terça-feira, 21 de junho de 2011

Futura professora de Geografia?

Tem quase dois anos e deve ser uma das poucas americanas que sabe onde fica Portugal.

Na verdade, sabe tanto que até é impressionante! Mais uma vez este fenómeno só na América...

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Provas de aferição com quebra a Matemática e a Língua Portuguesa

 Fonte: Bartoon, in Público, 20 de Junho de 2011

Segundo uma notícia do jornal Público de 19 de Junho, as negativas continuaram a aumentar nas provas de aferição de Português e Matemática, realizadas pelos alunos dos 4.º e 6.º anos  neste ano lectivo. A prova de Matemática do 2.º ciclo registou 35,2 por cento de negativas, mais 12,2 do que no ano anterior. De acordo com o Ministério da Educação, a descida generalizada decorre "do nível de exigência superior ao dos anos anteriores".

Na prova de Língua Portuguesa do 1.º ciclo, o valor médio foi de 68,8 por cento, um por cento abaixo da prova anterior. A percentagem de alunos com negativa aumentou 3,9 por cento em relação a 2010, para 12,3 por cento. Na mesma prova, mas referente ao 2.º ciclo, o valor médio manteve-se nos 64,6 por cento, mas a percentagem de alunos com negativas aumentou 4,1 por cento, para 15,7.

A Matemática, as descidas foram mais expressivas: no 1.º ciclo, o valor médio baixou de 70,8 para 67,8 por cento. Aqui, houve 19,7 por cento de negativas, mais 8,6 por cento do que em 2010. Ainda na prova de Matemática, mas no 2.º ciclo, a nota média baixou de 61,7 para 58,0 por cento. No universo de 237 mil alunos que fizeram esta prova, 35,2 por cento tiraram negativa.

Fonte: http://www.publico.pt/

sexta-feira, 17 de junho de 2011

R.E.M. - Man On the Moon

The Man on the Moon, um tributo dos REM ao comediante norte-americano Andy Kaufman.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Eclipse Lunar

Ontem, 15 de Junho, ocorreu um dos eclipses lunares mais espectaculares que alguma vez pude observar. Como devem saber um eclipse lunar ocorre quando a Lua passa por trás da terra, para que a terra impeça a passagem dos raios do sol para a lua. Isso só pode ocorrer quando o Sol, a Terra e a Lua estão alinhados exactamente, com a Terra no meio.

Vejam um vídeo de Paulo Reis de Rio verde, Goiás, Brasil.

Cinzas do vulcão Puyehue poderão dar a volta ao mundo

Segundo o Público on line, as cinzas do vulcão Puyehue, em erupção no Chile há onze dias, deslocam-se a uma velocidade suficiente para poderem dar a volta ao mundo, acredita um especialista do Governo chileno. As perturbações no espaço aéreo podem durar meses.

Vejam a notícia publicada ontem:


Hoje, a coluna de cinzas expelida do vulcão atingiu uma altitude de nove quilómetros, “com um aspecto muito denso, de cor cinzento escura”, informa o Sernageomin – Serviço Nacional chileno de Geologia e Minas, em comunicado. A “instabilidade da actividade eruptiva possibilita a ocorrência de eventos explosivos maiores, com a consequente geração de fluxos piroclásticos igualmente maiores aos já ocorridos”, acrescenta. O Sernageomin não afasta a possibilidade de a erupção aumentar de intensidade.

Enrique Valdivieso, director do Sernageomin, acredita que as cinzas poderão dar a volta ao mundo, uma vez que se deslocam a “velocidades bastante altas e assim vão continuar”, cita hoje o jornal espanhol “El País”. O impacto no espaço aéreo deverá fazer-se sentir durante vários meses. Centenas de voos já foram cancelados, especialmente na Argentina e Uruguai mas também no Brasil – onde os aeroportos mais afectados são os de São Paulo e Rio de Janeiro -, Austrália e Nova Zelândia. “Não há sinais de que a situação vai mudar ou estabilizar a curto prazo”, disse Valdivieso à agência Reuters. “Estas cinzas finas poderão permanecer no ar durante meses. Se a coluna de cinzas continuar a atingir os nove quilómetros de altitude, pode espalhar-se facilmente. Quanto mais elevada ela chegar, mais área vai abranger”, acrescentou o especialista. Quanto às pessoas desalojadas no Chile, Valdivieso disse que não poderão regressar a casa enquanto não baixar a actividade sísmica registada, com pelo menos seis sismos por dia na zona do Puyehue. Ainda assim, as cinzas não terão substâncias prejudiciais à saúde, segundo a Comissão Nacional de Energia Atómica da Argentina. “A cinza é composta por silício, alumínio, potássio, cálcio, ferro, titânio, magnésio, sódio e uma pequena quantidade de cloro”, afirma a comissão, em comunicado, depois de análises às poeiras. “Não foi detectada a presença de substâncias que possam afectar a saúde, como o arsénio ou o enxofre”. A zona mais afectada pela actividade vulcânica do Puyehue é o Sul da Argentina. 


Segundo noticia o “El País”, cidades como Bariloche estão há quase onze dias cobertas por um manto cinzento e a chuva de cinzas invadiu rios e lagos, prejudicando a agricultura e pecuária. O vulcão Puyehue, com 2240   metros de altura, situa-se na cordilheira dos Andes. A sua última grande erupção aconteceu em 1960, depois do sismo de Valdivia, de magnitude 9,5 na escala de Richter. Morreram 5700 pessoas no Chile.

Fonte: http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1498792 

Vejam a fotogaleria do público on line em: http://static.publico.pt/docs/mundo/vulcoes/  

sábado, 11 de junho de 2011

Discurso de António Barreto, Presidente da Comissão Organizadora das Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

Nada é novo. Nunca! Já lá estivemos, já o vivemos e já conhecemos. Uma crise financeira, a falência das contas públicas, a despesa pública e privada, ambas excessivas, o desequilíbrio da balança comercial, o descontrolo da actividade do Estado, o pedido de ajuda externa, a intervenção estrangeira, a crise política e a crispação estéril dos dirigentes partidários. Portugal já passou por isso tudo. E recuperou. O nosso país pode ultrapassar, mais uma vez, as dificuldades actuais. Não é seguro que o faça. Mas é possível.

Tudo é novo. Sempre! Uma crise internacional inédita, um mundo globalizado, uma moeda comum a várias nações, um assustador défice da produção nacional, um insuportável grau de endividamento e a mais elevada taxa de desemprego da história. São factos novos que, em simultâneo, tornam tudo mais difícil, mas também podem contribuir para novas soluções. Não é certo que o novo enquadramento internacional ajude a resolver as nossas insuficiências. Mas é possível.

Novo é também o facto de alguns políticos não terem dado o exemplo do sacrifício que impõem aos cidadãos. A indisponibilidade para falarem uns com os outros, para dialogar, para encontrar denominadores comuns e chegar a compromissos contrasta com a facilidade e o oportunismo com que pedem aos cidadãos esforços excepcionais e renúncias a que muitos se recusam. A crispação política é tal que se fica com a impressão de que há partidos intrusos, ideias subversivas e opiniões condenáveis. O nosso Estado democrático, tão pesado, mas ao mesmo tempo tão frágil, refém de interesses particulares, nomeadamente partidários, parece conviver mal com a liberdade. Ora, é bom recordar que, em geral, as democracias, não são derrotadas, destroem-se a si próprias!

Há momentos, na história de um país, em que se exige uma especial relação política e afectiva entre o povo e os seus dirigentes. Em que é indispensável uma particular sintonia entre os cidadãos e os seus governantes. Em que é fundamental que haja um entendimento de princípio entre trabalhadores e patrões. Sem esta comunidade de cooperação e sem esta consciência do interesse comum nada é possível, nem sequer a liberdade.

Vivemos um desses momentos. Tudo deve ser feito para que estas condições de sobrevivência, porque é disso que se trata, estejam ao nosso alcance. Sem encenação medíocre e vazia, os políticos têm de falar uns com os outros, como alguns já não o fazem há muito. Os políticos devem respeitar os empresários e os trabalhadores, o que muitos parecem ter esquecido há algum tempo. Os políticos devem exprimir-se com verdade, princípio moral fundador da liberdade, o que infelizmente tem sido pouco habitual. Os políticos devem dar provas de honestidade e de cordialidade, condições para uma sociedade decente.

Vivemos os resultados de uma grave crise internacional. Sem dúvida. O nosso povo sofre o que outros povos, quase todos, sofrem. Com a agravante de uma crise política e institucional europeia que fere mais os países mais frágeis, como o nosso. Sentimos também, indiscutivelmente, os efeitos de longos anos de vida despreocupada e ilusória. Pagamos a factura que a miragem da abundância nos legou. Amargamos as sequelas de erros antigos que tornaram a economia portuguesa pouco competitiva e escassamente inovadora. Mas também sofremos as consequências da imprevidência das autoridades. Eis por que o apuramento de responsabilidades é indispensável, a fim de evitar novos erros.

Ao longo dos últimos meses, vivemos acontecimentos extraordinários que deixaram na população marcas de ansiedade. Uma sucessão de factos e decisões criou uma vaga de perplexidade. Há poucos dias, o povo falou. Fez a sua parte. Aos políticos cabe agora fazer a sua. Compete-lhes interpretar, não aproveitar. Exige-se-lhes que interpretem não só a expressão eleitoral do nosso povo, mas também e sobretudo os seus sentimentos e as suas aspirações. Pede-se-lhes que sejam capazes, como não o foram até agora, de dialogar e discutir entre si e de informar a população com verdade. Compete-lhes estabelecer objectivos, firmar um pacto com a sociedade, estimular o reconhecimento dos cidadãos nos seus dirigentes e orientar as energias necessárias à recuperação económica e à saúde financeira. Espera-se deles que saibam traduzir em razões públicas e conhecidas os objectivos das suas políticas. Deseja-se que percebam que vivemos um desses raros momentos históricos de aflição e de ansiedade colectiva em que é preciso estabelecer uma relação especial entre cidadãos e governantes. Os Portugueses, idosos e jovens, homens e mulheres, ricos e pobres, merecem ser tratados como cidadãos livres. Não apenas como contribuintes inesgotáveis ou eleitores resignados.É muito difícil, ao mesmo tempo, sanear as contas públicas, investir na economia e salvaguardar o Estado de protecção social. É quase impossível. Mas é possível. É muito difícil, em momentos de penúria, acudir à prioridade nacional, a reorganização da Justiça, e fazer com que os Juízes julguem prontamente, com independência, mas em obediência ao povo soberano e no respeito pelos cidadãos. É difícil. Mas é possível.

O esforço que é hoje pedido aos Portugueses é talvez ímpar na nossa história, pelo menos no último século. Por isso são necessários meios excepcionais que permitam que os cidadãos, em liberdade, saibam para quê e para quem trabalham. Sem respeito pelos empresários e pelos trabalhadores, não há saída nem solução. E sem participação dos cidadãos, nomeadamente das gerações mais novas, o esforço da comunidade nacional será inútil.

É muito difícil atrair os jovens à participação cívica e à vida política. É quase impossível. Mas é possível. Se os mais velhos perceberem que de nada serve intoxicar a juventude com as cartilhas habituais, nem acreditar que a escola a mudará, nem ainda pensar que uma imaginária "reforma de mentalidades" se encarregará disso. Se os dirigentes nacionais perceberem que são eles que estão errados, não as jovens gerações, às quais faltam oportunidades e horizontes. Se entenderem que o seu sistema político é obsoleto, que o seu sistema eleitoral é absurdo e que os seus métodos de representação estão caducos.

Como disse um grande jurista, “cada geração tem o direito de rever a Constituição”. As jovens gerações têm esse direito. Não é verdade que tudo dependa da Constituição. Nem que a sua revisão seja solução para a maior parte das nossas dificuldades. Mas a adequação, à sociedade presente, desta Constituição anacrónica, barroca e excessivamente programática afigura-se indispensável. Se tantos a invocam, se tantos a ela se referem, se tantos dela se queixam, é porque realmente está desajustada e corre o risco de ser factor de afastamento e de divisão. Ou então é letra morta, triste consolação. Uma nova Constituição, ou uma Constituição renovada, implica um novo sistema eleitoral, com o qual se estabeleçam condições de confiança, de lealdade e de responsabilidade, hoje pouco frequentes na nossa vida política. Uma nova Constituição implica um reexame das relações entre os grandes órgãos de soberania, actualmente de muito confusa configuração. Uma Constituição renovada permitirá pôr termo à permanente ameaça de governos minoritários e de Parlamentos instáveis. Uma Constituição renovada será ainda, finalmente, o ponto de partida para uma profunda reforma da Justiça portuguesa, que é actualmente uma das fontes de perigos maiores para a democracia. A liberdade necessita de Justiça, tanto quanto de eleições.Pobre país moreno e emigrante, poderás sair desta crise se souberes exigir dos teus dirigentes que falem verdade ao povo, não escondam os factos e a realidade, cumpram a sua palavra e não se percam em demagogia!

País europeu e antiquíssimo, serás capaz de te organizar para o futuro se trabalhares e fizeres sacrifícios, mas só se exigires que os teus dirigentes políticos, sociais e económicos façam o mesmo, trabalhem para o bem comum, falem uns com os outros, se entendam sobre o essencial e não tenham sempre à cabeça das prioridades os seus grupos e os seus adeptos.

País perene e errante, que viveste na Europa e fora dela, mas que à Europa regressaste, tens de te preparar para viver com metas difíceis de alcançar, apesar de assinadas pelo Estado e por três partidos, mas tens de evitar que a isso te obrigue um governo de fora.

País do sol e do Sul, tens de aprender a trabalhar melhor e a pensar mais nos teus filhos.

País desigual e contraditório, tens diante de ti a mais difícil das tarefas, a de conciliar a eficiência com a equidade, sem o que perderás a tua humanidade. Tarefa difícil. Mas possível.

António Barreto

Castelo Branco, 10 de Junho de 2011

sexta-feira, 10 de junho de 2011

segunda-feira, 30 de maio de 2011

A polémica das declarações de Marinho Pinto sobre as detenções dos jovens envolvidos no caso da agressão de uma menor

O assunto que trago hoje ao blogue tem a ver com a polémica instalada neste último fim-de-semana quando o bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, criticou a aplicação da prisão preventiva aos dois jovens envolvidos no caso de agressão de uma menor, considerando tratar-se de uma medida de um sistema judicial "da Idade Média".

Como é do conhecimento público, uma das agressoras da adolescente vítima de violência e o alegado autor de um vídeo que mostra as agressões na Internet ficaram em prisão preventiva.

O vídeo, que já foi retirado da página do Facebook, mostra duas jovens a agredirem uma terceira, de 13 anos, à chapada e ao pontapé perante a passividade de outros adolescentes.

A vítima chega mesmo a ser deitada ao chão e aí são-lhe dados pontapés em várias partes do corpo, incluindo na cabeça.

A agressora detida tem 16 anos, enquanto a outra tem 15, pelo que foi extraída certidão para ser enviada ao Tribunal de Família e Menores de Lisboa, para instauração de inquérito tutelar educativo.

A PSP efetuou na sexta-feira a detenção dos alegados autores do crime.

A propósito da prisão preventiva dos dois jovens, Marinho Pinto referiu o seguinte: "Veja-se o que ocorreu hoje ao decretarem a prisão preventiva a uma jovem de 16 anos por causa de uma situação daquelas. É terrível quando temos aí crimes, assassinatos, assaltos a ourivesaria, a caixas multibanco permanentemente. Podemos ter uma ideia dos nossos tribunais e da nossa justiça". Referiu ainda que as cadeias não são uma solução para estes casos e que, em geral, contribuem para que estes jovens ainda se tornem piores e mais perigosos

Declarou ainda que, nestes casos,  a prisão preventiva "é excessiva" porque a agressão “é uma banalidade”e, também, porque é "desproporcionada e aterradora”.

Entretanto, hoje foi noticiado mais um caso de violência juvenil. Uma adolescente de 17 anos esfaqueou 17 vezes a amiga de 14 anos com um x-acto, na tarde de sexta-feira, em Mem Martins. Em causa estaria uma discussão em torno de um telemóvel.

As questões que se colocam são as seguintes:

- Terá Marinho Pinto razão no que diz? Será que a prisão é a melhor solução para estes casos?

- Poderão ficar impunes estes jovens, sabendo-se que o fenómeno da violência juvenil é cada vez mais brutal?

- Como resolver ou prevenir estas situações?

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Zeca Sempre - O Que Faz Falta

Em tempos de uma grave crise económica e financeira e de pré-bancarrota, e apesar de termos que nos convencer que vamos passar por maiores dificuldades, também faz falta animar a malta, pensar positivo e enfrentar com energia os tempos muito difíceis que se avizinham e nunca perder o sentido de humor.

Vulcão Grímsvötn, da Islândia, entra em erupção

De acordo com uma informação do Instituto de Meteorologia, o vulcão Grímsvötn, o mais activo da Islândia, depois de se ter mantido inactivo desde Novembro de 2004, entrou novamente em erupção às 18.30, hora de Lisboa, do passado Sábado, dia 21 de Maio.

As erupções sub-glaciares atingiram rapidamente a superfície e às 22.00 a pluma vulcânica atingiu uma altitude de cerca de 20 km. Durante o dia de ontem a erupção diminuiu atingindo a pluma os 10 km e ocasionalmente os 15 km de altitude.

Pela evolução previsível das condições meteorológicas espera-se que a pluma se desloque para Leste e para Norte, não afectando o tráfego aéreo na Europa continental, pelo menos durante o dia de hoje.

O Centro Consultivo de Cinzas Vulcânicas (VAAC) de Londres está a monitorizar a situação emitindo informação para o tráfego aéreo, de acordo com as normas da Organização Internacional da Aviação Civil (ICAO).
Fonte: IM

quinta-feira, 19 de maio de 2011

O Porto venceu a Liga Europa

Ontem o F. C. do Porto venceu pela quarta vez um grande trofeu europeu de futebol - a Liga Europa - ao vencer o Braga por 1-0. A propósito deste grande feito, que muito orgulha todos os portistas, encontrei hoje no Youtube um vídeo muito interessante sobre as grandes vitórias do F. C. do Porto nesta temporada e nas finais das taças conquistadas em anos anteriores. O vídeo está muito bem feito.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Resposta finlandesa ao vídeo português

A resposta finlandesa ao vídeo que enaltece os feitos lusos não demorou mais de uma semana. Os nórdicos relembram momentos históricos do país, realçam a beleza das mulheres e revelam que "estão com o coração e a mente voltados para Portugal".

A relutância finlandesa em aceitar participar no empréstimo a Portugal, originou uma batalha entre portugueses e finlandeses na Internet. Na semana passada, os portugueses publicaram no "Youtube" "um vídeo com o que os finlandeses precisam saber sobre Portugal". Agora foi a vez dos nórdicos responderem.

Os finlandeses precisaram de apenas 1.32 minutos para explicar "o que os portugueses devem saber sobre a Finlândia".

O início do vídeo mostra um pouco da história do país, que esteve sob domínio sueco e russo até tornar-se independente, em 1917. Os finlandeses também se gabam de ser o primeiro do mundo a conceder direitos políticos às mulheres.

Os nórdicos recordam as invasões soviéticas e nazis e ressaltam que conseguiram resistir aos ataques. Helsínquia, a capital do país, assim como Londres e Leningrado, não foram ocupadas pelo "Eixo" durante a segunda guerra mundial.

Podíamos gozar com a difícil situação finenceira de Portugal. Mas não o fazemos, porque os nosso corações e mentes estão convosco". E despedem-se "com amor".

Um Sorriso

segunda-feira, 9 de maio de 2011

12 Megacidades Globais que vão "explodir" nos próximos quinze anos

Os Homens da Luta em Dusseldorf no Festival da Canção da Eurovisão.

Confesso que não costumo ver o Festival da Canção da Eurovisão e que não gosto da maior parte das canções que por lá costumam passar. No entanto este ano os concorrentes portugueses, Os Homens da Luta, estão a fazer a diferença e estão no centro das atenções do festival. Têm uma página no Facebook que já ultrapassou os 300 mil fãs, têm sido o alvo das atenções dos jornalistas reunidos em Dusseldorf, que cobrem o festival da Eurovisão, e tiveram já direito a um artigo no diário britânico Guardian. Podem ficar em último lugar (espero que não) mas já conseguiram marcar a diferença e ninguém vai ficar indiferente, quer se goste ou se odeie o estilo do grupo. Em tempos difíceis para o nosso país, de défice público excessivo, de dívida externa descontrolada, do empréstimo da UE/FMI e até da humilhação e enxovalhamento (se calhar merecidos) por parte de alguns dos nossos parceiros comunitários, como é que a Europa festivaleira vai receber este grupo tão suis generis?

O vídeo que se segue mostra uma entrevista muito divertida e a irreverência, quase anarquista, dos Homens da Luta.

sábado, 7 de maio de 2011

As Sete Maravilhas da Gastronomia

Os portugueses podem, a partir de hoje, votar nas 7 Maravilhas da Gastronomia, que incluem pratos como coelho à caçador, chanfana, pastel de Belém, alheira de Mirandela, amêijoas à Bulhão Pato, bacalhau à Gomes de Sá ou açorda à alentejana.

Os 21 pratos selecionados são apresentados por sete categorias -- entradas, sopas, marisco, peixe, carne, caça e doces -, cada uma das quais com três iguarias da gastronomia portuguesa, mas os votantes são convidados a escolher, até 07 de setembro, os sete pratos que mais lhe agradam, independentemente da categoria.

Para a categoria “entradas”, a escolha recaiu na alheira de Mirandela (Trás-os-Montes e Alto Douro), pastel de bacalhau (Lisboa e Setúbal) e queijo da Serra da Estrela (Beira Interior/Beira Litoral).

As “sopas” escolhidas são açorda à alentejana (Alentejo), caldo verde (Entre Douro e Minho) e sopa da pedra (Ribatejo/Estremadura).

Os “mariscos” colocados a votação são amêijoas à Bulhão Pato (Lisboa e Setúbal), arroz de marisco (Estremadura e Ribatejo) e xarém com conquilhas (Algarve).

Já no “peixe”, as opções são bacalhau à Gomes de Sá (Entre Douro e Minho), polvo assado no forno (Açores) ou a popular sardinha assada (Lisboa e Setúbal).

Na categoria “carne”, os pratos colocados a votação são chanfana (Beira Litoral), leitão da Bairrada (Beira Litoral) e tripas à moda do Porto (Entre Douro e Minho).

Para “caça”, os 21 especialistas convidados pela organização do evento, escolheram coelho à caçador (Beira Litoral), coelho à Porto Santo à caçador (Madeira) e perdiz de escabeche de Alpedrinha (Beira Interior).

Os “doces” selecionados foram pastel de Belém (Lisboa e Setúbal), pastel de Tentúgal (Beira Litoral) e pudim Abade Priscos (Entre Douro e Minho).

A seleção dos 21 finalistas culmina um processo iniciado a 07 de fevereiro último e que passou pela apresentação de candidaturas (433 ao todo) e um primeiro processo de seleção, por um painel de 70 especialistas, cujo resultado (70 pré finalistas) foi anunciado a 7 de Abril.

Os 21 pratos selecionados são apresentados hoje em Santarém, cidade escolhida como “anfitriã” da iniciativa.

Os interessados podem votar por telefone, SMS ou via Internet, neste caso no site do evento (http://www.7maravilhas.pt/) ou através do Facebook (www.facebook.com/7MGastronomia), usando os códigos relativos ao prato da sua preferência.

A organização já disse que espera críticas, algo que considera “natural” e que até ajuda ao sucesso da iniciativa.

“Quanto mais tivermos mais sucesso terá, porque mais gente estará interessada em saber do que se trata”, disse Luís Segadães à Lusa na fase de pré seleção, sublinhando que este concurso avalia os pratos, não pela sua confecção, mas “enquanto representantes culturais das suas regiões”.

Fonte: Público

Muse - Can't Take My Eyes Off You

Para concluir esta sequência musical fiquem com os Muse e a sua versão de Can't Take My Eyes off You.

Radiohead - Karma Police

Mais um regresso musical. Desta vez são os Radiohead com Karma Police.

Blur - Tender

Os Blur estão de regresso ao blogue com Tender numa actuação no programa de televisão de Jools Holland.

O que os Finlandeses precisam de saber acerca de Portugal

Um vídeo em inglês está a tornar-se muito popular na internet. O vídeo foi apresentado pela primeira vez  nas Conferências do Estoril. O vídeo tem como objectivo transmitir uma mensagem  à Finlândia e ao seu povo, com diversas informações sobre Portugal, numa altura em que alguns partidos do país nórdico opõem-se à aprovação do plano de resgate financeiro da UE e FMI ao nosso país.

«What the Finns need to know about Portugal» ou «O que os Finlandeses precisam de saber acerca de Portugal» recorda vários dados, desde o facto que a actual bandeira finlandesa era a portuguesa há 800 anos até à nota de memória que uma das maiores campanhas de recolha de ajuda humanitária em Portugal teve como destinatária a Finlândia, em 1940.

Pelo que se sabe,  o vídeo é da responsabilidade da Câmara de Cascais.