A propósito, fiquem com Everybody Hurts dos R.E.M..
Um Mundo Global é um espaço de informação,reflexão e comentário de temas geográficos, nacionais e/ou mundiais, mas onde também há espaço para outros pontos de interesse como as temáticas sociais e ambientais, a música, os filmes, a poesia, a fotografia, os cartoons, os livros e as viagens. Todos são bem-vindos e convidados a deixar os seus comentários.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Lar doce lar

"Lar Doce Lar" (Home) é um filme de ficção realizado em 2008 por Ursula Meier, com as interpretações de Isabelle Huppert, Olivier Gourmet e Adélaïde Leroux. O filme estreou-se na semana passada nas salas de cinema portuguesas.
Básicamente a história é a seguinte: uma auto-estrada por acabar, abandonada há dez anos, degrada-se lentamente até ao dia em que, inesperadamente, se retomam os trabalhos de construção. À beira do asfalto, a poucos metros da barreira de segurança existe uma casa onde vive, pacatamente instalada, uma família que resolveu viver afastada da civilização. Assim começa o pesadelo daquelas quatro pessoas, habituadas ao silêncio e privacidade. Um filme sobre a solidariedade familiar num momento de mudança e sobre todas as consequências nefastas da poluição, quer físicas, quer psicológicas, na vida de cada ser humano.
Fiquem com o trailer do filme.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Home - O Mundo é a Nossa Casa
HOME, filme da autoria do realizador francês Yann Arthus-Bertrand, é constituído por paisagens aéreas do mundo inteiro e pretende sensibilizar a opinião pública mundial sobre a necessidade de alterar modos e hábitos de vida a fim de evitar uma catástrofe ecológica planetária. É um filme muito interessante e com imagens belíssimas que farão as delícias dos apaixonados pela natureza.
De seguida podem ver o trailer do filme, que está à venda nas casas da especialidade.
Podem ainda ver o fime, dobrado em português, na íntegra (completo) no Youtube clicando aqui.
De seguida podem ver o trailer do filme, que está à venda nas casas da especialidade.
Podem ainda ver o fime, dobrado em português, na íntegra (completo) no Youtube clicando aqui.
G8 concordam reduzir emissões de carbono em 80 por cento até 2050
Obama e Medvedev cozinham o aquecimento global, numa acção da OxfamOs países do G8 concordaram hoje numa redução em 80 por cento das suas emissões de carbono até 2050 e defendem para os países emergentes uma redução de 50 por cento no mesmo período. Um conselheiro do presidente russo Dimitri Medveded tinha considerado "inaceitável" uma redução de 80 por cento, mas as primeiras informações referem que este país também deu o seu acordo. A oposição da China e da Índia impedirá, no entanto, salvo acordo de última hora, que a decisão seja amanhã ratificada pelo fórum das principais economias do mundo, que reúne o G8 e as economias emergentes também em L’Aquila, Itália. As metas aprovadas pelo G8 permitiriam conter o aquecimento global em níveis inferiores a dois graus centígrados face aos valores anteriores à industrialização. É a primeira vez que este grupo de países, que representam 13 por cento da população do planeta e 40 por cento das emissões mundiais, considerados os maiores “poluidores históricos”, segue as recomendações dos cientistas. O G8 junta-se assim a uma centena de países, entre os quais os da União Europeia, que já tinham aprovado o limite de aquecimento de dois graus. A mudança de posição deve-se, em boa medida, à alteração no modo como os Estados Unidos passaram a encarar o problema desde a entrada em cena do novo Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. A Reuters observa, no entanto, que a declaração do G8 abre-se a diferentes interpretações ao deixar em aberto o ano base para a redução de 80 por cento: pode ser “1990 ou com anos mais recentes”, dizem.
Fonte: Público, 08.07.09
Uma excelente notícia para o nosso planeta ou apenas mais um conjunto de boas intenções?
Etiquetas:
Ambiente,
Aquecimento Global,
Efeito de estufa,
G8,
Globalização
terça-feira, 7 de julho de 2009
As cidades mais caras do Mundo em 2009
Tóquio ocupa, agora, o primeiro lugar do ranking das cidades mais caras do mundo no estudo Cost of Living 2009, elaborado pela consultora Mercer. Lisboa cai sete lugares e fica-se este ano pela 64ª posição na lista, quando, em 2008, ocupava a 57ª. A consultora explica que esta descida “não se deve apenas à diminuição real do custo de vida, mas também às fortes flutuações cambiais”, nomeadamente, da revalorização do dólar face ao euro.Tóquio destronou Moscovo como a cidade mais cara do planeta, sendo que a capital russa passou a ocupar o terceiro lugar. O segundo lugar pertence a Osaka, também no Japão. Este ano, o estudo da Mercer revela alterações drásticas, como a subida de 74 lugares de Caracas (agora na 15ª posição) ou, por outro lado, a descida de 75 postos de Varsóvia (agora na 113ª posição). Nova Iorque entrou para o top ten este ano, subindo da 22ª para a oitava posição. O Cost of Living 2009 cobre 143 cidades, em cinco continentes, e mede o custo comparativo de mais de mais de 200 produtos representativos dos padrões de consumo, como a habitação e os transportes.
Ranking 2009:
1º Tóquio (Japão)
2º Osaka (Japão)
3º Moscovo (Rússia)
4º Genebra (Suíça)
5º Hong Kong (Hong Kong)
6º Zurique (Suíça)
7º Copenhaga (Dinamarca)
8º Nova Iorque (EUA)
9º Pequim (China)
10º Singapura (Singapura)
Resultados dos exames nacionais de Geografia A de 2009 - 1ª Fase

Como já devem saber, já estão afixados na Escola os resultados dos exames nacionais do ensino secundário (1ª Fase).
No que se refere ao exame de Geografia A, e numa primeira impressão, dá para concluir que os resultados dos alunos, não tendo sido propriamente famosos, também não foram, no cômputo geral, um desastre. Para ser sincero, tive algum receio que tivessem sido piores, dado o grau de dificuldade da prova, principalmente de algumas questões de escolha múltipla e de uma ou outra questão aberta com critérios de classificação, no mínimo, "manhosos".
Alguns alunos conseguiram aguentar-se muito bem, mantendo a média da classificação interna. A maioria teve quebras ligeiras previsíveis. Outros, infelizmente, tiveram quebras significativas, que os penalizaram na média final da disciplina.
Com a realização do exame de geografia A, num total de 45 alunos internos da ESRT, 15 mantiveram a classificação interna, 27 desceram um valor e 3 desceram 2 valores. Cinco alunos reprovaram à disciplina. Todos eles tinham uma classificação interna de 10 valores.
A média dos resultados dos alunos internos da ESRT no exame de Geografia A foi de 10,2, o que é um pouco decepcionante, até porque a média nacional terá sido de 11,3.
Para tomarem conhecimento dos resultados médios (a todas as disciplinas) a nível nacional dos exames da 1ª fase cliquem aqui. Podem ainda ler aqui a análise do jornal Público dos resultados dos exames.
Se tiverem vontade, comentem os vossos resultados nos exames nacionais. Podem fazer referência aos resultados obtidos nos exames das outras disciplinas do 11º e 12º ano.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Neda, o novo símbolo da luta iraniana
- Nasceu no Irão, tinha 26 anos e é a segunda de três filhos.
- O seu pai era um funcionário público e a sua mãe dona-de-casa.
- Estudou Filosofia Islâmica na Universidade de Azad em Teerão.
- Estudou para ser guia turística e teve aulas de turco na esperança que o seu emprego a levasse a viajar para outros países.
- Tocava piano e cantava. Gostava de música pop persa.
- Gostava da poesia do iraniano Rumi e do Americano Robert Frost.
- Estava noiva do fotojornalista Caspian Makan, de 37 anos, que tinha conhecido na Turquia dois meses antes de morrer.
- Ignorou os avisos dos amigos que a aconselhavam a não participar nos protestos. «Não se preocupem, basta uma bala e acaba tudo», argumentava.
- Foi atingida na zona do peito às seis e meia da tarde do dia 22 quando se encontrava numa fila de trânsito na Rua Karegar, ao dirigir-se para uma manifestação.
- Apesar de as imagens divulgadas parecerem mostrar o momento da sua morte, Neda só acabou por falecer a caminho do Hospital Shariati.
- A sua família foi proibida de fazer um funeral numa mesquita ou de colocar panos negros no exterior do seu apartamento em Teerão.
- Foi enterrada no cemitério de Behesht Zahra na zona sul de Teerão.
- Os média locais foram proibidos de relatar a sua morte e os seus amigos souberam da notícia através de parentes que vivem no estrangeiro.
- O vídeo com imagens dos seus últimos momentos filmado por transeuntes com vida tornou-se um fenómeno global através de várias redes sociais na internet, como Twitter ou o Facebook.
- O seu pai era um funcionário público e a sua mãe dona-de-casa.
- Estudou Filosofia Islâmica na Universidade de Azad em Teerão.
- Estudou para ser guia turística e teve aulas de turco na esperança que o seu emprego a levasse a viajar para outros países.
- Tocava piano e cantava. Gostava de música pop persa.
- Gostava da poesia do iraniano Rumi e do Americano Robert Frost.
- Estava noiva do fotojornalista Caspian Makan, de 37 anos, que tinha conhecido na Turquia dois meses antes de morrer.
- Ignorou os avisos dos amigos que a aconselhavam a não participar nos protestos. «Não se preocupem, basta uma bala e acaba tudo», argumentava.
- Foi atingida na zona do peito às seis e meia da tarde do dia 22 quando se encontrava numa fila de trânsito na Rua Karegar, ao dirigir-se para uma manifestação.
- Apesar de as imagens divulgadas parecerem mostrar o momento da sua morte, Neda só acabou por falecer a caminho do Hospital Shariati.
- A sua família foi proibida de fazer um funeral numa mesquita ou de colocar panos negros no exterior do seu apartamento em Teerão.
- Foi enterrada no cemitério de Behesht Zahra na zona sul de Teerão.
- Os média locais foram proibidos de relatar a sua morte e os seus amigos souberam da notícia através de parentes que vivem no estrangeiro.
- O vídeo com imagens dos seus últimos momentos filmado por transeuntes com vida tornou-se um fenómeno global através de várias redes sociais na internet, como Twitter ou o Facebook.
- Poucas depois da sua morte apareceram cartazes em manifestações populares em diversas cidades do Mundo com fotos que mostravam a agonia de Neda.
- Curiosamente em Farsi, o nome Neda significa "Voz", o que dá ainda mais força ao movimento da luta iraniana, à medida que se transforma num autêntico mártir.
Fontes:
http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1000967.html http://barcorabelo.blogspot.com/2009/06/neda-o-novo-simbolo-da-luta-iraniana.html
Para saberem mais sobre o que se passa actualmente no irão, nomeadamente sobre os protestos e manifestações nas ruas de Teerão contra o modo como decorreu a contagem de votos das eleições presidenciais cliquem aqui.
Nota: optei por não mostrar nem fotos nem vídeos com os factos descritos no post para não chocar ninguém visto que este blogue é dirigido especialmente a alunos do ensino secundário. De qualquer modo se alguém estiver interessado em ver o vídeo, que circula em blogues de todo o Mundo, basta procurar no Youtube.
O milagre da queda do Airbus 310 das Comores chama-se Esperança
Baya Bakari, a jovem sobrevivente do acidente aéreo de 29 de Junho internada no hospital
Este caso da única sobrevivente do acidente aéreo ocorrido no passado dia 29 de Junho nas águas do Índico impressiona-nos a todos. A Jovem natural das ilhas Comores de 14 anos chama-se Baya, que significa "Esperança" na sua língua. É impressionante que no meio de mais uma tragédia, em que perderam a vida 151 pessoas, tenha havido uma sobrevivente, que até nem sabia nadar muito bem! Como se explicam situações como esta que, pelos vistos, não é inédita?
Fiquem com a notícia impressionante do jornal Público de ontem, 1 de Julho de 2009:
Janeiro de 1985. Um rapaz de 17 anos é encontrado com vida entre os destroços da queda de avião da Galaxy Airlines, no Nevada, EUA. Agosto de 1987. Uma menina de quatro anos é a única sobrevivente da queda de um avião em Detroit. Março de 1995. Uma rapariga de 9 anos é a única sobrevivente da queda de um avião da Intercontinental que se despenha na Colômbia. Setembro de 1997. Um bebé com apenas um ano é o único sobrevivente da queda de um Tupolev da Vietnam Airlines no Cambodja. No dia 29, o milagre voltou a acontecer. Morreram 151 pessoas num voo da Yemenia Airlines a caminho das ilhas Comores. Só uma adolescente de 14 anos sobreviveu, mergulhada num mar de destroços e de forte ondulação, no negro da noite, em pleno oceano Índico.
Chama-se Baya Bakari. Baya significa esperança.Baya Bakari é natural das Comores, de uma aldeia chamada Nioumadzaha, a sudeste de Moroni, capital do arquipélago. Mas fazia parte da comunidade imigrante das ilhas que se instalou em Marselha, França, onde vivia com a mãe. Vivem ali 80 mil naturais das ilhas Comores. No dia 29 de Julho, viajaram de Marselha para Paris, onde apanharam o Airbus 310 da Yemenia Airlines, no Aeroporto de Roissy-Charles de Gaulle, em direcção às Comores, para visitar a família. De Paris, ainda fizeram escala em Sana, no Iémen. E depois, finalmente, dirigiam-se a Moroni. Mas não chegaram ao destino.Ainda estão por apurar ao certo as razões que levaram o Airbus a dar uma volta em U e a despenhar-se no Índico, numa fase em que já se fazia à pista do aeroporto de Moroni.
Eram 4h00 locais, madrugada, quando desapareceu dos radares das torres de controlo, com 153 pessoas a bordo. O que se passou entre a queda e o milagre só as caixas negras poderão revelar. Mas voltemos ao milagre. No meio dos destroços do Airbus, havia uma menina de 14 anos viva, “frágil, mal sabia nadar” – contou o seu pai, Karim Bakari, a partir de França, depois de ter falado ao telefone com a filha. Baya agarrou-se a um pedaço da fuselagem durante horas, talvez duas, diz a equipa de socorro, no meio da ondulação picada do Índico. Foi então que os meios aéreos de salvamento, com uma equipa das Comores, avistaram um milagre entre os destroços da tragédia. “Tentámos lançar uma bóia. Mas ela estava demasiado fraca para a conseguir agarrar”, disse, em declarações à rádio privada francesa RTL, o sargento Said Abdilai, que tirou Baya da água. “Ela tremia, tremia, tivemos de a embrulhar em quatro cobertores e demos-lhe água quente com açúcar. Depois perguntámos-lhe o nome e de onde vinha.”“Papá, caímos à água! Só ouvia pessoas a gritar à minha volta, mas não conseguia ver nada”, descreveu Baya, que foi transportada para o Hospital El Marouf, em Moroni. Quando recuperou forças, Baya chorou primeiro. Depois perguntou pela mãe. Segundo testemunhos do pai, Baya foi projectada por uma das janelas do avião, o que a salvou. “Já estava fora do avião quando ele caiu”, disse o pai. Baya sofreu algumas queimaduras, escoriações na cara e braços e partiu uma omoplata. Mas não inspira cuidados de maior. O pai, que tem mais três filhos menores, de 10, 8 e 3 anos, ainda não lhe disse que a mãe morreu: “Não tive coragem, disse-lhe que estava num quarto ao lado dela”. Só quer ir ter com a filha. “Imagino como ela se deve sentir sozinha.”Alain Joyandet, secretário de Estado da Cooperação francês, já está nas Comores. Foi certificar-se do estado de saúde da menina-milagre. E quer levá-la para França e estudar uma maneira de ajudar o pai. “Fisicamente, está bem”, afirmou Joyandet, citado pelo Guardian. Como pode alguém estar bem depois de sobreviver à queda de um avião que matou 152 pessoas? Em conferência de imprensa, o médico do Hospital de Moroni, Ada Mansour, que a assistiu, também diz que Baya está bem: “Está consciente, a falar. Mas tentámos não fazer muitas perguntas, para não a cansarmos”. Baya continuou ontem na unidade de Cuidados Intensivos do hospital.
Fonte: http://ultimahora.publico.pt/noticia.aspx?id=1389759&idCanal=11
Etiquetas:
Mundo,
Tragédias/acidentes,
Transportes e telecomunicações
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Calendário escolar para o ano lectivo 2009/2010
O calendário escolar para o próximo ano lectivo determina que as aulas para os estabelecimentos de ensino básico e secundário tenham início entre os dias 10 e 15 de Setembro de 2009, enquanto para a educação pré-escolar o começo das actividades está previsto entre 9 e 15 de Setembro de 2009.
Para os alunos dos 9.º, 11.º e 12.º anos as aulas terminam a partir de 8 de Junho de 2010, enquanto para os restantes anos de escolaridade o ano lectivo acaba a partir de 18 de Junho de 2010.
No período em que decorrem os exames nacionais, as escolas devem adoptar as medidas necessárias para que os alunos dos anos de escolaridade não sujeitos a exame tenham o máximo de dias efectivos de actividades escolares, de modo a garantir o cumprimento integral dos programas das diferentes disciplinas e áreas curriculares.
Para as interrupções lectivas estão previstas as seguintes datas:
- de 19 de Dezembro de 2009 a 3 de Janeiro de 2010,
- de 15 a 17 de Fevereiro de 2010,
- e de 27 de Março a 11 de Abril de 2010.
Para mais informações, consultar: Despacho que aguarda publicação no Diário da República.
Dia do diploma - 11 de Setembro

No dia 11 de Setembro, a Escola vai promover a entrega formal dos certificados e dos diplomas aos alunos que, no ano lectivo anterior, tenham terminado o ensino secundário.
Haverá uma cerimónia oficial em que serão entregues os verdadeiros diplomas a todos os alunos que concluíram, neste ano lectivo, o ensino secundário. Só receberão o diploma os alunos que conseguiram aprovação em todas as disciplinas do ensino secundário.
O "Diploma" que vocês receberam no Baile de Finalistas era apenas simbólico, até porque os alunos ainda tinham pela frente os exames nacionais, que têm um grande peso na classificação final das disciplinas sujeitas a exame.
No ano passado a cerimónia decorreu no auditório da Escola e os diplomas foram entregues pelo vereador da cultura da Câmara Municipal de Gondomar (Dr. Fernando Paulo) e pela Drª Luísa Pereira (Directora da Escola).
Esta actividade é obrigatória em todas as escolas secundárias desde o ano passado.
Se puder, lá estarei para assistir à entrega dos diplomas aos meus alunos do 12ºH.
sábado, 27 de junho de 2009
Parecer sobre a prova de Geografia A da 1ª Fase pela Associação de Professores de Geografia

Como o prometido é devido, aqui fica o parecer da Associação de Professores de Geografia (APROFGEO) relativo à prova de exame de Geografia A da 1ª Fase de 2009. Como poderão constatar, o Parecer é muito crítico em relação a determinados aspectos da prova, nomeadamente a utilização de conceitos que não fazem parte do programa (diagrama triângular, albedo, ...), o maior ênfase nos conteúdos do 10º ano (mais facilmente esquecidos pelos alunos) em detrimento dos conteúdos do 11º ano (mais frescos na memória dos alunos) e, ainda, alguns critérios de classificação pouco correctos, tendo em conta o conteúdo das respectivas perguntas, nomeadamente na já tristemente famosa questão V 1.
PARECER SOBRE A PROVA DE EXAME DA 1ª FASE
GEOGRAFIA A PONTO 719 2008/2009
Aspectos positivos:
Como no ano passado, a prova está de acordo com as instruções de exame (1) quanto à estrutura e quanto às competências testadas. As instruções são suficientemente apelativas e estão bem organizadas. (2) Em relação aos documentos introdutórios, as fotografias, os mapas e os gráficos são bem legíveis. Os dois itens mais cotados, especialmente o do grupo V, favorecem a articulação de saberes. Os critérios gerais de classificação são claros e suficientes e, nos critérios específicos de classificação que dispõem da ressalva «ou outras consideradas relevantes» facilita o trabalho dos correctores.
A prova apresenta diversidade quanto ao grau de dificuldade exigido e o tempo atribuído é suficiente para a sua resolução.
Embora com distinto grau de dificuldade, as duas grandes áreas metropolitanas do País são abordadas (grupos IV e VI), ou seja, há um grupo dedicado «ao Norte» e outros dedicado «ao Sul».
Aspectos negativos:
Grupo I
Não se entende a inclusão de um diagrama triangular – grafismo com que poucos alunos estarão familiarizados – logo na introdução do 1º grupo, uma vez que todos os itens desse grupo podem ser respondidos sem o referido gráfico; mas se fosse esse o caso – a interpretação do gráfico ser imprescindível para responder a qualquer dos itens – seria extremamente penalizante para a larga maioria dos alunos uma vez que se trata de um tipo de gráfico de difícil leitura e que não é explicitamente referido no Programa (nas competências essenciais do Ensino Básico que deverão estar adquiridas é referido «ler gráficos lineares, de barras e sectogramas; (…) construir gráficos lineares e de barras; » posteriormente, nenhum tipo de gráfico é descriminado).
Grupo V
Grupo VI
No item 2, para os alunos não familiarizados com Lisboa, a avenida da Liberdade, face às características que apresenta na figura, fica no CBD e não «na expansão do CBD» como é referido no respectivo critério específico de classificação; de igual modo, desconhecerão se é ou não uma área «de grande prestígio», uma vez que a existência de muitas das marcas patentes na referida avenida ocorrem também em grandes centros comerciais de outras cidades ou noutras áreas dessa cidade; no item 3 as possíveis respostas exemplificadas são todas características físicas da habitação o que não é explicitado na formulação do item; apenas o articulado «ou outras consideradas relevantes» permite tornear essa limitação.
Quanto ao item 4, existe uma grande diferença no que é exigível e exigido (em temos dos critérios específicos de classificação) quanto ao primeiro aspecto do item «a fixação das indústrias na periferia da cidade» e quanto ao segundo - «a permanência de indústrias no interior da cidade». Nos respectivos critérios de classificação enquanto para o primeiro aspecto eles são detalhados, para o seguinte tornam-se demasiado vagos «características dos seus produtos» (que características?) e não são referidos quaisquer factores de localização para as indústrias de consumo diário «oficinas de reparação». No entanto, se um/a aluno/a responder completamente a um dos aspectos e incompletamente ao outro a cotação a atribuir é idêntica, independentemente do aspecto que é mais significativo. E nestes itens a que são atribuídos 20 pontos não há a ressalva «ou outras consideradas relevantes». Ou seja, a elaboração da resposta relativa a um destes itens - em que se pretende avaliar também a competência na expressão escrita - poderá ser seriamente penalizada pela abordagem «deficiente» de um dos dois aspectos
considerados, pelo que deveria existir um grande cuidado para que fossem completamente equivalentes em grau de dificuldade/ pertinência. Tal não se verifica no item 4. De igual modo, nada na formulação do item indica ao aluno quantos aspectos/características terá de referir. Só quando se tem acesso aos critérios específicos de classificação é que se constata que era preciso referir, neste caso, cinco aspectos diferentes, independentemente de a explicação ficar dada com a abordagem de dois, três ou quatro. É, assim, de prever que classificações globais da prova com nível elevado dificilmente ocorrerão.
Como no ano passado, continua a não haver qualquer menção às Regiões Autónomas.
considerados, pelo que deveria existir um grande cuidado para que fossem completamente equivalentes em grau de dificuldade/ pertinência. Tal não se verifica no item 4. De igual modo, nada na formulação do item indica ao aluno quantos aspectos/características terá de referir. Só quando se tem acesso aos critérios específicos de classificação é que se constata que era preciso referir, neste caso, cinco aspectos diferentes, independentemente de a explicação ficar dada com a abordagem de dois, três ou quatro. É, assim, de prever que classificações globais da prova com nível elevado dificilmente ocorrerão.
Como no ano passado, continua a não haver qualquer menção às Regiões Autónomas.
Remate:
Trata-se, novamente, de uma prova acessível, com excepção do grupo relativo à radiação solar que privilegia conhecimentos/conceitos de Física em detrimento dos de Geografia de Portugal. Assim, os alunos que melhor compreenderam o que lhes foi proposto pelo Programa de Geografia A são penalizados pela inclusão de conteúdos menos significativos para a compreensão
da disciplina, pela existência de itens de escolha múltipla em que as respostas são óbvias ou pelas poucas oportunidades de avaliação de competências que impliquem a operacionalização ao nível da transferência. Ao contrário da prova desta fase, no ano passado, não há uma componente de ordenamento do território significativa, o que se lamenta.
Notas:
(1) Discordamos, no entanto, da valorização dos conteúdos do 10º ano decorrente da obrigatoriedade da inclusão do tema sobre a população que é leccionado no 10º ano: com este, a prova passa a ter três grupos do 10º ano e apenas dois do 11º.
(2) Mas ao serem informados de que, «se escrever mais do que uma resposta a um mesmo item, apenas é classificada a resposta apresentada em primeiro lugar.», os alunos são encorajados a «acertar» num item de escolha múltipla, quando não são capazes de escolher apenas uma única resposta. Lamenta-se, por isso, o abandono da instrução «É atribuída a cotação de zero pontos aos itens em que apresente: - mais do que uma opção (ainda que elas esteja incluída a opção correcta) …» que vinha vigorando nos anos anteriores à alteração do formato das instruções.
22 de Junho de 2009
Associação de Professores de Geografia (APROFGEO)
Fonte: http://www.aprofgeo.pt/moodle/file.php/1/docs/ParecerGeografia_1fase.pdf
Etiquetas:
Associação dos Professores de Geografia,
Exames,
Geografia A
Há dúvidas nos critérios de correcção do exame de Geografia A - 1ª Fase

Tal como já tinha referido no dia 19 deste mês, a questão 1 do grupo V não me parece bem formulada. E depois de ter tido conhecimento dos critérios de classificação as minhas dúvidas ainda aumentaram mais.
Hoje, 27 de Junho, saiu no jornal público uma notícia que vem dar-me razão. Os critérios de classificação referentes a essa pergunta não estão totalmente correctos. Passo a trancrever a notícia:
Uma das respostas certificadas em Geografia não estará correcta
O Gave recusa-se a comentar parecer que o PÚBLICO pediu a um climatologista e diz que não há erro. Professores falam em resposta "inadequada"Uma das respostas contidas nos critérios de correcção do exame de Geografia, realizado dia 19 por 18.264 alunos dos 11.º e 12.º anos, "não está correcta", confirmou ao PÚBLICO o climatologista e professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Carlos da Câmara. A Associação de Professores de Geografia já tinha feito saber, no seu parecer ao exame, que a resposta apresentada para o item 1 do Grupo V, a propósito do balanço energético do sistema Terra-Atmosfera, é "remota" face a uma das duas ilustrações para que remete a pergunta. O Gabinete de Avaliação Educacional (Gave) discorda. Numa nota enviada ao PÚBLICO, afirma-se que não existe erro. Acrescenta-se também que no parecer emitido pela Associação de Professores de Geografia "não se encontra qualquer referência a erro científico ou outro", mas não é feita qualquer menção ao problema levantado pela associação, que se poderá resumir assim: poderá a "redução da radiação ultravioleta" ser apresentada como um dos efeitos da nebulosidade? É uma resposta "inadequada", confirmou ontem ao PÚBLICO a presidente da associação, Emília Lemos. Dos quatro erros, lapsos ou gafes - a designação tem variado segundo o interlocutor - detectados nas provas da primeira fase dos exames nacionais do secundário, o de Geografia, a confirmar-se, será o mais gravoso, pois tem resultados na correcção da prova, o que não acontece com os registados nas provas de Biologia e Geologia, História e Física e Química. Carlos Câmara, que foi também presidente do Instituto de Meteorologia, não tem dúvidas: "No que respeita ao item 1 do grupo V, a questão parece querer abordar o papel geral das nuvens no balanço radiativo do sistema Terra-Atmosfera, ainda que a figura 5B se reporte a um caso particular de nuvens. Assim, nos critérios de correcção não está correcta a expressão 'redução da radiação ultravioleta'". Para apoiar esta sua conclusão, o climatologista cita um artigo publicado na revista da American Geophysical Union, onde se faz "um balanço 'sério' do estado da arte no que respeita ao papel das nuvens no balanço da radiação ultravioleta" e se conclui que as nuvens tanto podem ter um efeito redutor como ampliador da radiação ultravioleta. Há vários outros estudos no mesmo sentido, acrescenta Câmara, que frisa: "Nos critérios de correcção deveria, pois, ler-se 'redução/aumento da radiação ultravioleta (consoante o tipo de nuvem)'." "Parece-me que, pela sua relevância, se deveria explicitamente mencionar um outro processo: 'contribuição positiva ou negativa (consoante o tipo de nuvem) para o efeito de estufa'", acrescenta. O investigador considera também que neste grupo V existe uma "mistura de conceitos" de energia e radiação.
Questionado pelo PÚBLICO, o Gave respondeu o seguinte: "Quanto ao parecer de um 'especialista', 'professor universitário', verifica-se que a abordagem que este segue introduz considerações que se encontram muito para além do programa da disciplina e, consequentemente, do que se pode exigir a um aluno do ensino secundário. Por essa razão, o referido parecer - no que diz respeito à sua substância - não nos merece qualquer comentário."Num outro texto enviado ao PÚBLICO, o presidente do Gave, Pinto Ferreira, destacou a "exigência" e "complexidade" da tarefa de elaboração das provas, que classifica como "árdua". "As provas são elaboradas por equipas de professores [...] lideradas por um coordenador - que também é um professor [...]. Uma equipa de auditores científicos - professores universitários - analisa as provas em diversas ocasiões. As provas passam ainda pelas auditorias linguística, gráfica e de avaliação", descreve Pinto Ferreira. "Em sede de auditoria linguística pode ser sugerida uma forma de formular um item que parece menos prolixa do que a proposta" e "uma auditoria científica subsequente pode demonstrar que, embora a formulação seja mais simples, o item ficou prejudicado do ponto de vista de conteúdo", exemplifica, para explicar por que é que "as provas passam várias vezes pelo mesmo crivo de análise" e, "não raras vezes, uma questão proposta inicialmente é definitivamente abandonada".
É, no mínimo, lamentável que situações como esta continuem a acontecer no nosso país e que prejudicam tanto o trabalho e sucesso dos aunos como também o dos professores.
Quando saírem os resultados dos exames de Geografia A devem ter em conta estes argumentos no caso de terem sido prejudicados nesta questão e pretenderem pedir a reapreciação da vossa prova.
No post seguinte será apresentado o parecer a Associação de Professores de Geografia reltivo a toda a prova da 1ª Fase de geografia A.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Michael Jackson - Earth Song

Não podia deixar de fazer referência à morte de Michael Jackson que ocorreu ontem em Los Angeles, nos EUA.
Embora não seja um dos meus cantores favoritos, é indiscutível que Michael Jackson é um dos nomes maiores da música pop mundial, um verdadeiro ícone da cultura pop e um dos produtos mais globalizados neste Mundo Global, ainda que a sua vida tivesse sido envolta em grande polémica, nomeadamente pelas mudanças sucessivas de visual e por acusações de ter um comportamento reprovável, nomeadamente acusações de pedofilia que nunca foram provados em tribunal.
Por isso não podia deixar de o invocar e recordar algumas das canções que ficaram para a história da música pop como Thriller, Bad, Black or White ou Scream (todas elas com vídeos espectaculares, mas que de momento não é possível incorporar em blogues) e que o tornaram um ídolo para muitas pessoas em todo o Mundo, especialmente durante os anos 80 e princípios dos anos 90.
De todas as canções de Michael Jackon disponíveis no Youtube, escolhi para incorporar no blogue "Earth Song", uma canção menos conhecida e que alerta para os problemas ambientais do nosso planeta.
What about sunrise
What about rain
What about all the things
That you said we were to gain...
What about killing fields
Is there a time
What about all the things
That you said was yours and mine...
Did you ever stop to notice
All the blood we've shed before
Did you ever stop to notice
The crying Earth the weeping shores?
What have we done to the world
Look what we've done
What about all the peace
That you pledge your only son...
What about flowering fields
Is there a time
What about all the dreams
That you said was yours and mine...
Did you ever stop to notice
All the children dead from war
Did you ever stop to notice
The crying Earth the weeping shores
I used to dream
I used to glance beyond the stars
Now I don't know where we are
Although I know we've drifted far
Hey, what about yesterday
(What about us)
What about the seas
(What about us)
The heavens are falling down
(What about us)
I can't even breathe
(What about us)
What about apathy
(What about us)
I need you
(What about us)
What about nature's worth
(ooo, ooo)
It's our planet's womb
(What about us)
What about animals
(What about it)
We've turned kingdoms to dust
(What about us)
What about elephants
(What about us)
Have we lost their trust
(What about us)
What about crying whales
(What about us)
We're ravaging the seas
(What about us)
What about forest trails
(ooo, ooo)
Burnt despite our pleas
(What about us)
What about the holy land
(What about it)
Torn apart by creed
(What about us)
What about the common man
(What about us)
Can't we set him free
(What about us)
What about children dying
(What about us)
Can't you hear them cry
(What about us)
Where did we go wrong
(ooo, ooo)
Someone tell me why
(What about us)
What about babies
(What about it)
What about the days
(What about us)
What about all their joy
(What about us)
What about the man
(What about us)
What about the crying man
(What about us)
What about Abraham
(What was us)
What about death again
(ooo, ooo)
Do we give a damn
Etiquetas:
Homenagem,
Michael Jackson,
Um Mundo de músicas
terça-feira, 23 de junho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Blur - The universal (live)
Os Blur ao vivo no programa da BBC de Jools Holland com a canção "The Universal"(1995).
Chegou o Verão: Solstício de Verão 2009
Iluminação da Terra pelo Sol durante o solstício do hemisfério norte.Este ano o Solstício de Verão ocorreu ontem, dia 21 de Junho, às 06h e 46m. O solstício de verão representa o início do Verão no Hemisfério Norte, a estação mais quente do ano. Esta estação prolonga-se por 93,65 dias até ao próximo Equinócio que ocorre no dia 22 de Setembro de 2009 às 22h e 19m.
No Hemisfério sul, o Solstício de Junho representa o início do Inverno, a estação mais fria do ano.
Solstício é o momento em que o Sol, durante seu movimento aparente na esfera celeste, atinge a maior declinação em latitude, medida a partir da linha do equador. Os solstícios ocorrem duas vezes por ano: em Dezembro e em Junho. O dia e hora exactos variam de um ano para outro. Quando ocorre no verão significa que a duração do dia é a mais longa do ano. Analogamente, quando ocorre no inverno, significa que a duração da noite é a mais longa do ano.
No hemisfério norte o solstício de verão ocorre por volta do dia 21 de junho e o solstício de inverno por volta do dia 21 de dezembro. Estas datas marcam o início das respectivas estações do ano neste hemisfério. Já no hemisfério sul, o fenómeno é simétrico: o solstício de verão ocorre em dezembro e o solstício de inverno ocorre em junho. Os momentos exactos dos solstícios, que também marcam as mudanças de estação, são obtidos por cálculos de astronomia.
Devido à órbita elíptica da Terra, as datas nas quais ocorrem os solstícios não dividem o ano em um número igual de dias. Isto ocorre porque quando a Terra está mais próxima do Sol (periélio) viaja mais velozmente do que quando está mais longe (afélio).
Os trópicos de Câncer e Capricórnio são definidos em função dos solstícios. No solstício de verão no hemisfério norte, os raios solares incidem perpendicularmente à Terra na linha do Trópico de Câncer. No solstício de inverno do hemisfério norte, ocorre a mesma coisa no Trópico de Capricórnio.
Iluminação da Terra pelo Sol durante o solstício do hemisfério sul.Na linha do equador a duração dos dias é fixa ao longo das estações do ano com 12 horas de luz e 12 horas de noite. Desse modo os solstícios nessa linha não podem ser obtidos através de dias ou noites mais longas e somente podem ser observadas pela máxima inclinação da luz solar para o norte ou para o sul. Na linha do equador não há como dizer se um solstício é de verão ou de inverno uma vez que demarcam a separação dos hemisférios norte e sul da Terra.
Nas linhas dos trópicos de Câncer e Capricórnio, os solstícios de verão respectivos a cada hemisfério da Terra, coincidem com o único dia do ano em que os raios solares incidem verticalmente.
Nas linhas dos círculos polares Ártico e Antártico, os solstícios marcam o único dia do ano em que o dia ou a noite duram 24 horas ininterruptas considerando a estação do ano: verão ou inverno, respectivamente.
Em várias culturas ancestrais à volta do globo, o solstício de verão era festejado com comemorações que deram origem a vários costumes. O solstício de verão, o maior dia do ano, simbolizava o tempo de abundância, da fertilidade. É quando as noites são curtas e os dias longos, e a natureza está no ápice de sua produtividade. Hoje em dia, os ancestrais costumes pagãos evoluiram para festas de cariz religioso como, por exemplo,a do S. João que, no caso da cidade do Porto, constitui a sua festa principal e que ainda preserva uma forte simbologia pagã, como saltar sobre as fogueiras e festejar toda a noite até ao nascer do sol, por exemplo.
Etiquetas:
Astronomia,
Estações do ano,
Solestícios e equinócios
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Exame de Geografia A 2009 - 1ª Fase
Hoje decorreu o exame de Geografia A da 1ª Fase. O exame não era propriamente fácil, pois algumas das perguntas de escolha múltipla eram bastante complicadas, tendo sido questionados alguns temas que já não saíam há muito tempo, nomeadamente o dos recursos do subsolo. A pergunta 1 do Grupo V parece-me mal formulada, deixando alguma dúvida quanto ao conteúdo da resposta.
Deixo-vos os links ao site do GAVE relativos à prova e aos critérios de classificação:
Prova (versão 1)
domingo, 14 de junho de 2009
Exames 2009 - conselhos úteis para os exames

O Gabinete de Avaliação Educacional (Gave) aconselha os alunos que a partir de terça-feira realizam exames nacionais a não esquecerem um documento de identificação com fotografia e a verificarem na véspera a hora da prova, refere a Lusa.
Além disso, os estudantes devem ainda, na véspera, imprimir o calendário de exames e verificar se têm todo o material necessário à realização da prova.
As recomendações incluem ainda, o preenchimento de forma clara, completa e legível do cabeçalho das folhas de resposta e a leitura cuidadosa de toda a prova antes de começar a resposta às questões.
Outra medida passa por confrontar a dificuldade dos itens com a cotação máxima. Assim, se uma questão valer, por exemplo, cinco pontos em 200, «não é sensato perder tempo além de um limite razoável».
Reler o enunciado para ter a certeza da compreensão do que é pedido, fazer uma caligrafia bem legível, respeitando os espaços entre palavras, para tornar a leitura fácil, e usar de forma diferenciada letras minúsculas e maiúsculas são outros conselhos transmitidos.
Controlar o tempo decorrido para o aluno ter a noção se está atrasado ou adiantado e verificar se estão a ser cumpridas todas as instruções e se não existe mais do que uma resposta ao mesmo item, é uma instrução a ter em conta.
Antes de entregar a prova, o aluno deve lê-la cuidadosamente.
Os critérios de classificação serão publicados nas 24 horas seguintes ao exame e poderão ser consultados.
O Gave recomenda aos alunos que, até à realização dos exames, consultem a sua página na Internet.
A partir de terça-feira, 253.837 alunos deverão realizar os exames nacionais, 156.860 do secundário e 96.977 do básico.
Os alunos do secundário realizam os exames entre 16 e 23 de Junho, enquanto os estudantes do básico efectuam as provas entre 19 e 22 de Junho.
Além disso, os estudantes devem ainda, na véspera, imprimir o calendário de exames e verificar se têm todo o material necessário à realização da prova.
As recomendações incluem ainda, o preenchimento de forma clara, completa e legível do cabeçalho das folhas de resposta e a leitura cuidadosa de toda a prova antes de começar a resposta às questões.
Outra medida passa por confrontar a dificuldade dos itens com a cotação máxima. Assim, se uma questão valer, por exemplo, cinco pontos em 200, «não é sensato perder tempo além de um limite razoável».
Reler o enunciado para ter a certeza da compreensão do que é pedido, fazer uma caligrafia bem legível, respeitando os espaços entre palavras, para tornar a leitura fácil, e usar de forma diferenciada letras minúsculas e maiúsculas são outros conselhos transmitidos.
Controlar o tempo decorrido para o aluno ter a noção se está atrasado ou adiantado e verificar se estão a ser cumpridas todas as instruções e se não existe mais do que uma resposta ao mesmo item, é uma instrução a ter em conta.
Antes de entregar a prova, o aluno deve lê-la cuidadosamente.
Os critérios de classificação serão publicados nas 24 horas seguintes ao exame e poderão ser consultados.
O Gave recomenda aos alunos que, até à realização dos exames, consultem a sua página na Internet.
A partir de terça-feira, 253.837 alunos deverão realizar os exames nacionais, 156.860 do secundário e 96.977 do básico.
Os alunos do secundário realizam os exames entre 16 e 23 de Junho, enquanto os estudantes do básico efectuam as provas entre 19 e 22 de Junho.
A propósito dos exames nacionais... ficam aqui alguns conselhos, que encontrei no blogue do professor Nuno Sousa e que adaptei e actualizei.
Entre o fim das aulas e os exames
Os dias entre o fim das aulas e os exames podem ser importantes na preparação das provas.
Seguem-se alguns conselhos sobre a forma de gerires este tempo:
· Elabora um horário de revisões rigoroso: divide o tempo que tens disponível pelas várias disciplinas.
. Muitas vezes os alunos dedicam a maior parte do tempo para preparar o 1º exame e depois não têm tempo de rever a matéria das restantes disciplinas.
· Regista o horário das revisões numa folha distribuindo o tempo de acordo com as tuas dificuldades: dedica mais tempo às disciplinas em que estás menos preparado.
· Podes dividir os teus tempos de estudo em períodos de cerca de 50 minutos aos quais se devem seguir 10 minutos de intervalo. Atenção ao intervalo: não o prolongues para além do previsto.
· As revisões devem ser feitas a partir dos apontamentos que organizaste ao longo do ano. Ordena os teus apontamentos e resumos por disciplina para os poderes consultar facilmente. Se tiveres alguma dúvida consulta o teu manual.
· Revê as provas-modelo e os exames que sairam nos anos anteriores. As provas que irás fazer serão muito semelhantes. Procura resolvê-las no tempo previsto.
· Não estudes à noite até muito tarde. A partir de determinada hora o teu trabalho já não rende e se crias o hábito de adormeceres tarde, não vais conseguir adormecer cedo na véspera das provas. Deves dormir cerca de 8/9 horas por noite.
· Organiza o espaço em que vais estudar retirando todos os materiais que te possam distrair. Depois de uma sessão de estudo deixa a secretária bem arrumada - custar-te-á menos recomeçar o teu trabalho. Procura trabalhar num ambiente sossegado sem a TV ligada ! Retira o teu telemóvel do lugar onde estás a estudar. Leres e enviares mensagens durante o teu estudo impede-te a concentração. Aproveita os intervalos !
· Planifica com antecedência as provas que deixas para a 2ª chamada. Se não o fizeres, podes, sob o efeito do stress, deixares mais disciplinas do que o que é aconselhável.
Os dias entre o fim das aulas e os exames podem ser importantes na preparação das provas.
Seguem-se alguns conselhos sobre a forma de gerires este tempo:
· Elabora um horário de revisões rigoroso: divide o tempo que tens disponível pelas várias disciplinas.
. Muitas vezes os alunos dedicam a maior parte do tempo para preparar o 1º exame e depois não têm tempo de rever a matéria das restantes disciplinas.
· Regista o horário das revisões numa folha distribuindo o tempo de acordo com as tuas dificuldades: dedica mais tempo às disciplinas em que estás menos preparado.
· Podes dividir os teus tempos de estudo em períodos de cerca de 50 minutos aos quais se devem seguir 10 minutos de intervalo. Atenção ao intervalo: não o prolongues para além do previsto.
· As revisões devem ser feitas a partir dos apontamentos que organizaste ao longo do ano. Ordena os teus apontamentos e resumos por disciplina para os poderes consultar facilmente. Se tiveres alguma dúvida consulta o teu manual.
· Revê as provas-modelo e os exames que sairam nos anos anteriores. As provas que irás fazer serão muito semelhantes. Procura resolvê-las no tempo previsto.
· Não estudes à noite até muito tarde. A partir de determinada hora o teu trabalho já não rende e se crias o hábito de adormeceres tarde, não vais conseguir adormecer cedo na véspera das provas. Deves dormir cerca de 8/9 horas por noite.
· Organiza o espaço em que vais estudar retirando todos os materiais que te possam distrair. Depois de uma sessão de estudo deixa a secretária bem arrumada - custar-te-á menos recomeçar o teu trabalho. Procura trabalhar num ambiente sossegado sem a TV ligada ! Retira o teu telemóvel do lugar onde estás a estudar. Leres e enviares mensagens durante o teu estudo impede-te a concentração. Aproveita os intervalos !
· Planifica com antecedência as provas que deixas para a 2ª chamada. Se não o fizeres, podes, sob o efeito do stress, deixares mais disciplinas do que o que é aconselhável.
Conselhos úteis:
· Informa-te junto dos teus professores sobre o tipo de material que podes levar para exame (dicionários, calculadora, etc.)
· Informa-te com antecedência em que salas fazes os exames. No dia das provas, dirige-te com tempo para a sala onde vais fazer o exame.
O que tens de levar para os exames:
· B.I. ou outro documento identificativo que o substitua.
· 2 esferográficas da mesma cor. Uma pode falhar.
· Lápis e borracha para fazeres rascunhos ou tirares notas no enunciado
. calculadora adequada (só para certos testes, nomeadamente o de Geografia A)
· Relógio para controlar o tempo
· Lenços de papel: são sempre úteis !
· Relógio para controlar o tempo
· Lenços de papel: são sempre úteis !
Lembra-te que:
· Só podes escrever o teu nome na parte destacável do cabeçalho. Se o fizeres noutro local a tua prova será anulada.
· Só podes utilizar caneta ou esferográfica de tinta azul ou preta. Não se pode utilizar verniz corrector.
· Não podes consultar copianços nem copiar pelos colegas. A tua prova será anulada no caso de seres apanhado em falta. E lembra-te: só a tentativa de copiar cria uma situação de stress tão grande que pode comprometer o teu desempenho.
· Controla bem o teu tempo.
· Reserva algum tempo para releres a prova; assegura-te que respondeste a todas as questões.
. No caso da prova ter versões diferentes deves indicar na folha de respostas, em local próprio, a versão do teu enunciado.
. Deves também indicar na folha de respostas o número de folhas que utilizaste.
Depois dos exames:
· Quando conheceres a avaliação dos teus exames podes ser surpreendido por uma classificação mais baixa do que a que previste. Podes então pedir para consultar a prova: dirige-te à Secretaria e faz o respectivo requerimento até dois dias úteis a partir da data da afixação dos resultados do exame. Quando receberes a fotocópia do teu exame (geralmente 2 dias úteis depois) compara as tuas respostas com os critérios de classificação que te serão entregues. Se consideras que a tua prova merece uma classificação mais alta consulta o teu professor para poderes preparar a tua a alegação e pedires a reapreciação da classificação. Se o fizeres terás que depositar 15 euros que te serão devolvidos no caso de a classificação ser superior à inicialmente atribuída.
· Se não concordares com o resultado da reapreciação ainda podes, no prazo de 2 dias úteis, fazer uma reclamação. (para saberes mais sobre o processo de repreciação de exames cliquem aqui)
Fonte: http://diversas.blogspot.com/2005/06/conselhos-para-os-exames-adaptado-do.html
Depois dos exames:
· Quando conheceres a avaliação dos teus exames podes ser surpreendido por uma classificação mais baixa do que a que previste. Podes então pedir para consultar a prova: dirige-te à Secretaria e faz o respectivo requerimento até dois dias úteis a partir da data da afixação dos resultados do exame. Quando receberes a fotocópia do teu exame (geralmente 2 dias úteis depois) compara as tuas respostas com os critérios de classificação que te serão entregues. Se consideras que a tua prova merece uma classificação mais alta consulta o teu professor para poderes preparar a tua a alegação e pedires a reapreciação da classificação. Se o fizeres terás que depositar 15 euros que te serão devolvidos no caso de a classificação ser superior à inicialmente atribuída.
· Se não concordares com o resultado da reapreciação ainda podes, no prazo de 2 dias úteis, fazer uma reclamação. (para saberes mais sobre o processo de repreciação de exames cliquem aqui)
Fonte: http://diversas.blogspot.com/2005/06/conselhos-para-os-exames-adaptado-do.html
Desejo a todos os alunos boa sorte e excelentes resultados nos exames.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Cat Stevens - Father and Son
"Father and Son"(1970) é uma das canções mais carismáticas e bonitas de Cat Stevens, agora Yusuf Islam (desde que se converteu à religião muçulmana). Podem ver dois videoclips com a mesma canção: o primeiro com a versão original de 1970 e o segundo, já muito recente, com Cat Stevens já convertido ao islão, numa actuação ao vivo. Vale a pena ver, pois trata-se de uma das canções eternas da música pop/rock.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



