quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Número de desempregados é o mais alto desde 2004


O número de desempregados inscritos nos centros de emprego cresceu 6,6 por cento em Dezembro face ao mesmo mês de 2007, prolongando a subida iniciada em Outubro e marcando o acréscimo mais elevado desde Setembro de 2004.

De acordo com dados divulgados hoje pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), o número de desempregados incritos totalizava 416.005 em Dezembro, mais 25.725 inscrições do que no mesmo mês de 2007 e mais 7.407 desempregados do que em Novembro.

A variação mensal foi assim de 1,8 por cento.

Para o aumento do número de desempregados inscritos nos centros do emprego em relação a Dezembro de 2007 contribuíram, essencialmente, a subida do desemprego entre os homens (mais 14,9 por cento), entre os jovens (mais 5,7 por cento) e adultos (mais 6,7 por cento).

A procura de um novo emprego motivou o registo de 92 por cento dos desempregados, verificando-se um aumento de 8,2 por cento face ao mês homólogo de 2007, enquanto a procura do primeiro emprego diminuiu no período considerado 8,8 por cento.

"Todos os níveis de habilitação escolar apresentavam mais desempregados do que há um ano, com excepção do nível superior", que diminuiu 4,1 por cento, acrescenta o IEFP.

Os desempregados com o 3º ciclo do ensino básico foram o grupo em que o desemprego mais cresceu em termos homólogos, com uma variação de 13,7 por cento.

"Comparativamente ao mês homólogo de 2007 assistiu-se ao aumento do desemprego de curta duração (17,9 por cento) enquanto o de longa duração se mantinha em descida (9,3 por cento", revela o instituto. (JN)

Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1075594

O desemprego é um dos problemas mais graves que o nosso país vai enfrentar em 2009, com tendência para se agravar. Reparem na frase a negro: "Os desempregados com o 3º ciclo do ensino básico (só com o 9º ano) foram o grupo em que o desemprego mais cresceu". O que é que este dado pode significar?

3 comentários:

Telmo disse...

Desemprego é a medida da parcela da força de trabalho disponível que se encontra sem emprego. Esse fenômeno social é observado principalmente em países subdesenvolvidos cujas economias não conseguem suprir o crescimento populacional. Um agravante é a crescente mecanização e informatização dos processos de trabalho, excluindo cargos que antes eram desempenhados por pessoas e agora o são por máquinas.

De facto verifica-se que a taxa de desemprego ( taxa de desemprego representa o percentual de pessoas capazes de exercer uma profissão e que procuram um emprego remunerado, mas que, por diversas razões, não entram no mercado de trabalho. Também podem estar incluídos na taxa de desemprego aqueles que exercem trabalhos não-remunerados. A taxa de desemprego é o número dos trabalhadores desempregados dividido pela força de trabalho total ), acentua-se cada vez mais, sobretudo nos jovens.

Acabam o curso na faculdade e partem para o mercado de trabalho.
Isto era o que devia de acontecer, mas não ( em Portugal ).

O que pode acontecer , por exemplo, é uma pessoa tira o curso de Economia e depois vai trabalhar para uma máquina registadora.
( Apresentei esta exemplo pois conheço a pessoa ).
Ou então como é mais usual infelizmente, uma pessoa entra para o mercado de trabalho através de Cunhas.
Como estes exemplos existem vários...

Alguém tem que fazer alguma coisa porque, caso contrário a taxa de desemprego vai continuar a aumentar!

Telmo Conceição
11ºI

Fábia disse...

Como todos temos vindo a observar devido á grande crise económica que o Mundo está a sofrer reparamos que a cada dia que passa mais uma fábrica fecha, mais oficinas e lojas fecham, mais casas estão a venda etc , ao depararmo-nos com este cenário (nada satisfatório) só podemos tirar uma conclusão e esse e obvia VAI HAVER CADA VEZ MAIS DESEMPREGO, ou seja a nossa economia sendo nós um país membro da UE está ligada a todas as outras economias dos países membros da UE, logo se temos contratos com empresas de outros países e estas fecham e obvio que nós vamos sofrer com isso e é o que se passa neste momento , Portugal nunca foi um país (comparado com outros membros da UE) com muitas oportunidades de empregabilidade (visto que muitos dos nossos habitantes tinham de ir para outros países para arranjar trabalho)e se as fábricas e lojas ( e tudo o resto que dá emprego aos nossos habitantes) fecham cada vez mais vai haver mais gente sem emprego e por consequente vem a pobreza, conclusão se o nosso Estado não faz alguma coisa não saberemos onde isto irá parar .

Fábia Sousa
11º I

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