terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

24 - oitava temporada (estreia)


Uma boa notícia para quem gosta muito da série norte-americana "24": a RTP2 estreia amanhã, às 22:43h, a oitava temporada. Como devem saber, "24", é uma série de acção e suspense de grande intensidade, produzida e protagonizada por Kiefer Sutherland (Jack Bauer). Cada temporada tem 24 episódios (um por semana), cada um deles correspondendo a um hora de um dia. Ou seja, a história desenrola-se ao longo de um dia, como se fosse em tempo real. O tema central geralmente está relacionado com o terrorismo e em cada temporada há uma nova ameaça sobre a América. Como sempre, jack Bauer terá que lutar contro tudo e contra todos para proteger o país.

"24" é, sem dúvida, uma das minhas séries televisivas de culto (tal como era "ER - Serviço de Urgência", que terminou em Portugal na última sexta) e, dada a estrutura da série, não se deve perder nenhum episódio para podermos acompanhar passo a passo a evolução da acção, que é plena de suspense.

Todavia, é importante avisar a todos que a série é um pouco violenta, não sendo aconselhável a crianças e a pessoas mais sensíveis.

Fiquem com o trailer desta nova temporada.



Muddy Waters - Manish boy

Musicalmente continuamos em terras americanas. Hoje é a vez de Muddy Waters que foi considerado por muitos como um dos grandes músicos e cantores de "Blues"(o "pai do Chicago Blues"). Uma das suas canções que o celebrizou para a eternidade foi "Manish boy". O videoclip apresenta uma versão ao vivo de 1971.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Honestidade

Mostro-vos, de seguida, três pequenos vídeos da Fundação para uma Vida Melhor sobre um dos valores que deveriam ser considerados como dos mais importantes da Humanidade: a honestidade. Infelizmente, nos dias de hoje, a honestidade anda pelas "ruas da amargura".






Internet: alunos plagiam cada vez mais para trabalhos escolares


Eis um assunto que me preocupa imenso enquanto professor e que encontrei hoje no Público on line: as crianças e jovens recorrem cada vez mais à Internet para fazerem os trabalhos escolares. No entanto, o objectivo é sobretudo plagiar.

Muitos limitam-se a fazer o "Copy and Paste" de documentos disponíveis na internet, de uma forma acrítica, sem trabalhar o seu conteúdo, sem confirmar a veracidade das informações e sem fazer referência ao site consultado ou ao autor do trabalho.

Uma situação caricata e muito frequente nos trabalhos escolares é a entrega de trabalhos que resultam de impressões directas dos sites, muitos deles escritos em português do Brasil, contendo palavras e expressões muito próprias utilizadas naquele país e que não fazem sentido num trabalho feito em Portugal.

Plagiar é desonesto e pode ser considerado um crime.

Mas afinal, o que é um plágio ou plagiar?

"Plagiar é o acto de assinar ou apresentar uma obra intelectual de qualquer natureza (texto, música, obra pictórica, fotografia, obra audiovisual, etc) contendo partes de uma obra que pertença a outra pessoa sem colocar os créditos para o autor original. No acto de plágio, o plagiador apropria-se indevidamente da obra intelectual de outra pessoa, assumindo a autoria da mesma.

A origem etimológica da palavra demonstra a conotação de má intenção no acto de plagiar; o termo tem origem do latim plagiu que significa oblíquo, indirecto, astucioso. O plágio é considerado antiético (ou mesmo imoral) em várias culturas, e é qualificado como crime de violação de direito autoral em vários países".

(Fonte: Wikipédia)

Quando fizerem um trabalho de pesquisa procurem sempre ser triplamente honestos: com o autor das ideias que foram utilizadas no trabalho, com o professor e convosco próprios. Não vale tudo para se conseguir uma boa classificação num trabalho, até porque não é muito difícil ao professor detectar o plágio.

Para evitar acusação de plágio quando se utilizar parte de uma obra intelectual na criação de uma nova obra, recomenda-se colocar sempre créditos completos para o autor, através da identificação completa do autor e da sua obra (referência bibliográfica).

De seguida vejam a notícia do Público de hoje:


As crianças vão à Internet fazer pesquisa para o trabalho escolar e muitas vezes essa pesquisa é um plágio”, disse a investigadora Cristina Ponte, coordenadora do EU Kids Online Portugal, a propósito do Dia Europeu da Internet Segura, que se assinala amanhã.

Segundo Cristina Ponte, muitos estudantes pensam que fazer uma pesquisa é “escrever o tema no google, ver o que aparece”, fazer a impressão e entregar na escola, desconhecendo muitas vezes que estão a fazer um plágio. “Muitas crianças pensam que fazer pesquisa é ir à Internet, está aqui, corta, cola, imprime e já está”, disse, chamando a atenção para os “efeitos negativos na qualidade do conhecimento que se adquire”.

A investigadora da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa considerou que os pais devem intervir, perguntando aos filhos como estão a fazer o trabalho.

Cristina Ponte disse também que os professores na escola “devem contrariar este método”. A coordenadora do EU Kids Online Portugal, projeto que desde 2006 faz pesquisas a nível europeu sobre os usos da Internet, telemóvel e outras tecnologias em linha por parte das crianças, sublinhou que os pais portugueses “não têm ideia de tudo o que as crianças fazem na Internet”.

“Os pais portugueses vêem com muito entusiasmo o acesso dos filhos à Internet, porque consideram a Internet como meio de aprendizagem. Mas não têm ideia, até porque são pouco utilizadores, de tudo o que as crianças fazem na Internet”, acrescentou.

Segundo Cristina Ponte, “os pais dizem que os filhos utilizam a Internet para a preparação dos trabalhos da escola e para a comunicação com os colegas, mas quando se pergunta a uma criança o que faz com a Internet, vê-se que tem muito mais actividades” do que as enumeradas pelos pais.

Segundo o último Eurobarómetro, divulgado em Dezembro de 2008, um terço dos pais portugueses, com filhos entre os seis e os 16 anos, afirma que “não utiliza nada” a Internet, recordou.

A EU Kids Online está a actualmente a desenvolver uma investigação em 25 países europeus, entre os quais Portugal, sobre o uso de tecnologias digitais, experiências e preocupações sobre risco e segurança online dos filhos por parte dos pais.

A investigação, que deverá estar concluída no Verão, consiste num inquérito a mil crianças de cada país com idades entre os nove e os 16 anos e aos pais.

Fonte: http://www.publico.pt/Tecnologia/internet-alunos-plagiam-cada-vez-mais-para-trabalhos-escolares_1421717

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Hoje é transmitido o último episódio da última temporada (15ª) da série "ER - Serviço de Urgência"


Ao fim de 15 anos, termina hoje (no canal AXN, 21:30h), para meu grande desgosto, a série norte-americana "ER - Serviço de Urgência". Pode parecer um pouco melodramático da minha parte mas, na realidade, vou sentir muito a falta desta série com a qual me habituei a conviver há muitos anos, nos serões das sextas feiras. Foram 15 temporadas de grandes emoções, em que as personagens (médicos, enfermeiras e doentes) se tornaram tão familiares, como John Carter, Doug Ross, Mark Green, Greg Pratt, Kerry Weaver, Abby Lockhart, Nella Rasgotra, Elizabeth Corday, Archie Morris e tantos outros. É verdade que nas últimas temporadas a série já não tinha a mesma vitalidade e a mesma capacidade de nos surpreender como nas anteriores. Também é verdade que alguma das suas personagens mais carismáticas já não faziam parte da série, mas, mesmo assim, não deixava de ser uma série com muita qualidade e imprescindível.

A televisão vai ficar mais pobre sem ER. Enfim, vou ter que me habituar a viver sem esta série que, para mim, será sempre inesquecível. A minha vontade imediata é desatar a comprar os DVD's de todas as temporadas para que esta separação não seja tão difícil...


O vídeo que se segue mostra os últimos minutos deste último episódio.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Movimento emigratório actual comparado ao da década de 60


Mais uma notícia inquietante para o nosso país: a emigração portuguesa voltou a aumentar significativamente. Depois de um período relativamente longo (anos 80 e 90 do século XX) em que a emigração diminuiu e Portugal passou a ser um pais mais de imigrantes do que de emigrantes e que correspondeu a uma fase de desenvolvimento do país, voltamos a emigrar em força. O presidente da Comissão de Especialidade de Fluxos Migratórios, Manuel Beja, julga que é preciso recuar até à década de 1960 para encontrar uma vaga de emigração tão grande em Portugal. É mais um sinal da crise económica e social que o país atravessa e em que a taxa de desemprego continua a subir, atingindo nesta altura os 10,3%.

Vejam a notícia do Público on line de hoje:



"É plausível", admite João Peixoto, da Universidade Técnica de Lisboa. Jorge Malheiros, do Centro de Estudos Geográficos, acha que não.

Ninguém sabe ao certo quantas pessoas estão a virar as costas. Portugal, como quase todos os membros da UE, não faz inquérito de saída. A única hipótese é coligir a estatística dos países de destino, tarefa que o recém-criado Observatório de Emigração já iniciou. Mesmo assim, João Peixoto faz três ressalvas: as estatísticas tendem a não ser comparáveis; a recolha não distingue movimentos temporários de permanentes; e a oferta de emprego não é a que era antes da crise. Muito por força da livre circulação, a nova vaga está concentrada na UE, ou em territórios muito próximos, como a Suíça ou Andorra, nota a coordenadora do observatório, Filipa Pinho. Embora se desbrave caminho na Ásia e em África - com Angola à cabeça.

Manuel Beja dá o exemplo da Suíça. O contingente de cidadãos de nacionalidade portuguesa passou de 173.278 em 2004 para 196.186 em 2008. E, "no ano passado, entravam em média mil por mês". Paradigmático, para Filipa Pinho, é o caso de Espanha: o número de pessoas nascidas em Portugal a residir no país vizinho passou de 71 mil para 136 mil entre 2004 e 2008. Manter-se-á? A taxa de desemprego entre trabalhadores portugueses a residir em Espanha subiu de 4,7 por cento no final de 2007 para 21,89 por cento no final de 2009, revelou o INE espanhol. O exemplo do Reino Unido mostra outro aspecto: o número de nascidos em Portugal passou de 68 mil para 83 mil entre 2004 e 2008. A comunidade ultrapassa os 300 mil nas estimativas consulares de residentes de nacionalidade portuguesa. O que incluirá, atalha Jorge Malheiros, portugueses lusos, descendentes de emigrantes, ex-imigrantes e descendentes de ex-imigrantes.

A culpa não é só do desemprego, que já ultrapassa os 10 por cento, sublinha João Peixoto, que é também membro do Conselho Científico do Observatório da Emigração. Nos anos 90, Portugal vivia um período de crescimento e nem por isso deixou de ter emigração. A culpa é também do diferencial de rendimento entre os portugueses e os outros europeus. E de uma cultura de emigração.

Na década de 60 e na primeira metade de 70, chegavam a sair mais de 100 mil por ano. Por maior que seja a dimensão actual, para Malheiros, não faz sentido comparar. Não só por a geo- grafia da mobilidade ser outra. Também pela forma. As emigrações já não são longas ou definitivas, mas temporárias - por vezes mesmo pendulares: "Nos anos 60, na teoria, a emigração era muito regulada. Agora, as pessoas têm direito a procurar trabalho noutros países da UE. Muitas vezes, saem para prestar serviços específicos e de duração limitada - na construção civil, no turismo, na agricultura. O mercado é muito flexível."

Fonte: http://www.publico.pt/Sociedade/movimento-emigratorio-actual-comparado-ao-da-decada-de-60_1421033

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Dia Aberto da FDUP

Faculdade de Direito da Universidade do Porto



Na sequência da actividade desenvolvida na aula de hoje no 12ºI, em Geografia C, o Vasco enviou-me um mail dando notícia que no dia 14 de Março a Faculdade de Direito da Universidade do Porto vai organizar o "Dia Aberto da FDUP". No site da Faculdade encontrei a seguinte informação:


A Faculdade de Direito da Universidade do Porto, instituição ao serviço do ensino, da investigação, da cultura e da formação integral dos seus estudantes, retomará, este ano, a iniciativa "Dia Aberto da FDUP".

Esta iniciativa visa abrir a Faculdade à comunidade e dar a conhecer, a todos quantos o desejem, a formação ministrada pela instituição, as saídas profissionais das Licenciaturas em Direito e em Criminologia (esta, pioneira no nosso país), os projectos de investigação em curso e os equipamentos ao dispor da comunidade. Assim, no próximo dia 10 de Março de 2010 (4ª feira), a partir das 15h00, os estudantes dos 9º aos 12º anos de escolaridade são convidados a descobrir esta Instituição. Para além da visita às instalações, terá lugar uma pequena palestra sobre as temáticas acima referidas, com presença de alunos da FDUP e de vários profissionais ligados às múltiplas áreas de saídas do mercado de trabalho.

Mais informações poderão ser obtidas junto do Gabinete de Relações com o Exterior da FDUP: Dra. Manuela Santos / D.ª Susana Silva

Telf.: 22 204 16 74/73

E-mail: https://sigarra.up.pt/fdup/manuela@direito.up.pt


Já agora, gostaram do encontro que tiveram com os meus ex-alunos Vasco e Ricardo?

Vem aí uma geração de rapazes frustrados


A propósito do tema apresentado pela Cátia do 12ºI na aula de Geografia C, deixo-vos o link ao artigo do jornal Público sobre o facto de em quase todos os países ocidentais, os rapazes abandonarem cada vez mais o ensino no final da escolaridade obrigatória e que podermos estar a criar (ou já criámos?) uma geração de excluídos e uma nova classe baixa - a dos homens. O artigo é um pouco longo mas talvez valha a pena lê-lo.

Fica, então, o desafio: será que estamos mesmo a criar uma geração de excluídos e uma nova classe baixa constituída pelos homens?


Fonte: http://jornal.publico.clix.pt/noticia/27-01-2010/vem-ai--uma-geracao-de-rapazes-frustrados-18656888.htm

China faz duras advertências aos EUA sobre Tibete e Taiwan

Dalai Lama, líder espiritual do Tibete, território anexado pela China
As relações entre os EUA e a China já tiveram melhores dias. A China advertiu nesta terça-feira que um encontro entre o presidente americano Barack Obama e o Dalai Lama prejudicará as relações bilaterais e ameaçou adotar represálias após a decisão de Washington de vender armas a Taiwan, em um novo episódio da escalada da tensão entre as duas grandes potências mundiais.

O que é que será de esperar desta nova tensão entre os dois gigantes mundiais?

Vejam a notícia da AFP de hoje:


Além do Tibete, existem ainda a questão de venda de armas americanas a Taiwan e o caso da censura denunciada pelo Google. Os problemas se multiplicam e ofuscam as relações entre os dois países, numa escalada de conflitos ainda moderada, segundo os analistas.

"Nós opomo-nos com firmeza a tal encontro", declarou à imprensa Zhu Weiqun, alto funcionário do Partido Comunista, numa referência à visita de 10 dias aos Estados Unidos que o Dalai Lama iniciará em Washington a partir de 16 de fevereiro.

Em Dharamsala (norte da Índia), o governo tibetano no exílio declarou que "não há motivos" para que Obama tema uma possível reunião.

No momentos em que as relações China-EUA atravessam um período de turbulências, Zhu Weiqun declarou que um encontro Obama-Dalai Lama "prejudicaria seriamente as bases políticas das relações".

"Se o presidente americano escolher este momento para receber o Dalai Lama, isto ameaçará com certeza a confiança e a cooperação entre China e Estados Unidos", disse o director do Departamento do Trabalho da Frente Unida, responsável pelas negociações com os tibetanos.

A China protesta em todas as ocasiões em que está prevista uma reunião entre o líder religioso tibetano, a quem acusa de separatismo, e líderes estrangeiros.

Oficialmente não foi confirmada uma reunião de Obama com o Dalai Lama, mas o presidente verá o dirigente tibetano "no momento oportuno", segundo fontes do governo americano.

O governo tibetano no exílio rebateu as ameaças de Pequim a Washington.

"Do nosso ponto de vista, temos o sentimento de que o papel dos Estados Unidos é facilitar um diálogo justo e honesto entre os emissários do Dalai Lama e o governo chinês", declarou à AFP o porta-voz do governo tibetano no exílio, Thubten Samphel.

"Os Estados Unidos apoiam o ponto de vista do Dalai Lama, que considera que a questão do Tibete deve ser resolvida dentro da Constituição chinesa", acrescentou Samphel.

"Não há, portanto, razões que sustentem o argumento chinês de que tal encontro prejudicaria as relaçõnes entre China e Estados Unidos".

Em Pequim, Zhu ressaltou que o diálogo de Pequim com os representantes do Dalai Lama, na semana passada, evidenciou as profundas divergências entre as duas partes a respeito do estatuto do Tibete.

O governo chinês informou na segunda-feira ter repetido aos representantes do Dalai Lama que rejeita qualquer concessão sobre a soberania chinesa do Tibete.

"Os interesses nacionais são invioláveis e não há espaço para discussões sobre as questões de soberania nacional e territorial", afirmou o governo em um comunicado oficial.

Nesta terça-feira, Zhu Weiqun destacou que "as relações entre o governo chinês e o Dalai Lama fazem parte totalmente dos assuntos internos chineses".

"Opomo-nos a qualquer tentativa estrangeira de interferência nos assuntos internos da China sob pretexto do Dalai Lama", disse.

A advertência foi feita depois da China ter denunciado a venda de armas americanas a Taiwan, classificando a mesma de "interferência grosseira" dos Estados Unidos nos temas internos chineses.

Depois do anúncio na sexta-feira de um contrato de mais 6,4 bilhões de dólares de vendas de armamentos americanos à ilha, o governo chinês suspendeu imediatamente os intercâmbios militares com os Estados Unidos e anunciou sanções.

Em Singapura, Bruce Lekmim, vice-subsecretário da Força Aérea Americana, afirmou que a China teve uma reacção infeliz.

Lekmin descartou que os Estados Unidos recuem na decisão de vender armas a Taiwan, a ilha nacionalista considerada pela China comunista uma de suas províncias, mas que desde 1949 vive separada de facto da autoridade de Pequim.
(AFP)

Fonte: http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5hO4DsRE2AMyMfp5r1Mucb_GjX2Og

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Louis Armstrong - What a Wonderful World

Neste mês de Fevereiro, continuamos musicalmente com o ciclo que designei por "Sons da América". Hoje ficamos com uma das vozes mais inconfundíveis do Jazz norte-americano: Louis Armstrong e o seu clássico "What a Wonderful World" . Para mim, é, sem dúvida, umas das canções mais bonitas de sempre.

4G: a revolucão dos telemóveis


A rede 4G permite navegar a uma velocidade 100 vezes superior à da 3G


Está quase a chegar a nova sensação tecnológica que promete revolucionar as comunicações móveis. A 4ª geração de telemóveis vai ficar ao alcance dos consumidores nos próximos tempos.vejam a notícia do JN on line publicada hoje:



A tecnologia 4G transformará os telemóveis em autênticos computadores sem fios. A informação vai passar a estar ainda mais acessível através de uma rede de internet aberta, sem fios, que ultrapassa até cem vezes a rede da 3ª geração.

Daqui resulta que as velocidades de transferência de conteúdos serão muito superiores. Os utilizadores terão mais acesso a mais conteúdos, através de melhores suportes.

Também será possível incluir novas funcionalidades e novidades, actualizando permanentemente os aparelhos, sem que para isso seja necessário adquirir um novo telemóvel.

O investimento das grandes operadoras já ultrapassa os milhões. Nos EUA, a operadora Verizon prepara-se para o lançamento comercial em 2011, uma vez que a respectiva rede de 4ª geração se encontrará operacional ainda este ano. A AT&T, operadora responsável pelo serviço de internet 3G do aclamado iPad tablet, vai também investir na nova rede de telecomunicações.

A empresa norte-americana Sprint lançou o telemóvel Overdrive na véspera da CES 2010, a maior montra para as novidades da electrónica. Este aparelho suporta a rede 4G.

Em Portugal, a wTVision, empresa fornacedora de tecnologia e serviços na área do infografismo, já está a ponderar a sua entrada no mercado do 4G. A tecnologia permite fazer chegar novos conteúdos a novos públicos e a empresa pretende tirar partido disto mesmo.

Através do 4G será possível produzir televisão num novo formato, “democratizando uma produção que tem actualmente custos exorbitantes”, afirmou o director técnico da wTVision, Alexandre Fraser, em declarações à agência Lusa.

A revolução das redes móveis

Quando a revolução tecnológica "se deu a nível da fibra e do cabo, surgiu o Meo, porque está ao alcance da Internet fixa transmitir vídeo com alta definição por uma linha de Internet".

"Na quarta geração, a revolução que se deu na rede fixa vai acontecer na rede móvel. É perfeitamente viável que passemos a ter um operador de televisão totalmente móvel e uma nova concorrência do Meo e da Zon, baseada num circuito puramente wireless [sem fios]", avança.

A União Europeia está a aplicar, desde o início de janeiro, 18 milhões de euros suplementares na investigação das redes móveis 4G, capazes de permitir à Internet móvel velocidades até cem vezes superiores à das redes 3G, ou seja, cerca de um gigabit (mil megabits) por segundo.

Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=1483952

Vejam agora um vídeo aluso ao 4G

sábado, 30 de janeiro de 2010

Exames e Provas de Aferição - prazos de inscrição e calendário


O Ministério da Educação já definiu os prazos para inscrição nas provas de exame nacionais, exames e provas de equivalência à frequência, bem como o calendário para a realização dos exames nacionais, dos ensinos básico e secundário, no ano lectivo de 2009/2010.

Prazos de inscrição nos exames do ensino básico

Os alunos do 9.º ano são automaticamente inscritos nos exames nacionais de Língua Portuguesa e de Matemática pelos serviços de administração escolar.

Para os alunos autopropostos, a inscrição nos exames nacionais de Língua Portuguesa e de Matemática do 9.º ano e nos exames de equivalência à frequência do 3.º ciclo decorre de 22 de Fevereiro a 3 de Março.

Devem inscrever-se dentro do mesmo prazo os alunos dos cursos de educação e formação, dos percursos curriculares alternativos e outros que, estando dispensados dos exames, pretendam prosseguir estudos nos cursos científico-humanísticos, bem como os alunos do 2.º ciclo, fora da escolaridade obrigatória (18 anos), como autopropostos, nos exames de equivalência à frequência.

Os alunos dos 8.º e 9.º anos que tenham iniciado o ano lectivo de 2009/2010 com 15 ou mais anos, que anulem a matrícula após 3 de Março, inscrevem-se nos dois dias úteis a seguir à data da anulação.

Os alunos dos 8.º e 9.º anos que completem 15 anos até 31 de Agosto de 2010, reprovem na avaliação sumativa final e se candidatem aos exames como autopropostos inscrevem-se no dia útil a seguir ao da afixação das pautas de avaliação do 3.º período.

A inscrição para a época de Setembro nos exames de equivalência à frequência dos alunos autopropostos dos 2.º e 3.º ciclos que, tendo realizado os exames na fase de Junho, não concluíram o ciclo de estudos decorre de 16 a 20 de Julho, desde que a sua realização lhes permita a certificação da conclusão do ciclo.

Calendário dos exames do ensino básico

Os exames nacionais do 3.º ciclo realizam-se numa fase única com duas chamadas. Na primeira chamada, que é obrigatória, o exame de Língua Portuguesa realiza-se no dia 16 de Junho, e o de Matemática, no dia 18 de Junho. Na segunda chamada, destinada a situações excepcionais, estes exames realizam-se, respectivamente, nos dias 23 e 25 de Junho.

A primeira chamada do exame de Português Língua não Materna - nível iniciação e nível intermédio, destinada a avaliar os alunos de acordo com o seu nível de proficiência linguística, realiza-se no dia 16 de Junho, e a segunda chamada, no dia 14 de Julho.

Os exames de equivalência à frequência dos 2.º e 3.º ciclos realizam-se em Junho e em Setembro, com uma só chamada, que decorre entre 16 de Junho e 2 de Julho para o 3.º ciclo; 25 de Junho e 7 de Julho para o 2.º ciclo; 1 e 7 de Setembro para os 2.º e 3.º ciclos.

As pautas referentes às classificações da primeira e da segunda chamada dos exames nacionais de Língua Portuguesa e de Matemática são afixadas a 13 de Julho.

As pautas relativas às classificações dos exames de equivalência às restantes disciplinas devem ser afixadas até ao dia 14 de Julho, sendo as da segunda fase divulgadas até ao dia 13 de Setembro.

Prazos de inscrição nos exames nacionais e nas provas de equivalência à frequência do ensino secundário

Os prazos de inscrição para admissão à primeira fase dos exames nacionais do ensino secundário decorrem nos seguintes períodos: o prazo normal, de 22 de Fevereiro a 3 de Março; o prazo suplementar, a 4 e 5 de Março. As inscrições para a segunda fase dos exames decorrem a 9 e a 12 de Julho.

A inscrição nas provas de equivalência à frequência decorre nos mesmos prazos, com excepção dos alunos que anularem a matrícula até ao 5.º dia de aulas do 3.º período, que ocorrerá nos termos do regulamento de exames, a divulgar oportunamente.

Calendário dos exames nacionais e das provas de equivalência à frequência do ensino secundário

A primeira fase dos exames nacionais das disciplinas dos cursos do ensino secundário decorre de 16 a 23 de Junho. A segunda fase decorre de 14 a 19 de Julho.

As provas de equivalência à frequência, a realizar em chamada única, devem ter estes prazos como referência.

As pautas referentes à primeira fase dos exames e das provas de equivalência à frequência do ensino secundário são afixadas no dia 8 de Julho, sendo as da segunda fase divulgadas no dia 30 de Julho.

Os resultados dos processos de reapreciação das provas e dos exames são afixados, para a primeira fase, em 12 de Agosto e, para a segunda fase, em 30 de Agosto.

Para mais informações, consultar o despacho publicado no Diário da República.

Os exames de Geografia A têm o seguinte calendário: 1ªfase: 22 de Junho, às 9h; 2º Fase: 15 de Julho, às 9h.

Fonte: http://www.min-edu.pt/np3/np3/4567.html

Eagles - New Kid in Town

Os Eagles, um dos grupos míticos norte-americanos que tiveram maior projecção nos anos 70, regressam ao blogue com uma das suas canções mais conhecidas "New Kid in Town", do álbum "Hotel Califórnia" de 1976.

Alta velocidade em diferentes países do Mundo

O vídeo que se segue mostra projectos de redes de caminho-de-ferro de alta velocidade em diversos países do Mundo.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

O labiríntico tarifário da CP Comboios


A notícia do Publico que se segue faz doer a alma a quem, como eu, tem uma grande paixão pelos comboios. Desde muito pequeno que sinto um grande interesse pelos comboios. Tudo começou com o fascínio pelas miniaturas; mais tarde, a paixão levou-me a viajar pela maior parte da Europa com o cartão "InterRail".

Infelizmente, a rede de caminho-de-ferro portuguesa pouco evoluiu nas últimas décadas, tendo-se verificado um grande desleixo neste sector em detrimento do transporte rodoviário, onde foram feitos elevados investimentos em auto-estradas e vias-rápidas. À excepção da electrificação de algumas linhas, a modernização dos transportes suburbanos e a introdução do comboio pendular na linha do Norte, pouco mais se fez em diversas décadas. Comboios antigos, lentos e desconfortáveis e linhas-férreas obsoletas são a realidade que se verifica na maior parte do país. Para além disso, muitas linhas foram suspensas ou mesmo abandonadas, deixando muitas regiões, principalmente do interior, fora da rede ferroviária nacional.

Para agravar a situação, a divisão da CP em quatro unidades de serviço de um modo completamente desarticulado está a tornar as viagens de comboio num grande problema, gerando situações completamente absurdas, nomeadamente nos preços dos bilhetes e nos horários.

Par compreenderem melhor o que se está a passar vejam a notícia do Público de 24 de Janeiro:


Viajar de comboio pelo país pode dar muito trabalho e a culpa é da manta de retalhos em que a transportadora ferroviária se transformou. CP Lisboa, CP Porto, CP Regional e CP Longo Curso trabalham com tarifários e horários que nem sempre são integrados. Imaginámos diferentes viagens para mostrar as dificuldades dos passageiros.

O senhor Manuel foi emigrante e quis reviver com a neta a viagem de dez horas que fez do Bombarral para Vilar Formoso, quando tentou o "salto" para a França em 1968. Pensando que hoje a coisa era mais rápida, nem consultou horários e apresentou-se na estação do Bombarral para o comboio das oito da manhã.

Aventurou-se e demorou 14 horas. A viagem que, 40 anos antes, realizara com um único transbordo teve de ser feita agora com - pasme-se! - cinco comboios.

Eis a aventura: primeiro, um comboio para as Caldas da Rainha, onde mudou para outra composição que o deixou no meio dos arrozais do Mondego num apeadeiro chamado Bifurcação de Lares. Ali apanhou um suburbano vindo da Figueira da Foz para Coimbra e depois outro comboio para a Guarda onde, pela última vez, mudou para o regional para Vilar Formoso. E, como se não bastasse o tempo de viagem e os transbordos, o bilhete vendido pela CP foi mais caro, porque resultou do somatório de todas estas viagens: 23,65 euros. Mais do que os 20 euros de uma viagem de Lisboa para Vilar Formoso em comboio directo. Ou seja: na CP viajar 220 quilómetros em vários regionais (por falta de alternativa) é mais dispendioso do que uma viagem directa de 434 quilómetros.

O senhor Silva vive em Queluz e quis visitar um colega em Torres Vedras. Há anos que não viajava de comboio em Portugal, mas pareceu-lhe esta a melhor opção, já que a tinha logo ali, bem perto de casa. A primeira surpresa foi logo na estação de Queluz. Que não podia comprar um bilhete directo para Torres, dizem-lhe na bilheteira. Que desembolsasse primeiro 1,20 euros até ao Cacém e que comprasse lá o bilhete para o outro comboio (mais 3,15 euros) para Torres Vedras.

Mas afinal isto é só uma viagem de 50 quilómetros, pensou. Era seu desejo comprar o bilhete de ida e volta, mas lá teve de adquirir novo título para o seu destino. Já no regresso perguntou se lhe podiam vender os dois bilhetes em Torres Vedras, mas o ferroviário perguntou-lhe para quê, se podia vender um único bilhete directo. O senhor Silva espantou-se: para a ida teve de comprar dois bilhetes, mas para a volta já podia fazer a viagem com um só?

Que confusão. Como se não bastasse demorar uma hora e meia para fazer 50 quilómetros a passo de caracol, ainda teve de ouvir uma explicação sobre as "unidades de negócio" da CP. Que ali em Torres, aquilo era a CP Regional, mas que em Queluz era a CP Lisboa.

E é esta a história que teria para contar, se o senhor Silva existisse. A personagem, como todas as que viajam em comboio neste texto, não é real. Ao contrário da esquizofrenia a que os passageiros da CP estão sujeitos, que é bem real e a razão destas viagens que imaginámos.

O casal Gonçalves vive em Lisboa e resolveu passar o fim-de-semana em Beja. Optou pelo comboio. De Entrecampos ao destino foram só 2h10 de viagem, num Intercidades ao preço de 11,50 euros por pessoa. Mas já o regresso foi uma verdadeira surpresa: uma automotora desconfortável a tremelicar pela planície até Casa Branca, onde o casal apanhou, aliviado, o Intercidades vindo de Évora para Lisboa. Ao todo demorou mais tempo do que na ida, viajou num comboio de categoria inferior e teve um transbordo. Por isso pagou 14,40 euros, ou seja, mais 2,90 euros do que na ida.

Tarifa não quilométrica

A Rute, que queria ir de Coimbra ao Porto, também se surpreendeu quando o revisor do comboio regional lhe pediu mais 3,50 euros para revalidar o bilhete. A Rute estava em Coimbra e o Alfa Pendular estava atrasado devido a um problema com um passageiro. Encontrou uma amiga que ia apanhar o regional para Aveiro e nem pensou duas vezes, julgando que o seu bilhete era mais do que suficiente para viajar no vagaroso regional até à Invicta. Na Suíça, um país com a dimensão de Portugal onde estivera, podia-se apanhar um comboio a qualquer hora porque as tarifas são quilométricas e não é preciso marcação de lugar. Mas não. Na CP um bilhete de 15 euros não permite viajar num comboio onde só se paga 8,10 euros.

Também o Vítor ficou espantado quando descobriu que para viajar de Guimarães para Lisboa pagaria 21,65 euros, quando em sentido contrário tinha pago 20,50 euros. Com a diferença de que agora tinha de apanhar um comboio que parava em todo o lado até Campanhã e demorava mais uma hora na vinda no que na ida. E o João, que queria ir de Estarreja para Azambuja (ambas estações da linha do Norte), teve de se aventurar em três comboios porque, apesar de viajar no principal eixo ferroviário do país, não tinha ligações directas.

Paremos então com as personagens fictícias com dificuldades que qualquer passageiro real pode sentir e passemos ao mundo que existe. Viajar de comboio pelo país pode dar muito trabalho e a culpa é da manta de retalhos em que a transportadora ferroviária de Portugal se transformou, quando foi dividida em quatro unidades de negócio - CP Lisboa, CP Porto, CP Regional e CP Longo Curso. Há bilheteiras diferentes nas estações e os gabinetes de apoio ao cliente rejeitam reclamações ou pedidos de informação que não sejam da sua unidade de negócios.

"A lógica da CP em unidades de negócios era no sentido da privatização. Essa situação originou que as unidades trabalhassem de forma autónoma e as forças integradoras não conseguiram vencer essa força autónoma", diz o presidente da CP, Cardoso dos Reis.

A verdade é que cada unidade de negócios funciona como uma "mini CP" e tem a sua própria frota de material circulante e quadro de pessoal (maquinistas e revisores). José Rafael Nascimento, professor de Marketing no Instituto Superior de Comunicação Empresarial, diz que estas situações vividas pelos passageiros da CP contrariam o paradigma da conveniência, em que as empresas procuram prestar serviços completos e integrados aos seus clientes, o que não é o caso do transporte ferroviário em Portugal, com um tarifário incompreensível e uma exploração baseada em percursos.

Incompreensível? Há razões - às quais os clientes da CP são alheios - que podem explicar esta forma de gestão. A transportadora pública, ao contrário do que acontece com as suas congéneres europeias, não tem um contrato de prestação de serviços com o Estado. Em cada ano, o governo atribui verbas residuais a título de indemnizações compensatórias para a empresa. Como o serviço regional é o que dá mais prejuízo, a CP prefere vender percursos a aplicar uma tarifação quilométrica, mais justa e mais compreensível para os passageiros. É por isso que uma viagem com diversos transbordos (e são tantos num país tão pequeno como Portugal) um cliente da CP está a pagar uma nova viagem sempre que muda de um comboio para outro. Desde Dezembro de 2009, por exemplo, a CP acabou com os comboios directos desde o Barreiro para o Algarve e obriga os passageiros a apanhar duas composições e a pagar mais caro.

Algo que, como refere Nélson Oliveira, engenheiro com pós-graduação em caminhos-de-ferro, "não acontece noutras redes estrangeiras de referência [SNCF em França, RENFE em Espanha, DB na Alemanha e Trenitália] onde os horários dos comboios mais lentos são conjugados com os dos rápidos para assegurar a função de recolectores e distribuidores".

Para este especialista, também presidente da Associação Portuguesa dos Amigos dos Caminhos de Ferro, "as unidades de negócios centram-se na procura dos melhores resultados financeiros, o que nem sempre resulta em favor de um melhor serviço, pois numa exploração conjunta os benefícios de uns compensavam os prejuízos de outros". Um exemplo: como os regionais dão prejuízo, cada vez há menos oferta, "mas se os horários destes fossem conjugados com os dos comboios rápidos, como eram dantes, os regionais traziam passageiros para os serviços de longo curso, e o prejuízo era compensado".

Fonte: http://jornal.publico.clix.pt/noticia/24-01-2010/o-labirintico-tarifario-da-cpcomboios-18640942.htm

Neil Young - Heart of Gold / My My Hey Hey

Para compensar a sua ausência no videoclip anterior, este momento musical é dedicado ao músico e cantor norte-americano Neil Young, em duas actuações a solo, interpretando dois dos seus maiores êxitos: Heart of Gold e My My Hey Hey - Rock and Roll never die.

Heart of Gold


"Heart Of Gold"

I want to live,
I want to give
I've been a miner
for a heart of gold.
It's these expressions
I never give
That keep me searching
for a heart of gold
And I'm getting old.
Keeps me searching
for a heart of gold
And I'm getting old.

I've been to Hollywood
I've been to Redwood
I crossed the ocean
for a heart of gold
I've been in my mind,
it's such a fine line
That keeps me searching
for a heart of gold
And I'm getting old.
Keeps me searching
for a heart of gold
And I'm getting old.

Keep me searching
for a heart of gold
You keep me searching
for a heart of gold
And I'm growing old.
I've been a miner
for a heart of gold.


My My, Hey Hey

Crosby Stills & Nash - Teach Your Children

Crosby Stills, Nash & Young é o nome de um grupo norte-americano criado em 1969 com músicos que tinham pertencido a bandas diferentes. A princípio a banda surgiu como um trio formado por David Crosby, Stephen Stills e Graham Nash. Mas o grupo desejou ter um quarto integrante e a primeira escolha, John Sebastian do Loving Spoonful, recusou o convite. Neil Young foi escolhido para ocupar o lugar antes oferecido a Sebastian e a tempo de participar no maior festival de rock de todos os tempos, o Woodstock.

O quarteto é conhecido por seus arranjos vocais contrastantes, letras bem elaboradas, estilo musical que varia entre o folk e pop melódico e relação de amor e ódio entre seus integrantes. Desde o seu surgimento a banda já se separou mais de três vezes, mas Crosby, Stills, Nash e Young sempre voltaram a tocar juntos, tanto é que estão em tournée até os dias de hoje, mas neste caso, sem a presença de Neil Young.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Crosby,_Stills_%26_Nash_(and_Young)


Fiquem com uma das canções mais famosas do grupo, a belíssima "Teach Your Children" do álbum "Deja Vu", de 1970. Infelizmente o vídeoclip não conta com a participação de Neil Young.


A Renault está a desenvolver novos carros eléctricos

Hoje apresento-vos, a partir de uma sugestão da Ana Rita Amaral do 12ºI, e em complemento à actividade desenvolvida na aula de hoje, um vídeo de um anúncio comercial da Renault Portugal, lançado no dia 1 de Janeiro de 2010, advertindo para problemas mundiais como o aquecimento global, dando a conhecer os novos veículos eléctricos da marca.

Ficamos, então, a aguardar, com alguma expectativa, o aparecimento dos novos carros eléctricos no mercado português.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Bob Seger - Against the Wind

Bob Seger é um cantor e compositor popular norte-americano. A década de 80 foi aquela em que ele se consagrou. Um de seus maiores sucessos foi a música "Against The Wind", de 1980, que interpretou com o seu grupo The Silver Bullet Band.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010