sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Eric Pridz vs Pink Floyd- Proper education

Este vídeo é uma sugestão da Mara do 12º H.


"Proper Education" é um remix criado pelo DJ e produtor sueco Eric Prydz. A canção original dos PinK Floyd , "Another Brick in the Wall, Part II", foi remisturada para criar esta canção.


O vídeo para esta canção inclui adolescentes que entre algumas aventuras muito radicais, vão desenvolvendo acções ecológicas (autênticas operações relâmpago clandestinas) com vista à poupança de energia e de água, nomeadamente substituíndo lâmpadas incandescentes por lâmpadas económicas, desligando televisões, colocando tijolos em autoclismos, etc. Uma forma radical de consciencializar os jovens que é preciso mudar de atitudes e salvar o Planeta.






A canção " Another Brick in the Wall - Part II", dos Pink Floyd, foi muito importante para mim no meu tempo da adolescência, até porque nessa altura era claramente o meu grupo favorito . Nessa época ouvia esta canção até, quase, à exaustão. A canção representava a rebeldia própria dos adolescentes, que pretendiam mais liberdade, mais autonomia. Hoje, passados tantos anos, já professor, olho para esta canção com algum distanciamento, reconhecendo-lhe alguma demagogia ("We don't need no education"), embora permaneça (positivamente) um símbolo da rebeldia, própria da adolescência e a juventude.

Será que "Nós não precisamos de educação" para salvar o Planeta?


P.S.: sempre que quiserem dar alguma sugestão de vídeos (musicais, de filmes ou de outra natureza) para postar neste blogue ou de temas geográficos (ou de outra natureza), que vos interessem, ou publicar pequenos trabalhos vossos neste blogue, enviem as vossas propostas para o meu mail. Serão analisadas e se tiverem qualidade e forem pertinentes, serão publicados logo que que eu tenha disponibilidade.

Prisão perpétua para genocida ruandês


Sentença - Tribunal Penal Internacional Para o Ruanda

O antigo coronel ruandês Théoneste Bagosora, considerado o principal instigador do massacre de 800 mil pessoas no Ruanda, em 1994, foi ontem condenado a prisão perpétua por genocídio, crimes contra a Humanidade e ainda por crimes de guerra pelo Tribunal Penal Internacional para o Ruanda.

Bagosora, de 67 anos, era na altura dos massacres director do Ministério da Defesa do Ruanda e foi ele quem assumiu o controlo político e militar do país após o assassinato do presidente Juvenal Habyarimana, a 7 de Abril de 1994. Nesse mesmo dia, o Exército e as milícias hutus saíram para a rua e começaram a matar indiscriminadamente civis da minoria tutsi e hutus moderados, numa orgia de violência que só terminou cem dias e 800 mil mortos depois.

O Tribunal Penal Internacional para o Ruanda, estabelecido pela ONU em 1996, considerou provado que Bagosora e mais dois antigos responsáveis militares – o coronel Anatole Nsegiyumva e o major Aloys Ntabakuze – planearam com antecedência toda a sequência de eventos que conduziu aos massacres, como a criação e treino das milícias Interahamwe, responsáveis por grande parte das atrocidades. Um ano antes da matança, o próprio Théoneste Bagosora abandonara furioso as negociações de paz que decorriam na vizinha Tanzânia dizendo que ia "preparar o apocalipse". O antigo responsável ruandês foi ainda condenado por ter ordenado o assassinato da primeira-ministra Agathe Uwilingyimana e dos dez capacetes azuis belgas que a protegiam.

O advogado do ex-coronel afirmou que o seu cliente "nunca mandou matar ninguém" e assegurou que tenciona apresentar recurso da sentença.

PERFIL

Théoneste Bagosora fugiu do Ruanda depois de orquestrar o massacre de 800 mil pessoas, mas foi preso dois anos depois nos Camarões. Educado catolicamente, estudou num seminário antes de entrar para o Exército.

SAIBAM MAIS

MORTE DE HABYARIMANA

A morte do presidente ruandês – o seu avião foi abatido por um míssil – foi o catalisador que despoletou a onda de violência.

100 dias foi quanto durou o pesadelo no Ruanda. Perante a indiferença do Mundo, mais de 800 mil pessoas morreram.

42 suspeitos de crimes de guerra foram julgados desde 1997 no Tribunal Penal Internacional para o Ruanda, sediado em Arusha, na Tanzânia. Trinta e seis foram condenados. (Correio da Manhã)

Fonte: http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=DA922FAB-0CE0-46DA-A353-8519521EF187&channelid=00000091-0000-0000-0000-000000000091


Finalmente, os principais responsáveis pelo genocídio do Ruanda foram julgados e condenados!

Portugal pode aumentar captura de carapau, bacalhau e pescada


Jaime Silva satisfeito com acordo sobre quotas de pesca para 2009

Os ministros das Pescas da União Europeia chegaram hoje em Bruxelas a acordo sobre as possibilidades de pesca para 2009. Jaime Silva declarou-se estar “satisfeito” com o entendimento, que diz acautelar as principais preocupações dos armadores portugueses.

“Os armadores portugueses dar-vos-ão a opinião deles, mas eu penso que a grande preocupação deles, que era o carapau, e sobretudo a [proposta original da Comissão Europeia de] separação da zona em que pescávamos em duas zonas”, afirmou o ministro, garantindo que sai tranquilo de Bruxelas. “Penso que eles também estarão satisfeitos”.

Jaime Silva falava no final de uma reunião de dois dias dos ministros das Pescas dos 27 que fixou os totais admissíveis de captura (TAC) para 2009 e as quotas de cada Estado-membro.

Ontem, no primeiro dia de Conselho de Ministros das Pescas, Portugal já vira atendidas as principais “inquietações” com que partida para as negociações, ao manter a quota de carapau – e a sua zona tradicional de pesca – e aumentar as de bacalhau e pescada.

O compromisso final contempla a manutenção da quota de carapau (26 mil toneladas), quando Bruxelas propunha inicialmente uma redução de 38,7 por cento, e a manutenção da zona tradicional de pesca, tendo a Comissão recuado também na sua ideia original de unir duas zonas que colocaria em concorrência directa as frotas portuguesa e espanhola.

Relativamente às quotas de bacalhau, Portugal terá um aumento de quota no bacalhau da Noruega na ordem dos 13 por cento (para 2605 toneladas) e de 22 por cento no bacalhau de Svalbard (para 1897 toneladas).

Também ontem, Portugal garantiu o aumento de 15 por cento da quota de pescada, para 2420 toneladas.

Jaime Silva destacou ainda o facto de a prevista redução de 25 por cento na quota de tamboril ser se apenas dez por cento (para as 292 toneladas) e de a Comissão Europeia se ter comprometido a elaborar um plano de recuperação desta espécie, como Portugal reclamava, para entrar em vigor em 2010.

À margem da questão das quotas, Jaime Silva afirmou-se também satisfeito por “receber os elogios da Comissão relativamente à atitude de Portugal face à pesca ilegal e face ao barco de bandeira panamiana que atracou no porto de Aveiro”, e que será passado para um estaleiro em Portugal para abate. “A Comissão agradeceu a Portugal por dar o exemplo, ainda antes da entrada em vigor do regulamento da pesca ilegal não regulamentada”, só aplicável em 2010. (Público)

Fonte: http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1353696&idCanal=57


Aparentemente boas notícias para os pescadores portugueses!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Solares de Portugal

Os "Solares de Portugal" constituem um património erigido, legados de antigas famílias, incluindo Casas Antigas, Quintas e Herdades e Casas Rústicas. Símbolos da gloriosa história e cultura portuguesas, permitem uma experiência única das vivências com um passado longínquo mas presente e acolhem com grande simplicidade e tradição.



Pousadas de Portugal

Para conhecerem melhor as "Pousadas de Portugal" visionem este pequeno vídeo (sem banda sonora) com imagens de algumas Pousadas e os respectivos enquadramentos paisagísticos.


Site oficial das Pousadas de Portugal: http://www.pousadas.pt/historicalhotels/PT

Auditoria conclui que hospital de São João é o melhor de 22 hospitais universitários da Península Ibérica


O Hospital de São João, Porto, foi hoje considerado a melhor das 22 unidades hospitalares universitárias da Península Ibérica em praticamente todos os indicadores clínicos, segundo um estudo comparativo da auditora Iasist. A complexidade dos doentes tratados, a eficiência e a qualidade integram os indicadores avaliados, numa comparação que envolveu, de entre o grupo dos 22 hospitais, os seis melhores em cada um desses mesmos indicadores. "Os mapas do estudo qualificam os resultados clínicos daquele hospital como melhores do que a média dos seis melhores hospitais da Península Ibérica em praticamente todos os indicadores", salienta um comunicado do hospital de São João. Assinala ainda que o maior hospital do Norte de Portugal é aquele que trata os doentes mais complexos de todas as unidades avaliadas, "sendo o nível de complexidade dez por cento acima do grupo de comparação". Apesar disto, as taxas de mortalidade e readmissões” são significativamente melhores que o padrão", afirma o texto. No que concerne aos indicadores de eficiência, o hospital demonstra este ano uma evolução mais favorável do que em 2007, "em particular na gestão dos tempos de internamento". O estudo revelou "um significativo aumento global da actividade, bons indicadores de mortalidade, um crescimento substancial da actividade cirúrgica em ambulatório e taxas de readmissões mais baixas do que a média dos hospitais em análise". Para este estudo foram analisados 22 hospitais universitários da Península Ibérica, 21 dos quais espanhóis, com cerca de mil camas, uma média de 35 mil altas/ano. (Público, 17.12.08)

Fonte: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1353258

Parabéns a todos os que trabalham no Hospital de S. João. Ainda que nem todas as pessoas possam pensar o mesmo (pelas experiências menos positivas que tiveram neste grande hospital), temos mais um motivo para termos orgulho no nosso país e na cidade do Porto.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Gabriella Cilmi - Sweet About Me

Fiquem com a voz pop, refrescante e diversificada da australiana Gabriella Cilmi e com o seu primeiro grande êxito "Sweet About Me".



Site oficial de Gabriella Cilmi: http://www.gabriellacilmi.com/

Lisboa é a capital da economia portuguesa


A região da capital é a única do País onde a produção supera a média europeia em termos de PIB ‘per capita’



A região de Lisboa é a única onde cada habitante produziu mais do que a média dos países da União Europeia em 2007. Ainda assim, essa produção foi umpouco menor do que no ano anterior, de acordocomdados do Instituto Nacional de Estatística (INE).“Em2006 e 2007, apenas a região de Lisboa superou a média europeia do Produto Interno Bruto (PIB) per capita avaliado em paridades de poder de compra”, revela o INE. Esta instituição acrescenta que em 2007 oPIB per capita na região de Lisboa era igual a 106% do registado pela média das economias da UE. E em 2006, o PIB por habitante desta região atingiu os 107%. Em termos de todo o país, porém, o PIB per capita português representa apenas 76,4% do registado ao nível médio europeu, em 2007 (100%). Em sentido oposto à região de Lisboa estão o Norte, Centro e os Açores, que apresentam um PIB per capita de 61% , 65% e 73%, respectivamente. Estas três regiões estão, portanto, muito abaixo das percentagens verificadas a nível nacional (os referidos 76,4%) e, assim, mais longe da UE. Apesar de Lisboa se encontrar numa situação mais favorável, as taxas de crescimento reais por regiões,em 2007, revelam que Lisboa está a perder algum terreno face à média nacional. Isto porque,“em 2007, registou-se um aumento real inferior à média nacional (1,9%) em Lisboa (1,5%) e no Alentejo (1,5%) e na Madeira (1,6%)”, afirma o INE. Com crescimentos da produção superiores à média nacional estiveram os Açores (2%), Centro (2,2%), Norte (2,4%) e Algarve (2,5%). Açores e Madeira destacaram-se com as maiores taxas de investimento. (Global Notícias)



Fonte: http://www.globalnoticias.pt/gnpdf.pdf




Portugal, apesar de ter recebido tantos fundos comunitários, continua a ser um país "a duas velocidades"

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Jornalista iraquiano atira sapatos a Geoge W. Bush

Mais uma situação caricata com George W. Bush que, curiosamente, está em forma revelando excelentes reflexos!

R.E.M. - Find The River

Pais portugueses são dos que mais vigiam acesso dos filhos à Internet


As novas tecnologias estão definitivamente entre os mais novos: 75 por cento das crianças da União Europeia entre os seis e os 17 anos têm acesso à Internet e 50 por cento com dez anos já têm telemóvel. Motivos suficientes para 60 por cento dos pais estarem preocupados com os aliciamentos de que os filhos podem ser vítimas e 54 por cento recearem abusos sexuais ou outras intimidações. Contudo, os comportamentos entre os pais são bem diferentes, revelando-se os portugueses os mais controladores, apesar de serem dos que menos sabem usar os aparelhos. É em Portugal que encontramos alguns dos dados mais díspares, de acordo com um inquérito do Eurobarómetro divulgado ontem. Somos o quinto país onde os pais menos acedem à Internet (65 por cento) e o segundo em que o fazem com menos frequência (32 por cento), ao lado de Malta, Roménia, Chipre e Grécia. Os nórdicos (Dinamarca, Finlândia, Suécia, Holanda e Reino Unido) são os países onde os pais estão mais familiarizados com esta tecnologia. A Finlândia surge no topo da lista com 94 por cento das crianças a usar Internet, situando-se Portugal no final da lista, como o quarto país onde os mais novos menos usam esta tecnologia (68 por cento), apenas seguido pela Grécia e Chipre (empatados com 50 por cento) e pela Itália (45 por cento). De acordo com o Eurobarómetro é possível estabelecer uma relação entre o não uso e algumas características sócio-demográficas: pais mais velhos, com menos nível de escolarização e que trabalhem no sector primário ou que estejam em casa mantêm-se mais longe das tecnologias. Por seu lado, os que vivem em metrópoles ou zonas urbanas e que são trabalhadores activos, preferencialmente por conta própria, usam mais a Internet. O número de pessoas que nunca navegou é superior entre as mães e estes dados influenciam o acesso dos filhos. No entanto, a nível europeu cerca de 50 por cento dos pais asseguram que falam com os filhos sobre o uso destas tecnologias e 92 por cento não deixa que as crianças revelem informações pessoais ou falem com pessoas que não conhecem na realidade (83 por cento). Mas a nível dos 27 Estados-membros, apenas 59 por cento dos pais usam filtros ou software de vigilância e 64 por cento dos que não usam justifica a decisão com “confiança nos filhos”. Ainda assim, 14 por cento admite não saber como usar estas formas de protecção. Estes programas são mais comuns no Reino Unido, Irlanda, Alemanha e França mas Portugal (22º lugar) acredita pouco na sua eficácia e admite não saber bem como usar. Em entrevista ao PÚBLICO, Cristina Ponte, professora da Universidade Nova de Lisboa e coordenadora do projecto “UE Kids Online”, mostrou-se surpreendida com os dados do Eurobarómetro e apontou algumas contradições: “Os países do sul são os mais controladores e ao mesmo tempo os que menos sabem usar as novas tecnologias. Não sei se não corresponde mais a um desejo de controlo do que a uma realidade”. Para Cristina Ponte é, também, natural que nos países nórdicos haja menos controlo pois é uma “cultura que respeita mais a intimidade da criança”. E acrescentou: “O controlo e um ambiente de desconfiança não trazem vantagens”. Falar sobre o que os filhos fazem na Internet é o comportamento mais comum na UE. Mesmo assim Reino Unido (87), Espanha (85), Alemanha (85), Irlanda (84) e Portugal (80) são os que mais tomam esta atitude preventiva. Quanto ao “estar por perto” quando os filhos navegam a atitude é mais comum na Irlanda (79), Itália, Espanha e Polónia (74), Reino Unido (70) e Portugal (68). No entanto, Portugal é líder no número de pais que se sentam com os filhos quando estes estão ligados à Internet (60 por cento), ficando o segundo lugar para Espanha (57) e o terceiro para o Reino Unido (49).


“Mãe controladora”


Portugal volta a ficar à frente no número de pais que verificam os sites visitados pelos filhos (60 por cento), seguido da Alemanha (55), Espanha (54) e Itália (50). Entrar no email dos filhos, ler as mensagens ou verificar os grupos sociais a que pertencem é também mais comum no nosso país: 50 por cento. A atitude é também frequente em Chipre, Alemanha, Irlanda e Reino Unido, Espanha e Itália. O “controlador” é em geral a mãe ou os pais mais velhos. Os alvos são os filhos mais novos, verificando-se que entre os 15 e os 17 anos quase já não há controlo, enquanto entre os seis e os dez 84 por cento estão proibidos de visitar “chats”. A Lituânia e a Estónia são os menos severos. Cristina Ponte lembrou que os inquéritos foram feitos via telefone durante o mês de Outubro, numa “num ambiente de Magalhães”, em que se falou muito dos computadores para crianças, o que “pode ter influenciado as respostas”. E acrescentou: “No estudo de 2006 os pais portugueses apareciam como dos mais afastados e acho que o cenário não mudou assim tanto”. Para a docente se a pergunta deveria ter sido mais generalizada e deveriam ter sido os próprios pais a apontar o que os preocupa da Internet. Sobre o conteúdo a que os filhos têm acesso, as imagens violentas ou sexualmente explícitas são as que preocupam muito a maioria dos pais europeus (65), seguidas pelo “grooming” (aliciamento) com 60 por cento, o “bullying” (violência física ou psicológica) com 54 por cento. Já a revelação de dados pessoais preocupa muito apenas 25 por cento dos progenitores. Portugal, França, Espanha e Chipre são os mais preocupados com o conteúdo inapropriado. No entanto, verifica-se que os pais que não usam a Internet são os que mais temem os riscos. Consoante a idade dos filhos verifica-se também um decréscimo da preocupação, sendo até aos 14 anos que há mais vigilância. A preocupação com suicídio, anorexia e autoflagelação é também maior em Portugal que nos outros países (75 por cento), verificando-se a mesma percentagem em relação ao isolamento. A Dinamarca e a Suécia são os menos preocupados, seguidos pelos britânicos e austríacos, apesar de as taxas de suicídio serem mais elevadas nestes países. Cerca de 89 por cento dos pais portugueses estão também preocupados com o aliciamento, os segundos depois de França (90). Os dados mais baixos estão, uma vez mais, na Áustria (47), Suécia (46), Dinamarca (45) e Reino Unido (41). O medo de isolamento é também comum em França, Grécia e Chipre e pouco usual na Dinamarca e Suécia.Com o objectivo de reforçar a segurança dos filhos, encontra-se também uma tendência expressiva para associar regras ao uso da Internet, como não fazer compras online, não falar com desconhecidos ou limitar o tempo. Cerca de um terço dos pais contactados assegura mesmo que não deixa os filhos fazerem downloads ou utilizarem música, filmes e jogos. Trinta e oito por cento das crianças estão também impedidas de ter conta de email. Uma vez mais, ao lado da Itália e Irlanda, Portugal é dos países que impõe mais regras, sendo a República Checa, a Estónia e a Letónia as menos restritivas. As regras são mais comuns para os filhos mais novos mas não se verificou diferenciação entre rapazes e raparigas.


Primeiros a proibir compras online


Ainda que sejamos os décimos a não colocar nenhumas restrições somos os primeiros a proibir compras online (93 por cento) e os sextos a proibir que as crianças falem com pessoas que não conhecem pessoalmente (88). A limitar o tempo de navegação somos os quintos (84) e proibir perfis em determinados sites os primeiros (77), a par com Itália. Cerca de 45 por cento dos progenitores proíbem ainda o download ou uso de músicas, filmes e jogos (segundo lugar) e 50 por cento proíbem mesmo uma endereço electrónico (terceiro lugar). Em caso de problemas as opiniões são unânimes: 90 por cento dos pais contactaria a polícia e apenas 30 associações dedicadas a conteúdos inapropriados online. Para os progenitores muitos riscos poderiam ser acautelados com mais educação sobre o tema nas escolas (88) ou em encontros providos pelos governos, ONG e autoridades locais (70). Portugal, Irlanda, Malta, Chipre e Grécia são os países que mais apoiam as aulas sobre o assunto integradas na escola, que não conseguem muita credibilidade junto da Dinamarca, República Checa, Áustria, Estónia e Eslováquia. Os portugueses encontram-se sempre nos três primeiros lugares quando se fala de mais campanhas e organismos para contactar sobre o tema.Sobre o facto de os portugueses defenderem mais acções nas escolas relacionadas com a Internet, Cristina Ponte garante que é uma atitude de “certa desresponsabilização” e garantiu que se as aulas forem organizadas “eles não vão lá”. Ainda assim defendeu que neste momento importa explorar mais a base de dados dos inquéritos portugueses para daí serem retiradas conclusões.No que diz respeito a telemóveis duas em cada três crianças tem telemóvel, verificando-se uma média de 50 por cento aos dez anos e de 94 por cento entre os 15 e os 17 anos. Cerca de 50 por cento das crianças europeias têm telemóvel sem acesso à Internet, 11 com acesso, e três têm mas os pais não sabem se tem ou não acesso. As crianças francesas, espanholas e gregas são as que menos telemóveis têm, seguidas do Reino Unido. A Estónia, Lituânia e Letónia são os países onde os aparelhos mais proliferam entre os mais novos. Portugal surge em 22º lugar. O inquérito foi feito em Outubro a 12750 pais dos 27 Estados-membros com filhos entre os seis e os 17 anos. A média de inquéritos foi de 500 por país, excepto Chipre, Luxemburgo e Malta que tiveram cerca de 250 por razões de dimensão.









Os pais têm mesmo motivos para estarem preocupados com o que os seus filhos fazem quando estão ligados à Internet? Quais são, de facto, os principais perigos da Internet para as crianças e jovens? O que devem fazer os pais para proteger os seus filhos dos perigos da Internet?

Did You Know 2.0

Mais algumas estatísticas mundiais deste Mundo cada vez mais globalizado.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Genocídio do Ruanda

Foi no dia 6 de Abril de 1994, que a humanidade assistiu a um dos maiores horrores de que há memória. No Ruanda, tensões étnicas entre os hutu e os tutsi deram origem à violência e ao vasto derramamento de sangue, em sequência do agravamento de um conflito de décadas.No início da década de 90, o conflito entre as duas tribos (hutu e tutsi) aumentava a cada minuto. Até que a 6 de Abril de 1994, a morte dos Presidentes Juvenal Habyarimana, do Ruanda, e Cyprien Ntaryamira, do Burundi, num inexplicável acidente de avião, quando este se aproximava de Kigali (capital do Ruanda), significou o acender do rastilho de uma guerra civil muito sangrenta.
Os extremistas hutu usaram o acidente como pretexto para chegarem ao poder e tentaram aniquilar a população tutsi e os hutu moderados. Resultado: entre Abril e Julho de 1994, morreram mais de 800 mil pessoas, no maior genocídio que alguma vez aconteceu em África.
O genocídio levou ao êxodo massivo da população tutsi que não tinha outra alternativa senão fugir do país. Calcula-se que mais de dois milhões de ruandeses abandonaram o território, procurando refúgio em países vizinhos e que dentro do país, o deslocados foram mais de 1,5 milhões de pessoas. A guerra civil afectou directamente mais de metade da população ruandesa que tinha cerca de sete milhões de habitantes.
O jornalista da TSF, Emídio Fernando, esteve no Ruanda em Fevereiro de 1996, e contou ao JornalismoPortoNet aquilo que encontrou: “no Ruanda pude presenciar a um êxodo bíblico de pessoas a entrar e sair no país assim que os tutsi chegaram ao poder". Segundo o jornalista, “nessa altura os tutsi tentaram vingar-se do que os hutu lhes fizeram durante o genocídio".
Sem condições sanitárias suficientes, milhões de refugiados ruandeses morreram vítimas de doenças como a cólera e a sida.

Dez anos depois…

Dez anos passaram e a memória do genocídio ainda está bem presente nas mentes de todos os ruandeses, sejam eles hutus ou tutsis. O repórter revela mesmo que as feridas do massacre estão bem presentes: “não conheci uma única pessoa no Ruanda que não tivesse tido um familiar morto à catanada".
O Ruanda é um país traumatizado pela guerra civil, destruído na maior parte das suas infra-estruturas sociais, económicas e políticas que tenta agora recuperar. No entanto, a reconciliação étnica é algo em que Emídio Fernando não acredita. “Os hutus e os tutsi não se misturam e assim é difícil que se consiga estabelecer uma democracia".
Outro problema que afecta a população ruandesa é a Sida. A doença tem-se propagado por todo o continente africano, no entanto, tem tido maior incidência na região dos Grandes Lagos, onde também se encontra a República do Ruanda. “A Sida é um problema muito grave, pois até as classes dirigentes, pessoas que realmente fazem funcionar um país, foram atingidas pela doença. Assim, o futuro de países como o Ruanda encontra-se muito indefinido", disse Emídio Fernando.

Bruno Amorim, 06.04.2004

Fonte: http://jpn.icicom.up.pt/2004/04/06/genocidio_no_ruanda_foi_ha_10_anos.html

Podem visionar a seguir um vídeo com o trailer do filme "Hotel Ruanda", de 2004, dirigido por Terry George e interpretado por Don Cheadle, Nick Nolte, Joaquin Phoenix, Desmond Dube e Sophie Okonedo. O filme é uma co-produção de Itália, Reino Unido e África do Sul, e relata a história real de Paul Rusesabagina, que foi capaz de salvar a vida de 1268 pessoas durante o genocídio de Ruanda em 1994. Logo depois das primeiras exibições, sua história foi imediatamente comparada com a de Oskar Schindler.


O filme será apresentado ao 12ºH, no dia 15 de Dezembro, no auditório da Escola, durante as aulas de Geografia C e História A.

30 Seconds to Mars - Beautiful lie

O momento musical do dia é uma proposta da Andreia Macedo do 12º H e vem mesmo a propósito do "post" anterior: "Beautiful lie", dos 30 Seconds to Mars que chama a atenção para os efeitos do aquecimento global nas regiões polares.

UE: 27 chegam a acordo para plano para redução das emissões de CO2


Objectivo é reduzir emissões em 20 por cento até 2020


Os chefes de Estado e de Governo da União Europeia chegaram hoje a acordo sobre o plano para reduzir as emissões de dióxido de carbono em 20 por cento até 2020, na sequência de uma proposta de compromisso apresentada pela presidência francesa.“Há um acordo para as alterações climáticas”, adiantaram às agências diplomatas envolvidos nas discussões em curso no Conselho Europeu. O texto final da reunião deverá ser conhecido em breve.O acordo detalha a forma como o plano proposto pela Comissão Europeia para a redução das emissões de CO2, face aos níveis de 1990, será aplicado e os esforços a realizar, por país e sector de actividade. Igualmente abrangido pelo acordo está a proposta de, até 2020, garantir que 20 por cento da energia na UE produzida a partir de fontes renováveis. Um dos principais pilares da proposta de Bruxelas passava pela imposição feita à indústria de, a partir de 2013, adquirir em leilão licenças para a emissão de CO2, actualmente concedidas gratuitamente. A ideia era contestada pela Alemanha, Polónia e Itália e o compromisso apresentado por Paris prevê que as indústrias fortemente expostas à concorrência externa podem continuar a adquirir estas licenças de forma gratuita se virem os seus custos de produção aumentar mais de cinco por cento. Prevê-se que esta isenção abranja alguns dos sectores mais poluentes como o aço, cimento ou papel, sendo que os restantes terão apenas de comprar 70 por cento do total de licenças. Uma outra alteração refere-se ao mecanismo de solidariedade, que previa que os países mais ricos deveriam ceder dez por cento das licenças de emissão aos mais pobres, industrialmente menos desenvolvidos. Em alternativa, a Alemanha propôs que seja o orçamento comunitário a comparticipar, entre 2014 e 2020, a aposta nas energias alternativas dos países de Leste, num montante estimado em 40 mil milhões de euros. Falando no final do encontro, o Presidente francês, Nicolas Sarkozy, classificou este acordo, que terá ainda de ser aprovado pelo Parlamento Europeu, de “histórico”. “Não há um continente no mundo que se tenha dotado de regras assim tão restritas como as que nós adoptámos hoje por unanimidade”. Contudo, ainda antes de ser conhecido o acordo final, várias organizações ambientais denunciaram o “fracasso” da UE em estabelecer metas audazes, sublinhando que só com uma redução entre 25 e 40 por cento das emissões até 2020 (por comparação aos níveis de 1990) será possível combater as alterações climáticas. (Público)



Será que este objectivo da UE de reduzir as emissões de dióxido de carbono em todo o espaço comunitário em 20 por cento até 2020 é concretizável, especialmente numa época de crise económica e financeira que atravessamos?

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Os 100 anos de Manoel de Oliveira - Parabéns!


Hoje, dia 11 de Dezembro de 2008, o realizador de Cinema Manoel de Oliveira faz 100 anos. Está de parabéns e continua a ser o cineasta mais velho do Mundo ainda em actividade. Neste momento está a filmar mais uma cena do seu último filme baseado num conto de Eça de Queiróz "Singularidades De Uma Rapariga Loira". Goste-se ou não do tipo de filmes que Oliveira dirige, é um facto indiscutivel que constitui uma das personalidades mais importantes da cultura portuguesa de todos os tempos.

Para conhecerem melhor a obra de Manoel de Oliveira cliquem aqui e poderão aceder a um dossier completo sobre a obra deste Homem do cinema, organizado por Rita Azevedo Gomes.

Como uma amostra da obra de Manoel de Oliveira podem visionar a seguir um excerto de um dos seus primeiros filmes (na minha opinião um dos mais belos): "Aniki-Bobó" de 1942 , rodado na Ribeira da cidade do Porto e interpretado por crianças da mesma zona da cidade.



quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Declaração Universal dos Direitos Humanos completa 60 anos


60 anos, no dia 10 de dezembro de 1948, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovava em Paris a Declaração Universal dos Direitos Humanos, texto fundador que rege o direito internacional desde a Segunda Guerra Mundial, embora seus ideais continuem distantes e, muitas vezes, questionados.
Várias manifestações estão previstas na data comemorativa, principalmente em França - na quarta-feira, será organizada uma cerimónia no Palácio Chaillot, em Paris, onde o texto foi ratificado. Estarão presentes representantes da ONU, da Comissão Europeia e de organizações de defesa dos direitos humanos.
Inspirada na declaração francesa dos direitos humanos e do cidadão, de 1789, e na declaração de Independência dos Estados Unidos, de 1776, a Declaração Universal dos Direitos Humanos tem na sua origem o trauma provocado pela Segunda Guerra Mundial e pelo genocídio nazi.
"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direito", proclama o primeiro artigo da Declaração, que em trinta pontos enumera os direitos humanos, civis, económicos, sociais e culturais "inalienáveis" e "indivisíveis".
O texto foi adoptado pelos então 58 Estados membros da Assembleia Geral da ONU, com excepção da União Soviética, dos países do Leste europeu, da Arábia Saudita e da África do Sul, que se abstiveram.
A URSS e seus países satélites insistiam nos "direitos reais", económicos e sociais, contra os "direitos burgueses" civis e culturais defendidos pelos ocidentais.
Os dois pactos coactivos que, junto com os direitos humanos, constituem a Carta dos Direitos Humanos da ONU, no entanto, só foram adotados em 1966.
Mesmo sem valor coactivo, a DUDH inspirou todos os tratados internacionais do pós-guerra, e é reconhecida como o fundamento do direito internacional relativo aos direitos humanos.
As convenções internacionais para banir a discriminação contra as mulheres, de 1979, além das convenções contra a tortura (1984) e pelos direitos das crianças (1990), junto com a criação Tribunal Penal Internacional (TPI) em 1998 são fruto da DUDH.
A Declaração também inspirou "o direito de ingerência" e de assistência humanitária, da qual o chanceler francês, Bernard Kouchner, é um grande defensor.
Entretanto, o documento não impediu a realização de um novo genocídio - em Ruanda, em 1994 - nem a violação quotidiana dos direitos fundamentais em diversas partes do mundo.
Por outro lado, os direitos humanos continuam sendo uma "ideologia", segundo o termo usado pelo ex-ministro francês da Justiça, Robert Badinter - ideologia esta rejeitada por alguns países, que denunciam uma visão exclusivamente ocidental e que questionam seu caráter universal.
"Há uma corrente soberanista - cada um é dono em sua casa - representada sobretudo por China, Venezuela, Cuba e Birmânia, e uma corrente islamita, que acredita que os direitos humanos são o produto de um pensamento religioso revelado", explicou Badinter numa recente entrevista em Paris.
Para este militante convicto da universalidade dos direitos humanos, o mundo está a regredir nesta área, com episódios como os atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos e políticas "desastrosas" como as empreendidas por Washington e pelas democracias europeias a pretexto da luta contra o terrorismo.
"Renunciamos aos que pretendíamos defender, e vamos sofrer as consequências disso por um longo tempo", alertou Badinter. (AFP)

Fonte: http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5gPb4Wvq3Sk7uf5p1UE3E2K4m_Jpw


Para conhecerem na íntegra a Declaração Universal dos Direitos Humanos cliquem aqui.


Podem visionar, a seguir, um vídeo alusivo à Declaração Universal dos Direitos Humanos



Gostava que fizessem um comentário sobre a importância da Declaração Universal dos Direitos Humanos no Mundo actual.
Até que ponto os Direitos Humanos devem ser assumidos como universais, ou seja, aplicáveis da mesma forma a todos os países do Mundo, ou, pelo contrário, devem ser ajustados às especificidades culturais, religiosas ou políticas de cada país?

«Stand by me», ou a paz através da música

O trabalho de Mark Johnson e Johnathan Walls deu frutos em 2008. Em Maio deste ano, o produtor estreou no Tribeca Film Festival (um certame que promove o cinema alternativo norte-americano) um documentário arrojado que arrebatou todos os que o viram, o "Playing For Change: Peace Through Music”. Há um mês, foi criado um canal no YouTube, que rapidamente cativou a atenção de quase um milhão de internautas. Johnson e Walls filmaram por todo o mundo (Nova Orleães, Barcelona, África do Sul, Tibete, etc.), músicos interpretando a célebre música “Stand by me”, sem que estes alguma vez se tivessem encontrado. O objectivo do projecto era demonstrar que a música era capaz de unir as pessoas por uma causa nobre, apesar das suas diferenças culturais. Pouco depois era criada uma fundação para colocar em prática o principio do documentário: construir escolas em todo o mundo, juntar estudantes e inspirar comunidades através da música.
Links:

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

The Walkmen - We've Been Had

Depois da violência de Atenas e de outras cidades gregas, fiquem agora com mais um grupo do chamado rock alternativo: os The Walkmen e a canção "We've Been Had"



Site do grupo no MySpace: http://www.myspace.com/thewalkmen (onde podem ouvir algumas canções do seu último album "You and me")

Grécia: 87 pessoas foram detidas e primeiro-ministro apela à unidade nacional


Os confrontos entre a polícia e os manifestantes proliferaram ontem por toda a Grécia, desde o Norte ao mar Jónico e ao Egeu

Após a morte de um adolescente, no sábado

A polícia deteve 87 pessoas em Atenas em consequência dos actos de violência e dos distúrbios ocorridos ontem no centro da cidade, à margem de uma manifestação de protesto contra a morte de um adolescente por um polícia, no sábado, indicaram fontes policiais. Face ao drama vivido nas ruas de Atenas, o primeiro-ministro grego, Costas Caramanlis, lançou hoje um apelo à unidade nacional. Os confrontos já motivaram vários telefonemas para embaixada de Portugal em Antenas pedindo ajuda com os regressos a Portugal, indicou o embaixador Alfredo Duarte Costa, citado pela TSF. A maioria das pessoas detidas foram-no por causa de pilhagens que arrasaram com vários armazéns do centro de Atenas durante aquelas que são já consideradas as piores violências urbanas registadas na Grécia. Pelo menos doze polícias ficaram feridos nos confrontos com jovens e pelo menos dez pessoas foram hospitalizadas por problemas respiratórios, depois de terem inalado gás lacrimogénio atirado pelas forças anti-motim. Os bombeiros foram chamados 190 vezes e tiveram que combater incêndios em 49 escritórios, 47 lojas, 20 carros e dez edifícios onde funcionavam serviços ministeriais, indicaram os bombeiros. Dois bombeiros foram igualmente hospitalizados por problemas respiratórios, precisou a mesma fonte. Em Salónica, a grande cidade do norte da Grécia, pelo menos 70 lojas, cinco carros e sete agências bancárias foram incendiados, de acordo com a Agência de Imprensa de Atenas (ANA, semi-oficial).

Raiva subiu de tom

Os confrontos entre a polícia e os manifestantes proliferaram ontem por toda a Grécia, desde o Norte ao mar Jónico e ao Egeu. A cólera desencadeada pela morte, no sábado, do jovem Alexandro Grigoropoulos - cujo funeral decorre hoje - alastrou mesmo a representações diplomáticas em Londres e Berlim. Trata-se da mais grave agitação a que a Grécia assiste nas últimas décadas. No domingo, o agente responsável pelos disparos foi acusado de assassínio, mas nem assim os revoltosos arrefeceram os ânimos.

Fonte: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1352490


Como é que explicam a reacção tão violenta dos jovens gregos?
Existe de facto um mal estar nas grandes cidades e que afecta sobretudo os jovens?
Ou há outras razões que podem explicar uma reacção tão excessiva face a um acontecimento como aquele que ocorreu no último sábado (a morte de um jovem por um polícia)?