Mundial, embora seus ideais continuem distantes e, muitas vezes, questionados.
Várias manifestações estão previstas na data comemorativa, principalmente em França - na quarta-feira, será organizada uma cerimónia no Palácio Chaillot, em Paris, onde o texto foi ratificado. Estarão presentes representantes da ONU, da Comissão Europeia e de organizações de defesa dos direitos humanos.
Inspirada na declaração francesa dos direitos humanos e do cidadão, de 1789, e na declaração de Independência dos Estados Unidos, de 1776, a Declaração Universal dos Direitos Humanos tem na sua origem o trauma provocado pela Segunda Guerra Mundial e pelo genocídio nazi.
"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direito", proclama o primeiro artigo da Declaração, que em trinta pontos enumera os direitos humanos, civis, económicos, sociais e culturais "inalienáveis" e "indivisíveis".
O texto foi adoptado pelos então 58 Estados membros da Assembleia Geral da ONU, com excepção da União Soviética, dos países do Leste europeu, da Arábia Saudita e da África do Sul, que se abstiveram.
A URSS e seus países satélites insistiam nos "direitos reais", económicos e sociais, contra os "direitos burgueses" civis e culturais defendidos pelos ocidentais.
Os dois pactos coactivos que, junto com os direitos humanos, constituem a Carta dos Direitos Humanos da ONU, no entanto, só foram adotados em 1966.
Mesmo sem valor coactivo, a DUDH inspirou todos os tratados internacionais do pós-guerra, e é reconhecida como o fundamento do direito internacional relativo aos direitos humanos.
As convenções internacionais para banir a discriminação contra as mulheres, de 1979, além das convenções contra a tortura (1984) e pelos direitos das crianças (1990), junto com a criação Tribunal Penal Internacional (TPI) em 1998 são fruto da DUDH.
A Declaração também inspirou "o direito de ingerência" e de assistência humanitária, da qual o chanceler francês, Bernard Kouchner, é um grande defensor.
Entretanto, o documento não impediu a realização de um novo genocídio - em Ruanda, em 1994 - nem a violação quotidiana dos direitos fundamentais em diversas partes do mundo.
Por outro lado, os direitos humanos continuam sendo uma "ideologia", segundo o termo usado pelo ex-ministro francês da Justiça, Robert Badinter - ideologia esta rejeitada por alguns países, que denunciam uma visão exclusivamente ocidental e que questionam seu caráter universal.
"Há uma corrente soberanista - cada um é dono em sua casa - representada sobretudo por China, Venezuela, Cuba e Birmânia, e uma corrente islamita, que acredita que os direitos humanos são o produto de um pensamento religioso revelado", explicou Badinter numa recente entrevista em Paris.
Para este militante convicto da universalidade dos direitos humanos, o mundo está a regredir nesta área, com episódios como os atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos e políticas "desastrosas" como as empreendidas por Washington e pelas democracias europeias a pretexto da luta contra o terrorismo.
"Renunciamos aos que pretendíamos defender, e vamos sofrer as consequências disso por um longo tempo", alertou Badinter. (AFP)
Várias manifestações estão previstas na data comemorativa, principalmente em França - na quarta-feira, será organizada uma cerimónia no Palácio Chaillot, em Paris, onde o texto foi ratificado. Estarão presentes representantes da ONU, da Comissão Europeia e de organizações de defesa dos direitos humanos.
Inspirada na declaração francesa dos direitos humanos e do cidadão, de 1789, e na declaração de Independência dos Estados Unidos, de 1776, a Declaração Universal dos Direitos Humanos tem na sua origem o trauma provocado pela Segunda Guerra Mundial e pelo genocídio nazi.
"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direito", proclama o primeiro artigo da Declaração, que em trinta pontos enumera os direitos humanos, civis, económicos, sociais e culturais "inalienáveis" e "indivisíveis".
O texto foi adoptado pelos então 58 Estados membros da Assembleia Geral da ONU, com excepção da União Soviética, dos países do Leste europeu, da Arábia Saudita e da África do Sul, que se abstiveram.
A URSS e seus países satélites insistiam nos "direitos reais", económicos e sociais, contra os "direitos burgueses" civis e culturais defendidos pelos ocidentais.
Os dois pactos coactivos que, junto com os direitos humanos, constituem a Carta dos Direitos Humanos da ONU, no entanto, só foram adotados em 1966.
Mesmo sem valor coactivo, a DUDH inspirou todos os tratados internacionais do pós-guerra, e é reconhecida como o fundamento do direito internacional relativo aos direitos humanos.
As convenções internacionais para banir a discriminação contra as mulheres, de 1979, além das convenções contra a tortura (1984) e pelos direitos das crianças (1990), junto com a criação Tribunal Penal Internacional (TPI) em 1998 são fruto da DUDH.
A Declaração também inspirou "o direito de ingerência" e de assistência humanitária, da qual o chanceler francês, Bernard Kouchner, é um grande defensor.
Entretanto, o documento não impediu a realização de um novo genocídio - em Ruanda, em 1994 - nem a violação quotidiana dos direitos fundamentais em diversas partes do mundo.
Por outro lado, os direitos humanos continuam sendo uma "ideologia", segundo o termo usado pelo ex-ministro francês da Justiça, Robert Badinter - ideologia esta rejeitada por alguns países, que denunciam uma visão exclusivamente ocidental e que questionam seu caráter universal.
"Há uma corrente soberanista - cada um é dono em sua casa - representada sobretudo por China, Venezuela, Cuba e Birmânia, e uma corrente islamita, que acredita que os direitos humanos são o produto de um pensamento religioso revelado", explicou Badinter numa recente entrevista em Paris.
Para este militante convicto da universalidade dos direitos humanos, o mundo está a regredir nesta área, com episódios como os atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos e políticas "desastrosas" como as empreendidas por Washington e pelas democracias europeias a pretexto da luta contra o terrorismo.
"Renunciamos aos que pretendíamos defender, e vamos sofrer as consequências disso por um longo tempo", alertou Badinter. (AFP)
Fonte: http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5gPb4Wvq3Sk7uf5p1UE3E2K4m_Jpw
Para conhecerem na íntegra a Declaração Universal dos Direitos Humanos cliquem aqui.
Podem visionar, a seguir, um vídeo alusivo à Declaração Universal dos Direitos Humanos
Gostava que fizessem um comentário sobre a importância da Declaração Universal dos Direitos Humanos no Mundo actual.
Até que ponto os Direitos Humanos devem ser assumidos como universais, ou seja, aplicáveis da mesma forma a todos os países do Mundo, ou, pelo contrário, devem ser ajustados às especificidades culturais, religiosas ou políticas de cada país?
«Stand by me», ou a paz através da música
O trabalho de Mark Johnson e Johnathan Walls deu frutos em 2008. Em Maio deste ano, o produtor estreou no Tribeca Film Festival (um certame que promove o cinema alternativo norte-americano) um documentário arrojado que arrebatou todos os que o viram, o "Playing For Change: Peace Through Music”. Há um mês, foi criado um canal no YouTube, que rapidamente cativou a atenção de quase um milhão de internautas. Johnson e Walls filmaram por todo o mundo (Nova Orleães, Barcelona, África do Sul, Tibete, etc.), músicos interpretando a célebre música “Stand by me”, sem que estes alguma vez se tivessem encontrado. O objectivo do projecto era demonstrar que a música era capaz de unir as pessoas por uma causa nobre, apesar das suas diferenças culturais. Pouco depois era criada uma fundação para colocar em prática o principio do documentário: construir escolas em todo o mundo, juntar estudantes e inspirar comunidades através da música.
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terça-feira, 9 de dezembro de 2008
The Walkmen - We've Been Had
Depois da violência de Atenas e de outras cidades gregas, fiquem agora com mais um grupo do chamado rock alternativo: os The Walkmen e a canção "We've Been Had"
Site do grupo no MySpace: http://www.myspace.com/thewalkmen (onde podem ouvir algumas canções do seu último album "You and me")
Site do grupo no MySpace: http://www.myspace.com/thewalkmen (onde podem ouvir algumas canções do seu último album "You and me")
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Grécia: 87 pessoas foram detidas e primeiro-ministro apela à unidade nacional

Os confrontos entre a polícia e os manifestantes proliferaram ontem por toda a Grécia, desde o Norte ao mar Jónico e ao Egeu
Após a morte de um adolescente, no sábado
A polícia deteve 87 pessoas em Atenas em consequência dos actos de violência e dos distúrbios ocorridos ontem no centro da cidade, à margem de uma manifestação de protesto contra a morte de um adolescente por um polícia, no sábado, indicaram fontes policiais. Face ao drama vivido nas ruas de Atenas, o primeiro-ministro grego, Costas Caramanlis, lançou hoje um apelo à unidade nacional. Os confrontos já motivaram vários telefonemas para embaixada de Portugal em Antenas pedindo ajuda com os regressos a Portugal, indicou o embaixador Alfredo Duarte Costa, citado pela TSF. A maioria das pessoas detidas foram-no por causa de pilhagens que arrasaram com vários armazéns do centro de Atenas durante aquelas que são já consideradas as piores violências urbanas registadas na Grécia. Pelo menos doze polícias ficaram feridos nos confrontos com jovens e pelo menos dez pessoas foram hospitalizadas por problemas respiratórios, depois de terem inalado gás lacrimogénio atirado pelas forças anti-motim. Os bombeiros foram chamados 190 vezes e tiveram que combater incêndios em 49 escritórios, 47 lojas, 20 carros e dez edifícios onde funcionavam serviços ministeriais, indicaram os bombeiros. Dois bombeiros foram igualmente hospitalizados por problemas respiratórios, precisou a mesma fonte. Em Salónica, a grande cidade do norte da Grécia, pelo menos 70 lojas, cinco carros e sete agências bancárias foram incendiados, de acordo com a Agência de Imprensa de Atenas (ANA, semi-oficial).
Raiva subiu de tom
Os confrontos entre a polícia e os manifestantes proliferaram ontem por toda a Grécia, desde o Norte ao mar Jónico e ao Egeu. A cólera desencadeada pela morte, no sábado, do jovem Alexandro Grigoropoulos - cujo funeral decorre hoje - alastrou mesmo a representações diplomáticas em Londres e Berlim. Trata-se da mais grave agitação a que a Grécia assiste nas últimas décadas. No domingo, o agente responsável pelos disparos foi acusado de assassínio, mas nem assim os revoltosos arrefeceram os ânimos.
Fonte: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1352490
Como é que explicam a reacção tão violenta dos jovens gregos?
Existe de facto um mal estar nas grandes cidades e que afecta sobretudo os jovens?
Ou há outras razões que podem explicar uma reacção tão excessiva face a um acontecimento como aquele que ocorreu no último sábado (a morte de um jovem por um polícia)?
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Bovinos irlandeses também estão contaminados com dioxinas, alerta Comissão Europeia

Depois dos porcos também as vacas estão contaminadas com dioxinas
Bovinos irlandeses que foram alimentados com as mesmas rações que os porcos contaminados com dioxinas, também estão contaminados, disse o ministro da Agricultura irlandês que frisou no entanto que os riscos para a saúde pública são mínimos. Das 11 explorações com animais analisados, foram detectados animais em três delas que acusaram PCB’s (policloretos bifenilos) superiores ao recomendado, disse Brendan Smith, em conferência de imprensa. “Mas não há risco para a saúde pública e não devem ser esperados quaisquer sintomas derivados do consumo desta carne entre a população”, disse o ministro irlandês. Segundo a Comissão Europeia há já uma fábrica de rações animais identificada como tendo contribuído para a contaminação dos animais para consumo. Segundo Nina Papadoulaki, porta-voz da Comissão Europeia para a saúde, essa fábrica alimentou suínos em 10 explorações, gado ovino em 38 explorações na República da Irlanda e ainda mais nove explorações de suínos na Irlanda do Norte. Portugal está entre os 12 países da UE que importou carne de porco da Irlanda.Das 30 toneladas de carne de porco que foram importadas, a Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica, ASAE, já conseguiu localizar 26 e apreendeu 19, foi hoje anunciado em comunicado. Estas apreensões surgem após o alerta dado no fim-de-semana, primeiro pela Irlanda e depois pela própria Comissão Europeia, de que a carne de porco e os derivados desta com origem em animais da Irlanda deveriam ser retirados do mercado após a detecção de dioxinas em carne de algumas explorações irlandesas. Foram detectadas dioxinas em número 100 vezes superior ao autorizado.
Fonte: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1352513&idCanal=62
- Como é que chegamos a este ponto, de não sabermos o que comer?
- Como é que nos poderemos proteger de situações como estas?
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Dioxinas: Portugal importou 30 toneladas de carne de porco da Irlanda

Portugal importou 30 toneladas de carne de porco irlandesa, desde 30 de Setembro, cabendo agora às autoridades a sua retirada de circulação, tendo o Ministério da Agricultura assegurado hoje que quem já consumiu o produto não corre riscos.Fonte do gabinete do Ministério da Agricultura disse à Lusa que os consumidores portugueses que, entretanto, tenham consumido carne de porco com origem na Irlanda e importada desde Setembro não correm riscos de saúde. A segurança é dada com base num esclarecimento da Autoridade Irlandesa de Saúde Alimentar que hoje salientou que a retirada do mercado da carne devido à possível contaminação com dioxinas tóxicas é apenas uma medida de precaução e garantiu que o risco para a população é mínimo. Fonte do Ministério da Agricultura adiantou que a carne que ainda se encontra a circular no mercado português deverá ser retirada pela Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE). Hoje mesmo a Comissão Europeia indicou que Portugal se encontra entre os 12 Estados-membros da União Europeia que importaram carne de porco da Irlanda. Os países da UE eventualmente afectados, e que por isso deverão também adoptar medidas, são a Alemanha, Bélgica, Chipre, Dinamarca, Estónia, França, Holanda, Itália, Polónia, Portugal, Reino Unido e Suécia. Entretanto, a polícia irlandesa anunciou que vai participar no inquérito das autoridades sanitárias sobre a origem das dioxinas que terão contaminado a carne de porco.
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2008 Latest Edition - Did You Know 3.0 - From Meeting in Rome this Year
Recebi há dias um mail contendo este vídeo que é, de facto, bastante interessante (sobretudo na questão da globalização) e que agora partilho convosco.
sábado, 6 de dezembro de 2008
Aldeias históricas
As doze Aldeias Históricas de Portugal (Marialva, Castelo Rodrigo, Trancoso, Almeida, Linhares da Beira, Sortelha, Castelo Mendo, Belmonte, Piódão, Castelo Novo, Monsanto e Idanha-a-Velha)definem, no seu todo, uma área que envolve a Serra da Estrela, a mais alta cadeia montanhosa do País. Área esta que abrange os territórios da Beira Interior e faz fronteira com Espanha. São representativas de um património histórico-cultural riquíssimo que é apenas uma das faces visíveis comuns a todas elas, como a sua envolvente geográfica, as populações residentes, o clima severo, a terra áspera e os paraísos naturais contrastantes.
Se toda esta região tem sofrido uma gradual desertificação humana e declínio de actividade económica, não se poderá no entanto contestar o elevado potencial turístico que pela mesma razão apresenta, exibindo intactos testemunhos do património construído, cultural e natural do passado mais remoto.
Os ancestrais hábitos comunitários podem ser, ainda hoje, presenciados em algumas das aldeias, nomeadamente na actividade agrícola. O mosaico rural visível nesta região é resultado da pastorícia e da agricultura de subsistência, com produção de castanha, o vinho, o azeite e o queijo como produtos regionais.
Outros aspectos marcantes nesta área geográfica e na sua população são as linhas defensivas criadas através da edificação de numerosos castelos que se podem visitar e a religião como elemento central da vida das populações, facto notório nos numerosos cultos e romarias existentes.
Um denominador comum surge à vista do visitante, a pedra, na paisagem e nos edifícios, maioritariamente granito e algum xisto. Este elemento dá origem a cenários únicos conferindo às aldeias um carácter típico e histórico ao que não é alheio a sua óptima preservação, comparticipada pelo recente Programa de Recuperação das Aldeias Históricas de Portugal.
Eis um exemplo de uma aldeia histórica: Idanha-a-Velha, no distrito de Castelo Branco
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Turismo em Espaço Rural em Portugal

No Turismo em Espaço rural (T.E.R.) inserem-se as seguintes modalidades:
Turismo de Habitação - O serviço de hospedagem de natureza familiar, prestado a turistas em casas antigas particulares que, pelo seu valor arquitectónico, histórico ou artístico, sejam representativas de uma determinada época, nomeadamente, os solares e casa apalaçadas.
Ex.: "Casa do Fontanário " (Óbidos)
Turismo Rural - O serviço de hospedagem prestado a turistas em casas rústicas particulares, utilizadas simultaneamente como habitação do proprietário, possuidor ou legítimo detentor e que, pela sua traça, materiais construtivos e demais características, se integram na arquitectura típica regional.
Ex: "Casa da Cerejinha" - Aldeias do Xisto - Góis
Agro-turismo - O serviço de hospedagem prestado a turistas em casa particulares integradas em explorações agrícolas, que permitam aos hóspedes o acompanhamento e conhecimento da actividade agrícola ou a participação nos trabalhos aí desenvolvidos, de acordo com as regras estabelecidas pelo responsável das casas e empreendimentos.
Agro-turismo - O serviço de hospedagem prestado a turistas em casa particulares integradas em explorações agrícolas, que permitam aos hóspedes o acompanhamento e conhecimento da actividade agrícola ou a participação nos trabalhos aí desenvolvidos, de acordo com as regras estabelecidas pelo responsável das casas e empreendimentos.
Ex.: "Quinta da Espada " (Évora)
Turismo de aldeia - O serviço de hospedagem prestado num empreendimento composto por um conjunto de, no mínimo, cinco casas particulares situadas numa aldeia e exploradas de forma integrada, quer sejam ou não utilizadas como habitação própria dos seus proprietários, legítimos possuidores ou detentores. Estas casas devem, pela sua traça, materiais de construção e demais características, integrar-se na arquitectura típica local. Deve ser explorado por uma única entidade, em aldeias históricas, em centros rurais ou em aldeias que mantenham, no seu conjunto, o ambiente urbano, estético, e paisagístico tradicional da região.
Ex: Póvoa Dão (Viseu)
Casas de campo - As casas particulares e as casas de abrigo situadas em zonas rurais que prestem um serviço de hospedagem, quer sejam ou não utilizadas como habitação própria. Estas casas devem, pela sua traça, materiais de construção e demais características, integrar-se na arquitectura e ambiente rústico próprio da zona e local onde se situam.
Consideram-se ainda no âmbito do T.E.R.:
· os empreendimentos turísticos no espaço rural "Hotéis rurais" e "Parques de Campismo Rurais";
· as actividades de animação ou diversão que se destinem à ocupação dos tempos livres dos turistas e contribuam para a divulgação da região.
· os empreendimentos turísticos no espaço rural "Hotéis rurais" e "Parques de Campismo Rurais";
· as actividades de animação ou diversão que se destinem à ocupação dos tempos livres dos turistas e contribuam para a divulgação da região.
O que pensam do Turismo em espaço Rural? É de facto uma mais-valia para as áreas rurais? Já tiveram alojados em alguma casa de T.E.R.? Como foi a experiência?
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Peter Murphy - "The Scarlet Thing In You" e "Cuts You Up"
Peter John Murphy (nasceu em 11 de Julho de 1957, perto de Northampton (Inglaterra), criado em Wellingborough Inglaterra) foi vocalista da banda de rock gótico Bauhaus, e também tem um grande percurso a solo com vários êxitos. Mais conhecido como mítico líder dos Bauhaus, banda post punk de enorme sucesso no início dos anos 80, Murphy ao fim de cinco anos dos Bauhaus abandona a banda e esta fica inactiva. Em 1984 Peter Murphy entra num projecto surrealista chamado, Dali's Car, com Mick Karn, ex-membro dos Japan, que não obteve grande sucesso. É então aí que Peter Murphy decide lançar a sua carreira a solo. Murphy afastou-se muito do estilo musical dos Bauhaus, entrando num estilo mais Rock. A carreira a solo de Peter Murphy teve o seu apogeu em 1990 com os singles "Strange Kind of Love", "Cuts You Up" extraído album "Deep". Em 1995 Murphy teve outro álbum de grande sucesso, Cascade com singles como "Scarlet Thing In You" e "I´ll Fall Wiht Your Knife". (Wikipédia)
Fiquem com dois dos seus maiores êxitos: "The Scarlet Thing In You" e "Cuts You Up"
"The Scarlet Thing In You"
"Cuts You Up"
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