Um Mundo Global é um espaço de informação,reflexão e comentário de temas geográficos, nacionais e/ou mundiais, mas onde também há espaço para outros pontos de interesse como as temáticas sociais e ambientais, a música, os filmes, a poesia, a fotografia, os cartoons, os livros e as viagens. Todos são bem-vindos e convidados a deixar os seus comentários.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Consumption - consumismo vs consumerismo
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Campanha: "Por Um Consumo Responsável! Posiciono-me!"

A Rede Nacional de Consumo Responsável (RNCR) tem como principal desafio a promoção da mudança dos hábitos de consumo, articulando as diferentes abordagens aos problemas mundiais como a pobreza, as assimetrias Norte/Sul, a protecção do ambiente e dos direitos humanos através de alternativas sustentáveis que implicam o desenvolvimento de novos comportamentos sociais e de consumo responsável.
Esta rede resulta da parceria entre:
O ISU - Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária (ONGD), fundado em 1989, que desenvolve projectos na área da Cooperação e Educação para o Desenvolvimento, Voluntariado e Exclusão Social;
A Reviravolta - Organização de Comércio Justo, fundada em 2000 que comercializa produtos de comércio justo e desenvolve iniciativas de educação e formação junto da Comunidade Educativa do Grande Porto.
ENQUADRAMENTO TEMÁTICO DO CONCURSO
Os trabalhos a desenvolver no âmbito desta iniciativa enquadram-se na:
• Promoção do Consumo Responsável
• Consciencialização para um Consumo Responsável
CALENDÁRIO
Divulgação da Campanha: De 25 de Fevereiro a 10 de Março de 2010
Inscrições: Até 10 de Março
Envio dos trabalhos: Até 20 de Março de 2010
DESTINATÁRIOS
Escolas de Ensino Básico do 2.º Ciclo, 3.º Ciclo e Secundário do Grande Porto inseridas no Consumo Responsável em Rede
REGRAS
TEMA - Todos os trabalhos são subordinados ao tema “Consumo responsável”.
TÍTULO - Por um Consumo Responsável! Posiciono-me!
FORMAS:
• FORMA 1: cartaz em suporte DIGITAL (powerpoint), tamanho A1, na vertical, devendo conter no máximo 12 frases; 1 FOTOGRAFIA ou IMAGEM (fornece-se modelo);
• FORMA 2: cartaz em suporte PAPEL, tamanho A1, na vertical, devendo conter no máximo 12 frases; 1 FOTOGRAFIA ou IMAGEM.
Pede-se aos participantes que escolham a sua pose ou postura que querem fazer ou a imagem que querem inserir que seja representativa da sua personalidade enquanto uma pessoa que apela a um consumo responsável.*
Cada participante, tendo como base a promoção do consumo responsável, deverá criar o seu slogan, a sua frase-chave para a campanha ou escolher uma das dicas para um consumo responsável que assuma como sua.
APRESENTAÇÃO/ RECEPÇÃO DOS TRABALHOS
O(s) trabalho(s) deve(m) ser acompanhad(o)s de um documento com a informação:
- nome dos responsáveis - aluno(s) e professor(es)
- nome da escola
- ano escolar
e enviados por e-mail para info@consumoresponsavel.com
O(s) trabalho(s) deve(m) constituir-se como uma campanha a ser afixada na escola e a figurar no site da Rede Nacional de Consumo Responsável.
DIVULGAÇÃO/CAMPANHA
De 22 a 31 de Março de 2010, os cartazes deverão ser apresentados nas respectivas escolas e também no site da Rede Nacional de Consumo Responsável
UTILIZAÇÃO DOS TRABALHOS
Todos os trabalhos serão pertença dos autores, mas deverão estar disponíveis aos promotores desta iniciativa para fins de participação em acções de divulgação, exposições e colocação no site.
CONTACTOS PARA ESCLARECIMENTOS
anurbano@yahoo.com
Fonte: Rede Nacional de Consumo Responsável
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Comércio Justo em Portugal está em tendência "decrescente"

Apesar destas dificuldades, espero que os alunos tenham aprofundado um pouco mais os seus conhecimentos sobre o Consumo Responsável e o Comércio Justo e que tenham ficado mais sensibilizados para esta temáticas.
A propósito desta actividade, ficam aqui duas notícia do JPN - Jornalismo Porto Net do curso de Ciências da Educação da Universidade do Porto e que fazem referência ao Comércio Justo em Portugal e a dois dos voluntários da Associação Reviravolta: o eng. Miguel Pinto e a doutora Ana Luísa Coelho (que hoje esteve presente na nossa Escola).
Comércio Justo em Portugal está em tendência "decrescente"
Primeiro activista do comércio justo no país esteve presente, esta quarta-feira, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP).
"Não é suficiente convidar as pessoas para falar. Estou aqui numa casa que não pratica o comércio justo". Foi num tom crítico que Miguel Pinto, primeiro voluntário do movimento em Portugal, deu o mote para a conferência que levou, esta quarta-feira, o tema do consumo responsável à Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP).
Acompanhado por Ana Luísa Coelho, também ela activista do Comércio Justo, Miguel Pinto traçou um retrato bastante negativo sobre a situação do movimento em Portugal. "Enquanto que na Europa, o Comércio Justo tem vindo a crescer, aqui a tendência é decrescente", principalmente por causa de uma "falta de ONGs com capital para investir na iniciativa", detecta Miguel Pinto.
Para o voluntário e fundador da associação Reviravolta, o problema principal do comércio justo assenta na falta de influência: "Não temos lobby, não há leis que obrigam as instituições a utilizar o comércio justo" e "não existem em Portugal muitas ONGs" com "capital para investir" no projecto. Razões que, para Miguel Pinto, explicam a "tendência decrescente" do comércio justo que, no Porto, se reflectiu no recente encerramento de uma loja na Rua de Cedofeita.
Tanto Miguel Pinto como Ana Luísa Coelho enfatizaram o trabalho feito com escolas, a nível de sensibilização para a questão do comércio justo e sustentável. Contudo, o activista notou que "está na moda" convidar activistas para leccionar sobre o Comércio Justo, mas que "sem a parte comercial" a iniciativa está numa "situação difícil".
"Podemos explicar às crianças que vale a pena optarem pelo comércio justo, mas se depois não têm onde comprar, acaba por ser uma actividade um pouco oca", completou Ana Luísa Coelho, parceira na coordenação da Rede Nacional do Consumo Responsável. No entanto, ambos os convidados clarificaram que não vão desistir da actividade.
Miguel Pinto lamentou ainda a falta de "cultura de voluntariado" em Portugal. "É preciso uma certa revolta responsável, porque as empresas são cordeirinhos. Se o público optar pelo comércio justo, vão atrás", refere o activista.
Inserida no I Ciclo de conferências sobre consumo responsável promovido pela FLUP e pela Universidade Católica Portuguesa , a sessão desta quarta-feira incluiu ainda a de venda vários produtos de Comércio Justo. Depois da reunião, o público foi convidado a experimentar "café, chá e compotas" gratuitamente.
Fonte: http://jpn.icicom.up.pt/2009/05/14/comercio_justo_em_portugal_esta_em_tendencia_decrescente.html
O Comércio Justo: Uma Loja do Mundo sobrevive no Porto
No espaço recuperado no Parque da Cidade, a associação Reviravolta expõe produtos de todo o Mundo. O principal objectivo é mudar a atitude dos consumidores portuenses.
Situada no Núcleo Rural de Aldoar desde 2002, a pequena quinta que alberga a Loja do Mundo esconde-se atrás de videiras entrelaçadas e muros de pedra. Um cavalete pousado no chão, a poucos metros da entrada, sustenta o placard da Associação Reviravolta e anuncia a especificidade do espaço onde se está prestes a entrar: Comércio Justo. Sobre as pesadas portas vermelhas, os logótipos das duas associações cooperantes: Altromercato e Equação.
O Comércio Justo, trazido para Portugal há dez anos, tem tido uma adesão lenta e alguns pequeno espaço da Associação Reviravolta, no Parque da Cidade, sobrevive.
Entre o chão de madeira e o tecto inclinado da quinta, erguem-se as estantes e prateleiras coloridasprateleiras coloridas pelos produtos justos que expõem: chocolate mexicano, frutos secos da Amazónia, compota do Equador, artesanato do Nepal, chá do Sri Lanka, CDs de música do Mundo.
Envolvido no projecto há quatro anos, Diogo Vaz é voluntário e faz parte da direcção da associação. Antes da Reviravolta, já estava familiarizado com o conceito de Comércio Justo, mas foi através de uma amiga que percebeu como funcionava este movimento.
Como refererefere, o objectivo da Reviravolta, além de comercializar produtos de Comércio Justo, é promover uma atitude diferente no consumidor face aos preços dos produtos, compreendendo o seu percurso até chegarem às prateleiras das grandes superfícies.
Voluntariado
A associação sem fins lucrativos é totalmente constituída por voluntários. Uma das voluntárias, Katharina, chegou ao Porto em Agosto, através do Serviço Voluntário Europeu (SVE). Vem de uma pequena vila na Áustria, e ainda estranha o ritmo e a dimensão da cidade.
"Queria ir para outro país para ter uma experiência diferente, ver uma cultura nova, aprender uma outra língua e também para trabalhar numa área diferente", explica. Durante uma pesquisa online acabou por tropeçar no projecto da Reviravolta, que viu como uma boa causa, e aceitou o desafio de vir para Portugal durante meio ano.
Como voluntária, Katharina passa grande parte dos seus dias aqui, no espaço que cria a ligação entre o projecto da associação e o público em geral. Além do trabalho na loja, acompanha outros eventos, como os projectos de formação para jovens. São várias as acções de divulgação promovidas pela Reviravolta no Grande Porto. Na loja, foi criado um canto especificamente com este propósito - a JustotecaJustoteca: um espaço com material bibliográfico para consulta dos visitantes.
Fonte: http://jpn.icicom.up.pt/2010/01/05/o_comercio_justo_uma_loja_do_mundo_sobrevive_no_porto.html
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Postal de Natal ... para pensar!
Para pensar!...
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Pagar por sacos plásticos reduz o seu uso para metade
Aqui está um exemplo de uma situação que num primeiro momento gerou alguma contestação dos consumidores e que, afinal, está a dar bons resultados em termos ambientais: pagar por sacos plásticos em alguns supermercados reduz o uso para metade.
Toda a gente já o sabe na prática, mas aqui vão os números: nos supermercados que cobram pelos sacos plásticos de compras, a sua utilização cai quase para a metade. É o que revela um estudo da associação ambientalista Quercus, realizado em supermercados da Madeira.
Membros da Quercus estiveram à porta de vários estabelecimentos, a observar os clientes. E contaram, um a um, quem utilizava sacos plásticos novos ou recipientes reutilizáveis para carregar as compras. A experiência foi feita sem abordar os consumidores e sem que estes percebessem que estavam a ser observados. "A nossa ideia foi a de não condicionar o comportamento dos clientes", explica Hélder Spínola, dirigente da Quercus.Os resultados são evidentes. Dos supermercados que distribuem gratuitamente os sacos plásticos (Modelo e Hiper Sá), 95 por cento dos clientes saíam a carregar sacos novos e apenas cinco por cento traziam reutilizáveis. Já entre os clientes de supermercados que cobram pelos sacos (Pingo Doce), a proporção é de 51 por cento e 49 por cento, respectivamente. Os sacos gratuitos também estimulam o seu desperdício. Na prática, quem paga os sacos tende a aproveitar o seu volume - metade dos clientes (52 por cento) traziam-nos praticamente cheios, contra apenas 17 por cento dos consumidores que recebem os sacos gratuitamente. A Quercus quer que todos os supermercados alinhem pela mesma medida e defende "legislação que obrigue à cobrança de uma taxa por cada saco de plástico entregue". O Ministério do Ambiente chegou a sugerir, em 2007, uma taxa de cinco cêntimos sobre cada saco. Mas o Governo recuou e pôs na gaveta uma proposta de decreto-lei que já estava elaborada. A nível internacional, o principal exemplo é o da Irlanda, que em 2002 impôs sobre cada saco uma taxa de 15 cêntimos. Em três meses, a quantidade de sacos distribuídos nos supermercados caiu 90 por cento. Em 2006, apesar da taxa, o número de sacos por habitante subiu ligeiramente e o Governo irlandês decidiu aumentar o valor para 22 cêntimos.Todos os anos são distribuídas cerca de duas mil toneladas de sacos plásticos no comércio. (Ecosfera, 03.06.09)
Fonte: http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1384696
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Rede Nacional de Consumo Responsável

A sociedade de consumo actual promove grandes desequilíbrios sociais e ambientais, traduzidos nas imagens que diariamente nos entram em casa pelos meios de comunicação social. Todos os nossos gestos e opções diárias afectam não só a nossa vida mas a vida de outras pessoas e põem em causa a sustentabilidade do planeta.